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4 de abril de 2014

As minhas Ternuras numa feira de artesanato

No passado fim de semana, dias 28 e 29 de Março, participei numa feira de artesanato nas Caldas da Rainha, cidade onde vivo. Foi no Céu de Vidro, no parque da cidade, um local muito agradável, excepto quando chove e faz frio (o que aconteceu).
Deixo aqui algumas fotos do meu expositor e de alguns artigos que levei.










4 de março de 2014

Só para dizer "oi"

Olá, não fugi, continuo por cá, mas tenho tido pouco tempo para vir aqui. Isto de estar desempregada dá muito trabalho ;). Entre a casa,os filhos, o marido, os meus pais, a procura de emprego e as apresentações quinzenais, consegui encaixar tempo para ir à natação (tem que ser, o exercício faz falta) e tenho-me dedicado às minhas costuras e crochets e tricots. Quando quiserem, visitem-me nas minhas "ternuras da Cristina" ou no facebook. Os links estão aqui ao lado.
Um abraço e mantenham sempre a boa disposição.

31 de janeiro de 2014

As minhas Ternuras

 Olá, já espreitaram a minha página das Ternuras? É por lá que tenho andado.

1 de janeiro de 2014

As minhas "Ternuras"

Decidi que os meus trabalhos precisam de um sítio só para eles! Ok, tenho a página do facebook, mas e aquelas pessoas que não têm facebook? Por isso comecei esta página "Ternuras da Cristina", onde vou começar a mostrar o que vou fazendo. Comecei pelos meus trabalhos mais recentes, mas entretanto vou actualizar com "ternuras" mais antigas e também com as novidades que vou preparando.

30 de dezembro de 2013

Adeus 2013, Olá 2014

Não quero pensar nas coisas menos boas que aconteceram este ano, foram algumas. Desemprego, pessoas que se afastaram, etc. Não posso dizer que foi um ano mau, mas ainda não acabou e espero que não se estrague até amanhã. Em termos de saúde, alguns sustos com os meus pais, ambos com oitentas e ..., um exame cujo resultado só chega no início do ano, a asma, controlada, da minha filha que neste momento é uma Sara-pintada porque acordou cheia de borbulhas de varicela. Em resumo, até foi um ano assim-assim, não me posso queixar. Para este ano que vai começar entretanto, desejo força e energia para levar avante os meus projectos, lucidez para me organizar, saúde, amor, amigos, etc.
Agora vou começar a preparar os petiscos para amanhã à noite porque, apesar de ficarmos em casa, também temos direito à festa, em modo pijama, e a passagem de ano só acontece uma vez por ano.
Fiquem bem, tenham uma boa saída de 2013 e uma boa entrada em 2014 e que o novo ano vos traga tudo o que desejarem.

