31 de julho de 2010

Bolo de pêras do Algarve


A receita original é com pêras, mas eu costumo fazer com maçãs:
120 gr de farinha
90 gr de açucar
6 colheres de sopa de leite
6 colheres de sopa de óleo
1 colher de chá de fermento
2 ovos
4 pêras (ou maçâs)

Batem-se bem todos os ingredientes e deita-se numa forma untada. Por cima colocam-se as pêras ou maçãs cortadas ao meio. Eu corto em gomos. Vai a cozer em forno pré-aquecido. A meio da cozedura deita-se por cima uma mistura de 50 gr de manteiga, 60 gr de açucar e 1 ovo.
Espero que gostem.
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30 de julho de 2010

Dentista

Há pessoas a quem tudo corre sempre bem, tudo em que se metem sai bem, tudo o que organizam corre perfeitamente. Eu não sou dessas pessoas. Comigo, tudo se complica, sempre. Até uma ida ao dentista.

Ontem, tinha consulta no dentista às 12h30. Ao meio-dia pensei "devia telefonar para saber se a dra. está atrasada ou não, se posso ir à hora marcada". Mas logo a seguir pensei "não vale a pena, o consultório é já ali (5 min a pé)". Asneira. Ponho-me a caminho e quando chego ao consultório:
- Bom dia, tenho consulta agora às 12h30
- Ó d. Ana, então eu liguei-lhe ontem a avisar que a consulta é só às 14h45.
- A mim?? Não!!
- Sim, e disseram que estava bem.
- Desculpe, mas a mim ninguém ligou.
- Liguei já deviam ser 8h da noite.
- Não, não foi para mim.
- Tenho aqui o seu número 91.....
- Ok, já vi onde está o engano. Eu já não tenho esse número há 5 anos.
- Então, mas alguém atendeu e confirmou.
- Sim, mas não fui eu!!

Segundo a recepcionista, a pessoa que atendeu, um homem de sotaque brasileiro, na véspera confirmou a consulta.

Nisto, a jovem pega no telemóvel e toca de ligar para aquele número, perante a minha cara de espanto. Do outro lado atendem e têm a lata de cancelar a consulta, porque estão em viagem.

Isto é muito mau. Primeiro, quando marquei a consulta não me pediram o contacto actualizado, nem eu me lembrei que o número que lá estava já estava desactualizado, apesar de lá estar o número do meu trabalho. Segundo, a pessoa que agora usa esse número ou é muito estúpida e não tem noção da gravidade do que faz ou se acha muito engraçado por fazer partidas destas. É que se desmarca a consulta, como é que eu fico? E se a consulta tivesse sido antecipada? E se a consulta obrigasse a uma deslocação grande que me fizesse faltar ao serviço? E se fosse uma daquelas consultas que ficamos meses à espera? Não se faz.
Se ao atender dissesse que o número é de outra pessoa ou que não tinha marcado nada (até se podia chamar Ana Cristina), a recepcionista teria tentado o meu contacto alternativo. Mas assim, confirmou está confirmado. Não se faz.

Bem, lá fui à consulta às 14h45. Radiografia, "pois é d. Ana, tem aqui uma pequena inflamação, não lhe posso tratar agora do dente. Vai tomar um antibiótico e marcamos já a próxima consulta para então tratarmos o dente."

E larga 65 euros (40 da consulta, 25 da radiografia) por 20 minutos no consultório.

28 de julho de 2010

Pão com chouriço


Um destes domingos, preparei a massa na MFP (usei o preparado para pão branco da Branca de Neve), dividi em porções mais pequenas que estendi, coloquei rodelas de chourição e enrolei para fazer os pãezinhos.
Vai um lanchinho?
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27 de julho de 2010

Sorteio da Hélia

A Hélia, do blog Mais Um Sobre Culinária lançou um passatempo muito fresco e com umas prendinhas muito giras e úteis. E todos podem participar, com e sem blog.
Vá, participem!!

