7 de setembro de 2012

O regresso à escolinha

Ainda não contei como foi o regresso dos meus filhos à vida escolar porque, com as correrias todas, ainda não houve tempo. Não há muito para contar, porque correu às mil maravilhas. Sarita começou no jardim, na mesma sala e com as mesmas educadoras que foram do irmão. Para mim é mais fácil porque já as conheço e elas a mim e assim não há surpresas (espero). Como ficou com muitos dos colegas da creche, a transição foi mais fácil. O irmão vai lá muitas vezes visitá-la porque é um mano-galinha e tem sempre que ver como está a "minha (sua) pequenita". Em casa andam às turras, mas isso não interessa nada.
O Daniel está no ATL até começarem as aulas mas todos os dias pergunta se já pode levar a mochila com os livros novos. Seria tão bom se este entusiasmo se mantivesse o ano todo...
Tenho ido buscá-los todos os dias porque a minha mãe ainda está no hospital e não quero sobrecarregar o meu pai tanto tempo com os netos (apesar de ele adorar). Assim, saio do trabalho, vou buscá-los à escola, deixo-os com o avô que já tem o lanche a jeito para eles, vou ao hospital e depois vou buscá-los para irmos para casa.
Para a semana começam as aulas e o meu homenzinho já vai para o 2º ano. Está um crescido.
Coisas mai ricas da mãe.

6 de setembro de 2012

Eu gosto mesmo é de ler blogs de pessoas que têm tudo muito organizado e cujas vidas são um mar de tranquilidade. E depois admitem que afinal até têm montes de ajuda (do marido, dos pais, dos sogros, da empregada, ...), que têm horários porreiros, que não têm filhos ou que os mesmos já são crescidos o suficiente para ajudarem e que só agora é que atingiram esse ponto zen.
Ou seja, ainda há esperança para mim.

5 de setembro de 2012

E quem é que ao 2º dia de trabalho está tão, tão cansada?

Euzinha, pois é!
Para acabar as férias em grande, passei a última noite das mesmas na urgência do hospital com a minha mãe. Há semanas, senão meses, que se queixava de dores na zona abdominal. "Mãe, vamos ao médico", "Não é preciso que já passa". Todos os dias eu falava com ela por telefone ou pessoalmente e nunca se queixava de nada. Às vezes descaía-se e deixava passar que tinha vomitado ou que tinha passado o dia deitada com dores. E eu a insistir para ir ao médico e ela a recusar. Eu a "ralhar" com ela e ela a esquivar-se.
Até que na 6ª feira passada, à noite, as dores deviam ser tantas que lá me telefonou a pedir para ir com ela ao hospital. Disse-lhe para ligar para o 112 e lá fomos.
O problema é na vesícula, uma pedrinha, e desde essa altura que está internada. Não foi operada ainda e nem sei se será, mas já não tem dores, está a dieta e farta de estar no hospital. E eu cá ando a correr entre o trabalho, casa dos meus pais, escola, visita ao hospital, minha casa.
Estou assim a modos que cansadita.

3 de setembro de 2012

Hoje eles, amanhã eu...

E assim regressamos à nossa rotina. Hoje pai e filhos já regressaram aos seus postos de trabalho e amanhã recomeço eu.
A minha piquena lá foi toda contente para o jardim "puque já sou quescida". A mochila às costas com a muda de roupa e os lençóis para a sesta. A Kitty que a avó fez ia no braço e foi a companhia escolhida para as sestas deste ano. O meu homenzinho lá foi também, não tão contente como a irmã, mas assim que chegou e reencontrou as educadoras, as professoras e as funcionárias que tão bem conhece, lá melhorou a disposição. Alguns amigos também já lá estão, por isso vai ser um dia bom. Até a febrita e dor de cabeça do fim de semana vai passar.
O pai também já foi trabalhar e amanhã recomeço eu.
Entretanto ainda falta pôr algumas coisas em ordem, por isso cá vou eu tratar de me despachar porque o relógio não pára.
Um abraço e até outro dia.