2 de dezembro de 2013

Um susto e um motivo de orgulho

No passado sábado participei numa "venda de garagem" numa associação local. Levei algumas "ternuras" (mais tarde mostro aqui) que fiz para vender e como iria durar todo o dia, os meus filhos quiseram ir para casa da minha mãe.  A avó planeou logo um passeio com os netos "ao centro" da cidade, fazer umas compritas. Foram no "toma" (transporte urbano local) porque os miúdos adoram andar no "toma" e eu fui para a "venda".
A meio da manhã, o susto. Recebo um telefonema de uma senhora que dizia estar com duas crianças e que a avó das crianças tinha desmaiado na rua mas que já tinham chamado uma ambulância. Disse-me onde estavam e que tinha sido o meu filho a dar-lhe o meu número de telefone para me ligar. Larguei tudo (a sorte é que estava a dividir o meu espaço com uma amiga que ficou a tomar conta das minhas coisas) e fui buscá-los.
Quando cheguei, ainda lá estava a ambulância com a minha mãe lá dentro. Os paramédicos apressaram-se a garantir que a minha mãe já tinha recuperado e perguntaram-me se era habitual acontecer isto e eu respondi que já se tem sentido mal mas que nunca tinha chegado a desmaiar. Disseram-me que os níveis (açúcar, tensão) estavam normais e que ela não queria ir para o hospital. Nessa altura ela já me dizia que se sentia bem e que queria ir para casa.
A senhora que me ligou também lá estava, assim como outro casal que cuidou dos meus filhos. Eu agradeci e agradeci mas acho que nunca se agradece o suficiente. Contaram-me que a avó se sentou e desmaiou e que os dois estavam a tentar levantá-la. Cada vez que imagino, fico com o coração mais apertado. As pessoas viram aquilo e aproximaram-se para ajudar. Chamaram a ambulância e o meu filho deu-lhes o meu número de telefone para me ligarem. E estavam todos admirados como ele, tão pequeno, sabia de cor o meu número. Expliquei que ele, de vez em quando, quando preciso de sair para ir às compras ou com a irmã à natação, pede-me para ficar em casa, sozinho. Deixo-o, não sem alguma preocupação, mas com uma lista dos números de telefone da mãe, do pai, da avó, para o caso de ele precisar de alguma coisa e uma lista de recomendações "não abrir a porta a ninguém", "não ir para a varanda ou janela", "é como se não estivesses em casa". Entretanto ele decorou o meu número e já não precisa da lista.
Há pessoas que podem pensar que sou uma desnaturada por deixar uma criança de 8 anos sozinha em casa, mas acho que, com os devidos cuidados, é bom começar a dar-lhe alguma autonomia. Aprende a não estar tão dependente de mim e, numa situação de emergência, não entra logo em pânico e consegue ter lucidez para dar o meu número de telefone a alguém para me chamar. É claro que fiquei muito orgulhosa dele. Lá estava ele, o meu homenzinho, a segurar a mão da irmã, a cuidar dela. O meu pequeno herói.
Depois de assinar os papéis  necessários, levei-os a todos de volta à casa da minha mãe. Não quiseram ir para casa, apesar de o pai lá estar, mas a trabalhar. Em casa da avó era mais divertido e ficava a dois passos da minha "venda".
O que aconteceu com a minha mãe é que ela não pode ficar muito tempo sem comer. Quando isso acontece, começa a sentir-se fraca e cansada e tem que comer qualquer coisa. Em casa, senta-se um pouco até recuperar e depois vai comer. Quando saio com ela ou vou com ela às compras, levo sempre um pacote de bolachas porque já sei que assim que acabamos a ronda num supermercado, ela precisa de comer apesar de não se queixar. São 82 anos e a idade não perdoa. Contou-me mais tarde, no sábado, que tinha ido a um sítio, depois voltou atrás e subiu e desceu escadas e que só queria voltar para casa para, então, comer qualquer coisa. Mas cansou-se muito e não aguentou.
Depois disse-me que apesar de gostar muito de sair com os netos, não o vai fazer mais. A única preocupação dela enquanto se sentia a ir abaixo, eram os netos que iam ficar sozinhos no meio da rua. Se por um lado concordo com ela, por outro também penso que, estando lá o neto, conseguiram avisar-me e fui buscá-los. Mas nem consigo imaginar a aflição das crianças. Pode ser que assim ela se habitue a ter umas bolachas na mala e o telemóvel para pedir ajuda.
E assim se passa um sábado...
Espero que o,vosso tenha sido "menos animado".