23 de julho de 2010

Bolo com sementes de papoila


Aqui está um bolo que se tornou numa agradável surpresa: o meu filho gostou!! Apesar de, quando o estava a fazer, me ter dito que não o ia comer (por causa das sementes), no dia a seguir disse que quando eu o voltar a fazer, o vai comer todo.
A receita está no blog da Hélia, uma doceira de primeira, e só acrescentei duas colheres de sopa de sementes de papoila (também sugerido por ela). Foi assim que fiz:
200 gr de açucar
250 gr de farinha
100 gr de manteiga
4 ovos
Meio copo de leite
1 colher de sopa de fermento em pó
2 colheres de sopa de sementes de papoila

Colocar tudo no copo da Bimby e programar 1 min, vel 5. Deitar numa forma untada e levar a forno pré-aquecido até cozer.
Vai uma fatia?
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Pataniscas de bacalhau



Desta vez, para aproveitar um resto de bacalhau cozido, resolvi fazer pataniscas. Foi fácil, segui as instruções da embalagem do Frita Fácil da Espiga. Preparei o polme de acordo com as instruções, juntei o bacalhau desfiado, um pouco de cebola e salsa. Fritei em óleo quente e já está. Muito bom.
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Outro sorteio

Hoje vi este sorteio do blog Perfect Drug e também já participei. Este é o prémio:

Vá, participem também.

22 de julho de 2010

Mais um sorteio

O Blog Unhas e Companhia está a fazer o seu primeiro sorteio que é válido até 31 de Julho. Visitem e participem. Este é o prémio :


Eu quero!!!

21 de julho de 2010

Salada Fresca


Um dia destes fui almoçar a casa porque tinha uns restos da véspera e queria aproveitar. Assim, fiz esta salada:
Coloquei no prato alface, por cima o bife de peru grelhado que tinha feito para o jantar do Daniel cortado, depois as batatas e o feijão verde do almoço da véspera, um pouco de milho cozido, um tomate cortado, um pêssego e por cima um molho feito de iogurte e maionese (meio iogurte natural, uma colher sobremesa de maionese, um pouco de sumo de limão). Bem, regalei-me. Sou gulosa, que querem que faça?
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A Tia Preta

