18 de outubro de 2016

Olá, já não venho aqui há muito tempo e nem sei se alguém está interessado nisso, mas não faz mal. Na verdade ando com pouca paciência para redes sociais. Ando com pouca paciência para muita coisa. Mas hoje decidi desabafar um pouco.
Depois de um estágio profissional que correu muito bem, a empresa propôs-me um contrato. Por enquanto é a termo, mas conforme os apoios que conseguirem, logo se vê. Aceitei. No geral gosto de lá estar, mas também há coisas que me fazem pensar se quero lá continuar. Conhecia as pessoas como cliente e agora vejo-as como colegas. Receberam-me muito bem, disso não me posso queixar, mas já estão habituadas a ter lá estagiários que vêm e vão e acabam por manter uma certa distância, além de que algumas pessoas já trabalham juntas há muitos anos e têm uma dinâmica própria.
Mas ando cansada. Ando sempre a correr para todo o lado e, como costumo dizer, apesar de tanto correr, continuo gorda. Eu sei, que não é deste tipo de corrida que preciso, mas sinto que não tenho tempo para mim. De manhã é a corrida para deixar os miúdos nas escolas mas antes de sair de casa é preciso despachar filhos, marido, eu...  A hora de almoço passa a correr. É só uma hora e tem que dar para almoçar e ir buscar o filho e levá-lo a casa da avó, pois só tem aulas até às 14h. A filha tem ATL até a ir buscar. Ao fim do dia há que fazer a "recolha"das crianças, conversar um pouco com a minha mãe, que agora já não passa tanto tempo sozinha porque tem lá o neto a tarde toda. Mas é sempre pelo menos meia hora que lá fico. Nos dias de natação, lá tenho um cházinho de cadeira enquanto espero que a mais nova acabe a aula. Chegar a casa, fazer o jantar, comer, são horas de eles irem para a cama. Arrumar qualquer coisa, preparar (ou tentar) dia seguinte, quando dou por ela é... o dia seguinte. Tem sido assim, deitar tarde, acordar cedo, correr, correr. Por isso ando cansada e sem paciência. Não há tempo para mais nada. Sei que há vidas mais complicadas, mas esta é a minha.
A propósito de corrida, ando com vontade de começar a correr, por exemplo, ao fim de semana. Mas ainda não ganhei coragem. No verão fiz umas caminhadas com a minha filha que é uma boa companheira de aventuras, até dei umas corridinhas, coisa pouca, mas não continuei. Não aguentei. Cansava-me demais. O que só prova que preciso mesmo de continuar, mas voltamos ao mesmo: quando? Falte-me tempo. E, honestamente, força de vontade. Tenho que ganhar coragem e avançar. Preciso de libertar energia, má energia, más vibrações. Terapia pela corrida. Parece bem.
Bem, por enquanto fico por aqui. Quem sabe, um dia destes volto...

30 de dezembro de 2015

Feliz 2016



Vi, gostei e é isto mesmo que vos desejo :)

10 de dezembro de 2015

Actualização :)

Olá pessoal,
Tudo bem desde a última vez?
Nessa altura ainda estava a frequentar o curso pelo IEFP. Hoje já estou a estagiar na empresa onde fiz o estágio curricular obrigatório para validar a formação. É um estágio profissional, de nove meses, mas quem sabe se no fim decidem ficar comigo...

29 de março de 2015

É hoje! É hoje que venho dizer olá a todos! Já se passaram meses desde a última vez que aqui vim e, apesar de ter vontade de voltar a escrever, nem sempre tenho a paciência ou inspiração.
Neste último ano aconteceu muita coisa: fiquei desempregada e entretanto comecei uma formação de longa duração (10 meses), com direito a estágio curricular no fim. Vamos ver como corre...Mais outras coisas que têm acontecido e que irei contando aos poucos, certo?
Por agora, um abraço e até mais logo...

4 de abril de 2014

As minhas Ternuras numa feira de artesanato

No passado fim de semana, dias 28 e 29 de Março, participei numa feira de artesanato nas Caldas da Rainha, cidade onde vivo. Foi no Céu de Vidro, no parque da cidade, um local muito agradável, excepto quando chove e faz frio (o que aconteceu).
Deixo aqui algumas fotos do meu expositor e de alguns artigos que levei.