13 de novembro de 2013

Já está tudo combinado, os pormenores acertados, os valores aprovados, só falta mesmo assinar os papéis e 6ª feira, dia 15, será o último dia. Ao fim de 21 anos e 5 meses, vou voltar a estar desempregada. Tive a sorte de ter um emprego fixo durante tanto tempo, mas como acontece com quase tudo, acabou. A empresa não aguenta tantos encargos e propôs rescisões amigáveis a quem estivesse disponível. Prometeram garantir todos os direitos, indemnização, papéis para o desemprego, etc., e esta amiga decidiu aproveitar a deixa. Se fiz bem ou mal, logo se verá. Estou em paz, estou resolvida com a situação, mas vai custar. Entrei para aqui uma jovenzinha de 19 anos e saio com 40, o que quer dizer nos dias de hoje, uma velha. Durante este tempo conheci muita gente diferente, pessoas boas, pessoas más, pessoas horríveis, pessoas francas, pessoas falsas, pessoas sérias, pessoas do mais desleal possível, mas aprendi a lidar com todas elas, fossem clientes, colegas ou chefias. Aprendi a domesticar o meu mau feitio e a não me envolver tanto em alguns problemas que surgiram. Em alguns casos tornei-me mesmo fria e desligada, "nem quero saber" passou a ser o meu lema. Erradamente. Até porque queria e quero saber e o resultado era levar essa carga para casa e descarregar em cima de quem não tinha culpa mas que sempre aguentou e desvalorizou a "descarga". Por isso quando foi posta na mesa a proposta de saída amigável, o primeiro apoio veio exactamente de casa. "Aceita, diz que estás disponível". É arriscado, mas já não tenho medo. Sei que tenho capacidade para conseguir o que quiser, basta querer. Tenho ideias, tenho projectos, tenho vontade de fazer e aprender. E tenho capacidade para trabalhar. Sempre disse que precisava de um empurrão, espero saber aproveitar.
Como diz a canção, "este é o primeiro dia do resto da tua vida".

2 de outubro de 2013

Tomei uma decisão muito importante. Uma grande alteração na minha vida. É um risco muito grande, principalmente nesta altura do campeonato, mas entre agora ou mais tarde, escolhi agora porque não acredito que mais tarde seja diferente. Tenho que me preparar para as consequências. Felizmente tenho o apoio de quem importa. O resto, "logo se há-de ouvir dizer".

31 de agosto de 2013

Mais uma utilização para a folha de alumínio

Há tempos postei aqui várias sugestões para utilizar a folha de alumínio. Nestas férias descobri mais uma. Este ano, mais uma vez, as férias foram passadas no parque de campismo. E como este ano estava previsto levar as minhas sobrinhas gémeas de 12 anos, achei que era altura de comprar um fogão melhor do que o bico de gás portátil que usava quase sempre. Na verdade, como tenho uma rulote que vem equipada com fogão, esta compra parece desnecessária, mas eu não gosto de cozinhar dentro da rulote e se fosse preciso fazer qualquer coisa no fogão, para 6 pessoas, bem, não me agradava a ideia.
Assim, comprámos o fogão e começámos a dar uso num almoço em que me pediram arroz para acompanhar os grelhados. Mas havia vento e o tacho não fervia. Eu já tinha dito ao meu marido que precisávamos de um tapa-vento, mas como homem que é, achava que não. Então inventei. Peguei na folha de alumínio, dobrei ao meio e prendi na grade do fogão. Funcionou na perfeição e é fácil de arrumar. E limpar.


30 de agosto de 2013

Coisas que se fazem nas férias

Este ano levei as agulhas e linhas (de crochet) comigo para o campismo. O meu filho ainda sugeriu a máquina de costura, mas pensando melhor, deixei-a em casa. Chamem-me maluca mas ainda pensei levá-la. Mas como em férias o tempo não chega para nada, só fiz 2 ou 3 coisitas:

Bolsas decoradas:

 Quando as comprei eram assim, mas achei que eram pouco atraentes e resolvi dar um toque de decoração


Para a  minha bolsa, uma big flor amarela


Para a bolsa da princesa, três flores escolhidas por ela


Ficaram um pouquito mais giras :)

E para que servem estas bolsas no campismo? Para a escova e pasta de dentes, escova de cabelo, papel higiénico e toalhetes. E lá andamos nós todas vaidosas, de bolsa na mão, cada vez que precisávamos de .... lavar as mãos.


