24 de agosto de 2010

Eu e os relógios

Andar de relógio no pulso é castigo para mim, incomoda, faz comichão, aperta ou está largo, enfim. Por isso há uns bons anos que não uso relógio, até porque tenho relógios em casa, no carro, vejo as horas em casa da minha mãe quando lá deixo os miúdos, chego ao trabalho tenho relógios nas paredes, no computador, nos telefones e a sirene dos bombeiros toca quando é 1 hora, para que é que preciso de usar um acessório que me incomoda?
Há uns dias, depois de uma conversa com dois dos meus irmãos sobre relógios que eles adoram e coleccionam, pensei cá para mim que se calhar até podia usar um relógio. Até tenho alguns arrumados...
Então, ontem de manhã fui à ourivesaria, pus pilha num relógio que o meu marido me ofereceu num Natal há uns anos e saí de lá toda contente com o relógio no pulso.
Cheguei a casa, ao fim do dia, qual foi a primeira coisa que tirei? Relógio.
O que é que eu não trouxe hoje? Relógio. É que nem me lembrei. Só a meio da manhã é que me passou qualquer coisa que me fez olhar para o pulso e me lembrei que o deixei onde o pus, em cima da cómoda do corredor, ao lado dos óculos de sol e do telemóvel, que trouxe.
Falta de hábito, distracção ou simplesmente não ligo a relógios? Sim, é tudo isso!!

2 comentários:

  1. Pois é Cristina, já eu não passo sem o meu. Cada uma com sua mania.

    Bjinhos
    Papinha Doce

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  2. Desabituei-me de usar. Manias....
    eheheh
    Bjos

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Obrigada por ter tempo para ler o que escrevo e dar-me a sua opinião. Espero que volte.
Um abraço!!!