4 de março de 2014

Só para dizer "oi"

Olá, não fugi, continuo por cá, mas tenho tido pouco tempo para vir aqui. Isto de estar desempregada dá muito trabalho ;). Entre a casa,os filhos, o marido, os meus pais, a procura de emprego e as apresentações quinzenais, consegui encaixar tempo para ir à natação (tem que ser, o exercício faz falta) e tenho-me dedicado às minhas costuras e crochets e tricots. Quando quiserem, visitem-me nas minhas "ternuras da Cristina" ou no facebook. Os links estão aqui ao lado.
Um abraço e mantenham sempre a boa disposição.

31 de janeiro de 2014

As minhas Ternuras

 Olá, já espreitaram a minha página das Ternuras? É por lá que tenho andado.

1 de janeiro de 2014

As minhas "Ternuras"

Decidi que os meus trabalhos precisam de um sítio só para eles! Ok, tenho a página do facebook, mas e aquelas pessoas que não têm facebook? Por isso comecei esta página "Ternuras da Cristina", onde vou começar a mostrar o que vou fazendo. Comecei pelos meus trabalhos mais recentes, mas entretanto vou actualizar com "ternuras" mais antigas e também com as novidades que vou preparando.

30 de dezembro de 2013

Adeus 2013, Olá 2014

Não quero pensar nas coisas menos boas que aconteceram este ano, foram algumas. Desemprego, pessoas que se afastaram, etc. Não posso dizer que foi um ano mau, mas ainda não acabou e espero que não se estrague até amanhã. Em termos de saúde, alguns sustos com os meus pais, ambos com oitentas e ..., um exame cujo resultado só chega no início do ano, a asma, controlada, da minha filha que neste momento é uma Sara-pintada porque acordou cheia de borbulhas de varicela. Em resumo, até foi um ano assim-assim, não me posso queixar. Para este ano que vai começar entretanto, desejo força e energia para levar avante os meus projectos, lucidez para me organizar, saúde, amor, amigos, etc.
Agora vou começar a preparar os petiscos para amanhã à noite porque, apesar de ficarmos em casa, também temos direito à festa, em modo pijama, e a passagem de ano só acontece uma vez por ano.
Fiquem bem, tenham uma boa saída de 2013 e uma boa entrada em 2014 e que o novo ano vos traga tudo o que desejarem.