6 de agosto de 2013

25 de julho de 2013

  Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao director:
- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?
O director respondeu:
- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- Ah! Entendi. - disse o visitante. Uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.
- Não! - respondeu o director - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?

"Às vezes a vida tem mais opções do que as oferecidas, basta saber enxergá-las".

Agora diga a verdade... você também escolheu o balde, não foi? Semana que vem vou lá ao hospital  fazer uma visitinha...

22 de julho de 2013

Coisas de cabelos cortados

No sábado, mais uma vez, ouvi a frase "Daniel, tenho que te dar dinheiro para ires cortar o cabelo?". Isto foi o meu pai, mais uma vez, a chamar-me a atenção para o cabelo do meu filho, que já estava enorme. Ora, o meu problema, felizmente, não é a falta do dinheiro para cortar o cabelo ao rapaz, mas sim a falta de tempo para o levar a algum sítio com profissionais que cortem cabelo, barbeiro ou cabeleireiro. E foi isso mesmo que respondi ao meu pai, levando o assunto na desportiva e com bom humor. Chegados a casa, já fora de horas para ir à minha cabeleireira, peguei na máquina de cortar cabelo (comprada há alguns anos quando o meu cliente ainda não era esquisito e não pedia poupas e penteados à futebolista com gel) e cá vai disto. Pente 3 na cabeça toda. Só digo que na cabeleireira é mais fácil, o número de queixas "tenho comichão no pescoço" é nulo, o trabalho de limpar todo o cabelo é dela e não meu e o trabalho fica sempre muito melhor. Mas no fim, o cliente ficou todo contente e isso é o que me importa.
No sábado, então, foi dia de cortar o cabelo ao Daniel. Está carequinha e tão giro. Vai ser uma surpresa para os avós quando o virem.
Mas o corte de cabelo do Daniel tem mais que se lhe diga. É que no fim, a irmã lembrou-se que também queria cortar o cabelo. "Mas Sara, a mãe cortou-te a franja a semana passada". "Mas eu quero cortar AGORA igual ao mano!" , "Sara, o mano está careca! Também queres ficar careca??" "SIIIIMM!!", "Mas depois não podes usar os ganchos e as bandoletes!", "NÃO FAZ MAL!"
Depois de muito choro e bate-pé (nova moda) em que estive quase, quase a cortar-lhe o cabelo à escovinha, lá se resignou a ir cortar o cabelo sim, mas na cabeleireira, quando a mãe for.
Ai, gente pequena!

12 de julho de 2013

Ideias, projectos, coisas giras para fazer... Tudo isto a girar na minha cabeça. Se eu tivesse aqui uma máquina de costura ou agulha e linha (de costura, de crochet, etc) saía já qualquer coisa, mas vou ter que esperar até chegar a casa....

 (imagem retirada da net)

11 de julho de 2013

Banda sonora dos meus dias

Abre a porta que está calor
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
PUM-PUM-PUM-PUM,
fecha a porta que está muito barulho
vrrrrr, 
abre a porta que está muito calor cá dentro
VROOMMMMMMM, 
pac-pac-pac, 
fecha a porta que entra o pó
abre a porta que está calor
CLANG-CLANG-CLANG-CLANG, 
fecha a porta que está muito barulho e não se ouve o que o cliente diz ao telefone que só toca na altura em que está barulho
pi-pi-pi-pi-pi,
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
abre a porta que está calor
vrrrrr,
pi-pi-pi-pi-pi,
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
TRRRRRRRREEEEEEEEEE
discussão entre trabalhadores numa língua desconhecida para mim
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
...

(obras na rua, já duram há 1 mês, dizem que acaba para a semana)


26 de junho de 2013

O frasco da maionese, as bolas de golfe e o café

Quando as coisas na vida parecem demasiado IMPORTANTES, quando 24 horas por dia não são suficientes...Lembra-te do frasco de maionese e do café.

Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o...tira a maionese e enche-o com bolas de golfe.
A seguir perguntou aos alunos se o frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim. Então o professor pega numa caixa cheia de caricas e mete-as no frasco de maionese. As caricas encheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de mayonese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar
se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam unânimes "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 taças de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o
professor estava sério e disse-lhes: 
"QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA. As bolas de golfe são as coisas importantes: como a família, os filhos, a saúde, os amigos, tudo o que te apaixona. São coisas, que mesmo que se perdessemos tudo o resto, nossas vidas continuariam cheias. As caricas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.
A areia é tudo o demais, as pequenas coisas.
Se tivéssemos posto 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as caricas nem para as bolas de golfe
O mesmo acontece com a vida. Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca
teríamos lugar para as coisas realmente importantes. Presta atenção às coisas que são cruciais para a tua Felicidade. Arranja tempo para ires ao medico,namora e vai com a tua/teu namorado/marido/mulher jantar fora, Pratica o teu desporto ou hobbie favorito. Haverá sempre tempo para limpar a casa e reparar as canalizações. Ocupa-te das bolas de golfe primeiro, das coisas que realmente importam. Estabelece as tuas prioridades, o resto é só areia..."
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representava o café.
O professor sorriu e disse:
"...O café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a vossa  vida esteja ocupada,sempre haverá espaço para um café com um amigo. "
Copiado da net
 Vai um cafezinho?

29 de maio de 2013

Ainda bem que não posso ir...

Estou aqui a "passear" pela net e a ver coisas giras e interessantes e que eu quero, enfim. E vou dizendo ao meu marido "olha, quando fores à Cash Converters (loja de artigos em 2ª mão) vê se encontras isto, quando vires aquilo diz-me o preço,..". Isto porque ele trabalha em Lisboa e todos os dias tem possibilidade de passar em vários sítios muito interessantes para mim, que não vou lá com a frequência dos meus desejos. Mas depois penso que até é melhor assim, senão seria a desgraça completa. Porque, se por um lado a possibilidade de ter as coisas que quero a um preço mais baixo é muito aliciante, por outro começo a pensar se preciso mesmo, depois chego à conclusão que não preciso, mas fico a pensar que era giro ter. O que me salva é ser poupadinha (há quem chame forreta, agarrada, sovina) e quero as coisas mas não abro os cordões à bolsa. E além disso o meu marido está a olhar para o Discovery e não me liga nenhuma.

Coisas que me acontecem e que acho interessante partilhar - II

Como o meu marido trabalha a recibo verde, tinha que entregar o IRS até ao fim deste mês. Ontem, finalmente, fiz a entrega pela net. Entre esquecer e não me lembrar quase acabava o prazo. E hoje (não podia ser de outra maneira) fiquei a saber que deveria ter entregue também o anexo SS. Podem ler a notícia aqui. Esse anexo vem substituir uma declaração que, no ano passado, os trabalhadores independentes tiveram que preencher no site da Segurança Social. Este ano resolveram juntá-lo ao IRS mas não avisaram ninguém. Ok, parece que nas repartições há uns avisos afixados. Mas fiquem descansados que se não o entregarem, não há problema, a Segurança Social entrará em contacto com os faltosos para que forneçam essa informação (!!). Claro que haverá uma coimazita entre os 50 e os 250 euros, coisa pouca... E pronto, logo lá vou entregar uma declaração de substituição. Ainda estou dentro do prazo mas espero que não haja problemas com isso...
Fiquem bem :)

27 de maio de 2013

Coisas que me acontecem e que acho interessante partilhar...