O blog Cocó na Fralda chamou-me a atenção para a Tia Preta, uma senhora que mora em Chelas, um bairro complicado em Lisboa, e que acolhe e cuida de crianças que dela precisam. Há anos que lutava contra um cancro na mama e agora descobriu que tem um tumor inoperável na cabeça. Com o devido crédito, reproduzo aqui o texto que a autora, Sónia Santos, publicou nas Selecções do Reader's Digest, porque acho que não é demais divulgar o trabalho de alguém que só quer o bem para os "seus" meninos.
"«Tia, vou à cozinha comer cereais, está bem?». Lizete Baessa ainda não tinha acabado de dizer que sim, «claro meu querido», quando outra voz atropelou a primeira: «Tia, ela não me deixa brincar…». A tia não perde tempo e apressa-se a chamar Lara: «Então? Porque é que não brincas com o Polho?». Lara explica que o miúdo, minúsculo e com ar de reguila, quer ficar com os brinquedos todos. Lizete admoesta o pequeno, pede que façam as pazes, «Vá, vão lá brincar juntos, vá», e claro que nisto um outro pedido se sobrepõe: «Tia, desculpe interromper… Vou só ali ao escritório buscar baunilha, está bem?» E ainda a tia preta ensaiava um «claro, meu amor» quando uma nova súplica se escutou: «Tia…»
Lizete Baessa tem 57 anos e no seu bairro, em Chelas, ela é a «tia preta». Todos a conhecem assim, todos são seus sobrinhos. A sua casa, o seu T2, que comprou à Câmara Municipal, não é sua, na verdade. É de todos os que queiram entrar. Mas não é só entrar. Não é só entrada por saída. A sua casa está aberta para tudo o que se queira. As crianças são livres de chegar de manhã, de tarde, de noite. De comer, tomar banho, ver televisão, fazer os trabalhos de casa, passar a noite. As crianças podem ter mãe e pai mas são, todas elas, os seus meninos. «São os meus meninos, sim. A partir do momento em que entram em minha casa, os miúdos são meus. Os filhos são deles, dos pais deles, mas os miúdos são meus.»
A tia preta vive há 15 anos no bairro de Chelas. Uma zona degradada onde os problemas sociais gritam em cada porta, em cada janela, em cada família. Lizete chegou há 15 anos e não tardou a fazer amigos. Um rapaz ajudou-a a montar a mobília, ela em troca oferecia-lhe comida. Daí a conhecer a irmã foi um instante. E a irmã tinha um bebé de um ano, o Pipo, a quem de imediato ganhou afeição. «Dá-me o teu menino», dizia Lizete à mãe, com o sorriso grande que é a sua marca. Certo é que o Pipo começou a frequentar a casa como quem frequenta a creche. Todos os dias. E depois dele, a irmã, Liliana. E por arrasto os outros, do prédio, das casas do lado, das ruas de trás. Pipo tem hoje 15 anos. Continua a entrar na casa da tia preta como quem chega ao seu próprio lar. Ele, a irmã, e todos os miúdos que se sentem ali melhor do que na casa onde vivem os familiares.
E, no entanto, não é bem como quem entra na sua própria casa. Muitos destes miúdos têm tudo para ser problemáticos. Muitos deles nasceram e vivem em famílias disfuncionais. Muitos terão comportamentos agressivos, muitos poderão ser revoltados, muitos serão como um pé-de-vento nas suas casas. Mas nada disso se nota, nada disso se sente na casa da tia preta. Ali há um respeito que é raro. Todos, dos dois aos 17 anos, pedem «por favor», todos dizem «obrigado», «com licença», ninguém levanta a voz. Se a tia preta diz não, é não. Se a tia preta diz sim, é sim. Naquela casa, têm todos uma educação tão esmerada que parecem fazer parte da mais nobre das famílias. O respeito nota-se até no modo como olham Lizete, um misto de ternura, gratidão e deferência.
«Aqui há regras. Eles respeitam-nas e não é preciso muito. Todos sabem o que fazer, todos sabem como funciona a casa, todos ajudam, como numa família. Claro que às vezes me zango. Tenho ali a ‘sete e quinhentos’ para me ajudar, e o banco do mocho. Qual é a casa onde uma mãe não se zanga com os seus meninos?» A «sete e quinhentos» é uma colher de pau que, apesar de nunca ter tido uso, serve de ameaça séria sempre que alguém foge da linha. O «banco do mocho» é uma pedra que existe à porta de casa, para onde vai quem se porta mal e tem de ir pensar na vida.
A partir das cinco da tarde e até à uma da manhã, a casa de Lizete Baessa é uma verdadeira instituição. Os miúdos começam a chegar da escola e vão ficando. Uns lancham, fazem os deveres e vão embora, outros jantam, outros ficam para dormir. Nunca se sabe. Às vezes, também vêm almoçar. «Ligam da escola a dizer que não gostam do almoço. Perguntam se podem vir comer umas salsichas. Claro que podem. Há sempre comida para mais um.» Para tudo isto, Lizete não conta senão consigo. E com a ajuda de quem, de repente, se lembra dela e da sua «obra» e lhe traz arroz, açúcar, massa, salsichas, atum. De resto, é ela quem gere a casa e os seus meninos. Tudo o que ganha vai para esta família alargada. E a vida, ainda por cima, não quis ser meiga para com ela.