2 de dezembro de 2013

Um susto e um motivo de orgulho

No passado sábado participei numa "venda de garagem" numa associação local. Levei algumas "ternuras" (mais tarde mostro aqui) que fiz para vender e como iria durar todo o dia, os meus filhos quiseram ir para casa da minha mãe.  A avó planeou logo um passeio com os netos "ao centro" da cidade, fazer umas compritas. Foram no "toma" (transporte urbano local) porque os miúdos adoram andar no "toma" e eu fui para a "venda".
A meio da manhã, o susto. Recebo um telefonema de uma senhora que dizia estar com duas crianças e que a avó das crianças tinha desmaiado na rua mas que já tinham chamado uma ambulância. Disse-me onde estavam e que tinha sido o meu filho a dar-lhe o meu número de telefone para me ligar. Larguei tudo (a sorte é que estava a dividir o meu espaço com uma amiga que ficou a tomar conta das minhas coisas) e fui buscá-los.
Quando cheguei, ainda lá estava a ambulância com a minha mãe lá dentro. Os paramédicos apressaram-se a garantir que a minha mãe já tinha recuperado e perguntaram-me se era habitual acontecer isto e eu respondi que já se tem sentido mal mas que nunca tinha chegado a desmaiar. Disseram-me que os níveis (açúcar, tensão) estavam normais e que ela não queria ir para o hospital. Nessa altura ela já me dizia que se sentia bem e que queria ir para casa.
A senhora que me ligou também lá estava, assim como outro casal que cuidou dos meus filhos. Eu agradeci e agradeci mas acho que nunca se agradece o suficiente. Contaram-me que a avó se sentou e desmaiou e que os dois estavam a tentar levantá-la. Cada vez que imagino, fico com o coração mais apertado. As pessoas viram aquilo e aproximaram-se para ajudar. Chamaram a ambulância e o meu filho deu-lhes o meu número de telefone para me ligarem. E estavam todos admirados como ele, tão pequeno, sabia de cor o meu número. Expliquei que ele, de vez em quando, quando preciso de sair para ir às compras ou com a irmã à natação, pede-me para ficar em casa, sozinho. Deixo-o, não sem alguma preocupação, mas com uma lista dos números de telefone da mãe, do pai, da avó, para o caso de ele precisar de alguma coisa e uma lista de recomendações "não abrir a porta a ninguém", "não ir para a varanda ou janela", "é como se não estivesses em casa". Entretanto ele decorou o meu número e já não precisa da lista.
Há pessoas que podem pensar que sou uma desnaturada por deixar uma criança de 8 anos sozinha em casa, mas acho que, com os devidos cuidados, é bom começar a dar-lhe alguma autonomia. Aprende a não estar tão dependente de mim e, numa situação de emergência, não entra logo em pânico e consegue ter lucidez para dar o meu número de telefone a alguém para me chamar. É claro que fiquei muito orgulhosa dele. Lá estava ele, o meu homenzinho, a segurar a mão da irmã, a cuidar dela. O meu pequeno herói.
Depois de assinar os papéis  necessários, levei-os a todos de volta à casa da minha mãe. Não quiseram ir para casa, apesar de o pai lá estar, mas a trabalhar. Em casa da avó era mais divertido e ficava a dois passos da minha "venda".
O que aconteceu com a minha mãe é que ela não pode ficar muito tempo sem comer. Quando isso acontece, começa a sentir-se fraca e cansada e tem que comer qualquer coisa. Em casa, senta-se um pouco até recuperar e depois vai comer. Quando saio com ela ou vou com ela às compras, levo sempre um pacote de bolachas porque já sei que assim que acabamos a ronda num supermercado, ela precisa de comer apesar de não se queixar. São 82 anos e a idade não perdoa. Contou-me mais tarde, no sábado, que tinha ido a um sítio, depois voltou atrás e subiu e desceu escadas e que só queria voltar para casa para, então, comer qualquer coisa. Mas cansou-se muito e não aguentou.
Depois disse-me que apesar de gostar muito de sair com os netos, não o vai fazer mais. A única preocupação dela enquanto se sentia a ir abaixo, eram os netos que iam ficar sozinhos no meio da rua. Se por um lado concordo com ela, por outro também penso que, estando lá o neto, conseguiram avisar-me e fui buscá-los. Mas nem consigo imaginar a aflição das crianças. Pode ser que assim ela se habitue a ter umas bolachas na mala e o telemóvel para pedir ajuda.
E assim se passa um sábado...
Espero que o,vosso tenha sido "menos animado".

13 de novembro de 2013

Já está tudo combinado, os pormenores acertados, os valores aprovados, só falta mesmo assinar os papéis e 6ª feira, dia 15, será o último dia. Ao fim de 21 anos e 5 meses, vou voltar a estar desempregada. Tive a sorte de ter um emprego fixo durante tanto tempo, mas como acontece com quase tudo, acabou. A empresa não aguenta tantos encargos e propôs rescisões amigáveis a quem estivesse disponível. Prometeram garantir todos os direitos, indemnização, papéis para o desemprego, etc., e esta amiga decidiu aproveitar a deixa. Se fiz bem ou mal, logo se verá. Estou em paz, estou resolvida com a situação, mas vai custar. Entrei para aqui uma jovenzinha de 19 anos e saio com 40, o que quer dizer nos dias de hoje, uma velha. Durante este tempo conheci muita gente diferente, pessoas boas, pessoas más, pessoas horríveis, pessoas francas, pessoas falsas, pessoas sérias, pessoas do mais desleal possível, mas aprendi a lidar com todas elas, fossem clientes, colegas ou chefias. Aprendi a domesticar o meu mau feitio e a não me envolver tanto em alguns problemas que surgiram. Em alguns casos tornei-me mesmo fria e desligada, "nem quero saber" passou a ser o meu lema. Erradamente. Até porque queria e quero saber e o resultado era levar essa carga para casa e descarregar em cima de quem não tinha culpa mas que sempre aguentou e desvalorizou a "descarga". Por isso quando foi posta na mesa a proposta de saída amigável, o primeiro apoio veio exactamente de casa. "Aceita, diz que estás disponível". É arriscado, mas já não tenho medo. Sei que tenho capacidade para conseguir o que quiser, basta querer. Tenho ideias, tenho projectos, tenho vontade de fazer e aprender. E tenho capacidade para trabalhar. Sempre disse que precisava de um empurrão, espero saber aproveitar.
Como diz a canção, "este é o primeiro dia do resto da tua vida".