1- Na passada 6ª feira fui ao Lidl. Coloquei a moeda no carrinho, fiz as compras, paguei e fui para o parque de estacionamento arrumar as compras no carro. Assim que chego ao carro, aparece uma mulher que costuma andar por lá a pedir esmola. Começa a pedir isto e aquilo e eu a dizer que não e ela a insistir, enfim, já devem conhecer a rotina. Não costumo dar esmola, nem moedinha aos arrumadores. Há situações em que prefiro pagar uma sopa ou uma sandes porque vêm ter comigo e dizem que têm fome. Mas esmola não costumo dar. Ainda para mais quando é para o vício ou para o chulo. Aquela não tinha fome até porque queria que eu lhe desse uma garrafa de champanhe! Arrumei as compras sempre atenta a ver se ela não deitava a mão a nada e fui arrumar o carrinho. Quando enfio o cadeado... onde está a moeda? Não está lá, não caiu. Fico feita tonta a olhar para o carro e para o chão e a pensar onde raio estará a moeda! Vem o segurança e pergunta-me se eu não a tinha tirado já. "Não". "Então alguém tirou", diz ele. "Como??" Pergunto eu. "Ah as moedas saem bem, é só puxar. As romenas é que costumam fazer isso. Andava aí uma há bocado". E eu "Ok, então foi isso! Ela andou ali à minha volta e deve ter-se aproveitado enquanto eu arrumava as compras". De volta ao estacionamento, nem sombra dela. Pudera.
Meu conselho: no supermercado, se conseguirem tirem logo a moeda do carrinho. Quanto mim, a lição custou-me um euro.

2- Hoje fui a Lisboa, com a minha filha, para uma consulta. Geralmente vou de autocarro e venho com o meu marido que tem que lá ir todos os dias porque trabalha lá e assim vai-nos buscar no fim da consulta. Mas como a consulta de hoje foi de manhã, fizemos as coisas ao contrário, fomos com ele e viemos de autocarro. Como ia com a minha filha, meti-me num táxi no fim da consulta porque perder-me sozinha no metro é uma coisa, com a miúda é outra. Falta de hábito, é o que é. Como dizia, meti-me num táxi e pedi para me levar ao Campo Grande para apanhar a Rápida da Rodoviária, confiante (dah) que o senhor motorista me deixaria no sítio certo ou perto. Uma coisa interessante é que o terminal das chegadas é "dentro" do recinto. Mas as partidas, pelo menos da Rápida da Rodoviária, são fora do recinto, do outro lado da estrada, enfim uma confusão. Ok, deixou-me na zona das chegadas com a desculpa que não sabia onde eram as partidas. Para pagar 4,25 eur, (pois, de metro é mais barato) dei uma nota de 10 eur mais 25 cêntimos em moedas e pedi factura. Ele dá-me de troco 5 eur e a factura. E eu a ver que o euro estava a ficar esquecido, perguntei "então não são 4 euros?". "Olha, pus aqui o troco e já ficava a moeda". Espertalhão!
Como disse antes, o senhor deixou-me na zona das chegadas. E agora para que lado é? O meu marido bem tinha explicado o caminho, mas para quem conhece é fácil, agora eu que sou uma naba completa, enfim...Quem tem boca vai a Roma e lá descobri para onde tinha que ir. Depois de estar dentro do autocarro com a minha piquena, comecei a juntar as peças: 1º- o "senhor" deve usar a técnica do esquecimento do troco muitas vezes, algumas vezes deve ter sorte. 2º - Como percebeu que eu não sabia onde era o terminal das partidas, para quê dar uma volta tão grande sem perspectivas de arranjar novo serviço? Assim, deixou-me num sítio que para ele era mais jeitoso para arranjar novos clientes e eu que me arranjasse. E assim se presta um "belo" serviço ao cliente! 3º - Por que raio é que a bilheteira da Rodoviária está ao pé das outras bilheteiras, "dentro" do recinto, se os bilhetes se compram na "camioneta" que está parada p'raí a 300 mts fora do recinto? 4º -Da próxima vez presto mais atenção às explicações do meu marido!

23 de maio de 2013

Hoje o meu filho faz anos e é dia de festa!!


E já se passaram 8 anos. Cada vez que olho para ele fico admirada como o tempo passa. Está um homenzinho, desenrascado, despachado, prestável, independente. E feliz. Espero que continue assim.