Há quatro anos, esta ex-secretária teve de deixar de trabalhar porque teve de ser operada a uns pólipos que lhe apareceram nos intestinos. Ela não sabe se era o corpo a dar o aviso para algo pior. A verdade é que, dois anos depois, estava no duche, a cantar, como sempre, e de repente calou-se. E assim ficou, calada, com três mamas em vez de duas. Lizete soube imediatamente. «Pensei: estou feita. Percebi logo. Fui à médica de família no dia seguinte de manhã. E passado muito pouco tempo estava no IPO [Instituto Português de Oncologia]. Fui muito bem tratada. O meu carcinoma no peito media 7 centímetros. Estive um ano a fazer sessões de quimioterapia, para o reduzir. Depois fui operada, fiz 36 sessões de radioterapia, e agora continuo com a quimio, duas vezes por mês. Vamos ver… Está estável.»
Quando chegou ao IPO só pediu que não lhe escondessem nada: «Disse: senhor doutor, eu vivo sozinha numa casa cheia de crianças. Preciso de saber o que vai ser de mim, para os poder reunir e explicar.» E assim foi. Nesse dia, há dois anos, reuniu os seus meninos. E colheu reacções fabulosas. A reacção que mais a comoveu foi a dos que fugiram: «Houve um grupo que desapareceu. Disseram: ‘A tia vai morrer. Vamos ficar sem a tia’. E não quiseram esperar para ver. Não quiseram assistir a esse abandono. Foi o modo que tiveram de negar mais um sofrimento, mais uma perda nas suas vidas. Fugiram. Negaram-se a serem deixados. Comoveu-me isto. Mas eu cá continuo! E tenciono continuar!»
Continua e garante que são os seus meninos quem lhe dá força. «Acho que se não os tivesse não estaria aqui, cheia de energia, como se isto do cancro não fosse nada comigo. No dia em que vim do hospital, eles encheram-me a casa, como sempre, e não me deixaram ir à cama. Eles não me deixam parar, sabe minha querida? São a minha alegria. São a minha vida.»
Na casa do lado, vive Pedro. O tio Pedro. É ele que a apoia. É ele quem entra, enquanto a conversa decorre (interrompida mil vezes pela palavra «tia» suplicada por uma voz infantil), para levar roupa para secar. Roupa dos meninos, claro, que ali – como em qualquer casa onde vivem crianças – também se trata das roupas. «Dantes, quando eu tinha loiça em vidro, eles às vezes partiam um prato, um copo. E lá iam a correr bater à porta do tio Pedro para pedir que lhes arranjasse um prato dos seus, um copo dos seus, para eu não me zangar. Coitado! O desgraçado ficou sem serviço. E eu aprendi a lição: agora tenho um serviço de plástico! Mas acredita que também se parte?»
O tio Pedro tem a chave da casa da tia preta. As regras estão definidas. A tia sai e deixa a chave na porta ao lado. Quem chegar primeiro (ela ou uma das muitas crianças) apanha a chave e entra em casa. Às vezes é Lizete quem chega primeiro, outras vezes quando entra já lá está um, dois, dez, vinte. «No Verão chegamos a ser 25 à mesa. Faço uma grande tachada de frango frito ou salada russa. E comemos. E somos felizes. Eles falam comigo sobre tudo o que querem. Às vezes dizem: ‘Tia, preciso falar-lhe’. E eu só pergunto: ‘A sós ou falamos aqui todos?’ E às vezes eles dizem: ‘Hoje é só com a tia’. E eu oiço, dou conselhos, carinho… o que eles precisam. Sobre os pais não sei nada. Não quero saber. Não sei se ganham 100, 200, não sei nem me interessa se ganham mais do que eu. A mim interessam-me os miúdos. É por eles que eu quero fazer alguma coisa. É a eles que eu quero deitar a mão. Segurar. Ter em casa, debaixo de olho.»
A verdade é que ali estão entre iguais. A verdade é que ali têm regras. Têm alguém que lhes pergunta pela escola, pelos trabalhos de casa, pelos testes. Alguém que puxa as orelhas na hora certa. E aplaude quando deve de ser. Alguém que dá comida e colo e limpa o rabo. «Só gostava de ter uma casa maior, para receber mais meninos, ou os mesmos mas com outras condições. E, claro, se pudesse ter mais vezes carne e peixe para lhes dar…». Lizete não tem ajudas. Ou tem, pouquinhas. «Ainda agora fui fazer um contrato com a EPAL… recebi uma factura muito alta para pagar e tive de combinar um pagamento a prestações…», sorri. «O que é que eu hei-de fazer, minha querida? O que é que eu hei-de fazer?»
Fábio tem 16 anos e já perdeu a conta aos anos que frequenta a casa da tia preta. «Essa tia é uma senhora exemplar. Porque nos acolheu, porque nos acolhe, porque nos dá a mão. Porque não nos deixa ficar mal, e podemos contar sempre com ela.» Com ela, com o seu colo, com o seu sorriso. Lizete Baessa é a tia preta. É a mãe (ela que nunca foi mãe de verdade, no sentido de transportar um bebé no ventre), é o pai, é a família que muitos não têm. E que outros têm, mas que só debaixo da sua asa parecem encontrar a paz para poderem aprender a voar. "