2 de outubro de 2013

Tomei uma decisão muito importante. Uma grande alteração na minha vida. É um risco muito grande, principalmente nesta altura do campeonato, mas entre agora ou mais tarde, escolhi agora porque não acredito que mais tarde seja diferente. Tenho que me preparar para as consequências. Felizmente tenho o apoio de quem importa. O resto, "logo se há-de ouvir dizer".

31 de agosto de 2013

Mais uma utilização para a folha de alumínio

Há tempos postei aqui várias sugestões para utilizar a folha de alumínio. Nestas férias descobri mais uma. Este ano, mais uma vez, as férias foram passadas no parque de campismo. E como este ano estava previsto levar as minhas sobrinhas gémeas de 12 anos, achei que era altura de comprar um fogão melhor do que o bico de gás portátil que usava quase sempre. Na verdade, como tenho uma rulote que vem equipada com fogão, esta compra parece desnecessária, mas eu não gosto de cozinhar dentro da rulote e se fosse preciso fazer qualquer coisa no fogão, para 6 pessoas, bem, não me agradava a ideia.
Assim, comprámos o fogão e começámos a dar uso num almoço em que me pediram arroz para acompanhar os grelhados. Mas havia vento e o tacho não fervia. Eu já tinha dito ao meu marido que precisávamos de um tapa-vento, mas como homem que é, achava que não. Então inventei. Peguei na folha de alumínio, dobrei ao meio e prendi na grade do fogão. Funcionou na perfeição e é fácil de arrumar. E limpar.


30 de agosto de 2013

Coisas que se fazem nas férias

Este ano levei as agulhas e linhas (de crochet) comigo para o campismo. O meu filho ainda sugeriu a máquina de costura, mas pensando melhor, deixei-a em casa. Chamem-me maluca mas ainda pensei levá-la. Mas como em férias o tempo não chega para nada, só fiz 2 ou 3 coisitas:

Bolsas decoradas:

 Quando as comprei eram assim, mas achei que eram pouco atraentes e resolvi dar um toque de decoração


Para a  minha bolsa, uma big flor amarela


Para a bolsa da princesa, três flores escolhidas por ela


Ficaram um pouquito mais giras :)

E para que servem estas bolsas no campismo? Para a escova e pasta de dentes, escova de cabelo, papel higiénico e toalhetes. E lá andamos nós todas vaidosas, de bolsa na mão, cada vez que precisávamos de .... lavar as mãos.


6 de agosto de 2013

25 de julho de 2013

  Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao director:
- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?
O director respondeu:
- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- Ah! Entendi. - disse o visitante. Uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.
- Não! - respondeu o director - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?

"Às vezes a vida tem mais opções do que as oferecidas, basta saber enxergá-las".

Agora diga a verdade... você também escolheu o balde, não foi? Semana que vem vou lá ao hospital  fazer uma visitinha...

22 de julho de 2013

Coisas de cabelos cortados

No sábado, mais uma vez, ouvi a frase "Daniel, tenho que te dar dinheiro para ires cortar o cabelo?". Isto foi o meu pai, mais uma vez, a chamar-me a atenção para o cabelo do meu filho, que já estava enorme. Ora, o meu problema, felizmente, não é a falta do dinheiro para cortar o cabelo ao rapaz, mas sim a falta de tempo para o levar a algum sítio com profissionais que cortem cabelo, barbeiro ou cabeleireiro. E foi isso mesmo que respondi ao meu pai, levando o assunto na desportiva e com bom humor. Chegados a casa, já fora de horas para ir à minha cabeleireira, peguei na máquina de cortar cabelo (comprada há alguns anos quando o meu cliente ainda não era esquisito e não pedia poupas e penteados à futebolista com gel) e cá vai disto. Pente 3 na cabeça toda. Só digo que na cabeleireira é mais fácil, o número de queixas "tenho comichão no pescoço" é nulo, o trabalho de limpar todo o cabelo é dela e não meu e o trabalho fica sempre muito melhor. Mas no fim, o cliente ficou todo contente e isso é o que me importa.
No sábado, então, foi dia de cortar o cabelo ao Daniel. Está carequinha e tão giro. Vai ser uma surpresa para os avós quando o virem.
Mas o corte de cabelo do Daniel tem mais que se lhe diga. É que no fim, a irmã lembrou-se que também queria cortar o cabelo. "Mas Sara, a mãe cortou-te a franja a semana passada". "Mas eu quero cortar AGORA igual ao mano!" , "Sara, o mano está careca! Também queres ficar careca??" "SIIIIMM!!", "Mas depois não podes usar os ganchos e as bandoletes!", "NÃO FAZ MAL!"
Depois de muito choro e bate-pé (nova moda) em que estive quase, quase a cortar-lhe o cabelo à escovinha, lá se resignou a ir cortar o cabelo sim, mas na cabeleireira, quando a mãe for.
Ai, gente pequena!

12 de julho de 2013

Ideias, projectos, coisas giras para fazer... Tudo isto a girar na minha cabeça. Se eu tivesse aqui uma máquina de costura ou agulha e linha (de costura, de crochet, etc) saía já qualquer coisa, mas vou ter que esperar até chegar a casa....

 (imagem retirada da net)

11 de julho de 2013

Banda sonora dos meus dias

Abre a porta que está calor
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
PUM-PUM-PUM-PUM,
fecha a porta que está muito barulho
vrrrrr, 
abre a porta que está muito calor cá dentro
VROOMMMMMMM, 
pac-pac-pac, 
fecha a porta que entra o pó
abre a porta que está calor
CLANG-CLANG-CLANG-CLANG, 
fecha a porta que está muito barulho e não se ouve o que o cliente diz ao telefone que só toca na altura em que está barulho
pi-pi-pi-pi-pi,
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
abre a porta que está calor
vrrrrr,
pi-pi-pi-pi-pi,
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
TRRRRRRRREEEEEEEEEE
discussão entre trabalhadores numa língua desconhecida para mim
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
...

(obras na rua, já duram há 1 mês, dizem que acaba para a semana)


26 de junho de 2013

O frasco da maionese, as bolas de golfe e o café

Quando as coisas na vida parecem demasiado IMPORTANTES, quando 24 horas por dia não são suficientes...Lembra-te do frasco de maionese e do café.

Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o...tira a maionese e enche-o com bolas de golfe.
A seguir perguntou aos alunos se o frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim. Então o professor pega numa caixa cheia de caricas e mete-as no frasco de maionese. As caricas encheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de mayonese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar
se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam unânimes "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 taças de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o
professor estava sério e disse-lhes: 
"QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA. As bolas de golfe são as coisas importantes: como a família, os filhos, a saúde, os amigos, tudo o que te apaixona. São coisas, que mesmo que se perdessemos tudo o resto, nossas vidas continuariam cheias. As caricas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.
A areia é tudo o demais, as pequenas coisas.
Se tivéssemos posto 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as caricas nem para as bolas de golfe
O mesmo acontece com a vida. Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca
teríamos lugar para as coisas realmente importantes. Presta atenção às coisas que são cruciais para a tua Felicidade. Arranja tempo para ires ao medico,namora e vai com a tua/teu namorado/marido/mulher jantar fora, Pratica o teu desporto ou hobbie favorito. Haverá sempre tempo para limpar a casa e reparar as canalizações. Ocupa-te das bolas de golfe primeiro, das coisas que realmente importam. Estabelece as tuas prioridades, o resto é só areia..."
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representava o café.
O professor sorriu e disse:
"...O café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a vossa  vida esteja ocupada,sempre haverá espaço para um café com um amigo. "
Copiado da net
 Vai um cafezinho?