Para quem quiser, e puder, levar alguma coisa, a morada da Tia Preta é
Rua Ricardo Ornelas, 375, R/C dto.
Bairro da Flamenga
Chelas.
1950-331 Lisboa

A associação da Tia Preta chama-se Pêndulo da Vida e o NIB para quem quiser ajudar é:
0033 0000 45393107461 05.

20 de julho de 2010

Docinho de morango


Para isto é que servem os frascos que guardo: para os doces que faço. Desta vez fiz doce de morango com morangos da minha horta que já se estavam a estragar. Arranjei os morangos e deixei macerar com açucar loiro de um dia para o outro. As quantidades são mais ou menos 500 gr de açucar para 1 kg de fruta. No dia a seguir coloquei a fruta e a calda num tacho e deixei ferver até reduzir e ficar com a consistência que eu queria. Ainda quente, deitei nos frascos já lavados e enxutos. Com o calor, as tampas vedam bem, impedindo que o doce se estrague.
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Eu adoro morangos!!


Palavras para quê?
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Jardineira de salsichas frescas


Isto de andar sempre a correr e não ter tempo para nada, andava a fazer-me repetir muito a comida. Este fim de semana decidi que já chegava! Pedi emprestados à minha mãe alguns livros de receitas e pesquisei coisas novas. Entre as (muitas) receitas que li este fim de semana, está esta de jardineira de salsichas frescas. Adaptei aos gostos cá de casa (tirei o chuchu) e o resultado é o da foto.

Primeiro alourei as salsichas frescas num pouco de azeite. Retirei as salsichas e deixei arrefecer antes de cortar aos bocados. No azeite refoguei um dente de alho e um pouco de cebola picada. Juntei o tomate (eu usei tomate congelado mas pode-se usar polpa de tomate ou tomate fresco) e deixei cozinhar um pouco. Deitei então o feijão verde e a cenoura e deixei cozinhar mais um bocado. Por fim junteias salsichas e as batatas e deixei acabar de cozinhar.

Perguntei ao Daniel se estava a gostar do jantar: "Ó mãe, as salsichas já marcharam todas, não vês?"
Mas que pergunta a minha...
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13 de julho de 2010

E pronto, já passou

Depois do desabafo, fui navegar um pouco e tinha que partilhar este momento:

Um homem via televisão mas mudava de canal a todo o instante, do canal de desporto para o do filme porno, que mostrava um casal em plena acção.


- "Não sei se assisto ao filme, ou se vejo o jogo", disse para amulher.

- "Pelo amor de Deus, assiste ao filme!" respondeu ela. - "Futebol já tu sabes como se joga..."

Está aqui:
http://www.facebook.com/?ref=home#!/photo.php?pid=483629&id=1811091044

E agora, vamos trabalhar.

Hoje estou cansada

Tirando hoje é todos os dias, mas hoje estou cansada de tudo. Só apetece ir para casa, deitar e ler um bom livro. Esquecer a vida por umas horas. Até o sol tirou um dia de férias. Espero que volte depressa. Quanto a mim, daqui a pouco passa. Que remédio!

9 de julho de 2010

Fazer a ementa da semana

Já há algum tempo que tento fazer a ementa semanal cá para casa. É que a trabalhar fora de casa todo o dia, sinto que preciso mesmo desse tipo de organização porque nem sempre tenho tempo de ir ao talho ou à peixaria comprar a carne ou o peixe para o jantar. E depois chego a casa e falta qualquer coisa. 

Para fazer a ementa, lembrei-me de fazer primeiro a lista do que se come por cá e cheguei à conclusão que afinal o meu pessoal não é tão esquisito como eu pensava, porque consegui uma lista bastante variada. A partir dessa lista, tento fazer a ementa para a semana seguinte. Tenho uma ajuda que é a ementa do Jardim onde anda o Daniel. Assim não corro o riso de repetir ao jantar o que ele comeu ao almoço.

Nem sempre consigo seguir a ementa, ou porque fiz comida a mais e sobra, ou porque me atrasei mais do que previsto e estou tão cansada que é mais fácil ir buscar qualquer coisa  já pronta, etc.

Quando isso acontece, tomo nota do que aconteceu e o que se comeu, e o que tinha previsto para aquele dia passa para a semana seguinte.

Assim também consigo programar melhor as compras e trazer apenas o que vou usar, poupando dinheiro e tempo no supermercado.

8 de julho de 2010

Bolo da Sara

Parece impossível, mas ainda não mostrei o bolo da minha princesa!! Ando tão cansada e com tão pouco tempo livre que nunca mais me lembrei!! Desculpa filha, a mãe não fez de propósito!

Este é o bolo:

Fiz um pão-de-ló simples e recheei com creme de ovos que fiz na bimby (receita de ovos moles). A cobertura e a decoração foi feita com pasta de açucar (a vela e as flores comprei). A habilidade não é muita, mas acho que valeu o esforço :))

7 de julho de 2010

Mãe, estás linda

Ai, é tão bom ouvir isto. E isto porque vesti uma saia, coisa rara. Com um elogio destes, tive que usar o colar que ele me fez para o dia da Mãe.
- Mãe, agora estás mais linda ainda.
Ó p'ra mim a babar-me toda.

Passar a ferro 2

Então, ontem levei a roupa a uma engomadoria porque não estava a conseguir pôr a roupa em dia. Levei a tarde toda de domingo a passar a ferro e quando acabei parecia que o monte de roupa ainda estava na mesma. É que entretanto as 2 máquinas de roupa que lavei nesse dia já estavam secas e já eram horas de fazer jantar, dar banhos, preparar coisas para o dia seguinte. Como não tenho muito tempo livre, a roupa andava a acumular há semanas. Passei-me e decidi levar a roupa à engomadoria que abriu pertinho da minha casa. Ontem à tarde fui buscá-la toda passadinha e arrumadinha no cesto, foi só chegar a casa e pendurar as camisas, arrumar os lençóis, arrumar as roupitas dos pequenos nas gavetas, etc. Impecável. É claro que há coisas que posso passar em casa, mas o resto levo lá. É uma despesa extra, mas como já poupo em tanta coisa, acho que o orçamento vai-se aguentar.

6 de julho de 2010

Óleo em spray para untar


Uma novidade da Espiga que vi hoje na revista das fábricas Lusitana. Muito prático para untar as formas de bolos, tartes, quiches.

Passar a ferro

Neste momento alguém, que não eu, está a passar a minha roupa a ferro. É esquisito. Não estou habituada.

1 de julho de 2010

Panados na Actifry

Um destes dias fiz para o jantar bifinhos de porco e peru panados com arroz de feijão.

Temperei os bifinhos com sal e sumo de limão e deixei ganhar gosto por meia hora. Passei por ovo batido e pão ralado. Tirei a pá da Actifry e coloquei uma taça pequena a tapar o buraco e pincelei com um pouco de óleo. Coloquei os bifinhos na Actifry. Programei 15 minutos, mas a meio do tempo virei os bifinhos com a ajuda de uma tenaz. Ficaram tostadinhos, muito saborosos e sem o óleo característico.

Entretanto fiz um arroz de feijão na Bimby. Coloquei cebola, alho, tomate (da minha horta, congelado) e um pouco de azeite. Programei 5 minutos, temp 100º, vel 1. No fim do tempo triturei na vel 7. A seguir coloquei a borboleta na lâmina, o feijão cozido, um pouco de água, um caldo Knorr (gosto do sabor que acrescenta) e programei 10 min, temp 100º, vel colher inversa. Passado o tempo, juntei 2 chávenas de água e 1 chávena de arroz e deixei cozinhar mais 15 min, mesma temperatura e velocidade.

Para acompanhar fiz uma salada apenas com alface da minha horta, que eu já tinha preparada no frigorífico e temperada com azeite e vinagre de framboesa que a Hélia me ofereceu.

O Daniel e as pernas de frango

-Ó mãe, o que é o jantar?
- Frango no forno com batatas
- Boa, vou comer 2 pernas.
(pensa um pouco)
- Mãe, afinal quero 3 pernas.
- Pois, mas este frango só tem 2 pernas.
-Ó mãe, assim não pode ser. Da próxima vez fazes um frango com 3 pernas.
- Está bem, da próxima vez faço um frango só com pernas.
- Fixe.

Clafoutis de cerejas

Para aproveitar umas cerejas que já estavam a ficar fora de prazo, experimentei uma receita de clafoutis que encontrei na net.
A receita é:
200g de farinha
120g de açúcar
4 ovos
80g de margarina derretida
250ml de leite
500g de cerejas

Pulverizei uma assadeira pirex com um spray próprio.  Coloquei as cerejas (deixei os caroços) na assadeira. Misturei os restantes ingredientes com a batedeira e deitei por cima das cerejas com cuidado e levei ao forno pré-aquecido a 200º, durante cerca de 30 minutos.
Ficou muito bom. O próximo será de pêssegos, para aproveitar alguns que me deram, antes que se estraguem.

E o sol?

Vá lá que hoje o sol apareceu de manhã. Ultimamente só aparece à hora do almoço, mas hoje acordou cedo. Finalmente!!!