15 de março de 2013

Estava eu aqui sossegadita a navegar na net trabalhar, quando chega uma colega. Levantei-me para ir ter com ela à porta e diz-me ela "tás mais magra". Oh pá, fiquei tão contente. Não sou neurótica com o peso, mas tenho-o em excesso e como passo o dia todo sentada, ele tem tendência a aumentar.
Mas de há uns meses para cá tenho tido mais cuidado com a alimentação, como sempre a sopa no início da refeição, noto que as porções do 2º prato já diminuíram, bebo água durante o dia, faço lanches a meio da manhã e da tarde sempre que possível e com fruta ou iogurte, frutos secos, umas bolachas integrais. Claro que às vezes a coisa descarrila, mas no geral tenho tido cuidado. Não me tenho pesado porque a balança lá de casa ficou sem pilhas e porque não gosto de me pesar na farmácia porque ficam todos a saber e ninguém tem nada com o meu peso. E assim não entro em paranóia.
Fazer exercício tem sido complicado, ainda não consigo me organizar nesse sentido, mas sempre que posso ando a pé. Ainda hoje deixei o carro em casa dos meus pais (os meus filhos ficam lá depois da escola) e vim a pé para o trabalho, são 10 minutos de caminhada para cada lado e com o passeio a seguir ao almoço, sempre é melhor que nada.
Mas voltando ao início deste post, fiquei tão contente!! É uma perda lenta, mas espero que eficaz. E se conseguir manter e melhorar os bons hábitos, espero que definitiva.

8 de março de 2013

Para reflectir

Hoje li isto no facebook:

UM PUNHADO DE SAL

"O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim. - disse o jovem sem pensar duas vezes.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse junto com ele ao lago. Os dois caminharam em silêncio, e quando chegaram lá o mestre mandou que o jovem jogasse o sal no lago. O jovem então fez como o mestre disse.
Logo após o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
O jovem assim o fez e enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - o jovem disse sem pestanejar.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.
- Não. - disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem em detrimento do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago."

Dia Internacional da Mulher

Ia escrever muita coisa sobre o dia da Mulher que devia ser todos os dias e blá, blá, blá... Mas o que importa neste dia, e em todos os outros, são as mulheres que ainda não conseguiram ter os seus direitos assegurados, seja na vida pessoal, seja na vida profissional. E por isso lembro aqui a origem desse dia.

PORQUÊ O DIA 8 DE MARÇO
Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.

O QUE SE PRETENDE COM A CELEBRAÇÃO DESTE DIA
Pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher. 

Um bom dia para todos, homens e mulheres.

7 de março de 2013

As Ternuras da Cristina

Nasci agora. Querem visitar-me?

Coisas de crianças e sopa

Quando a barriga da sopa está cheia (porque também há a barriga do jantar que às vezes enche logo e a barriga da sobremesa que está sempre vazia, sem falar da barriga do iogurte, do chocolate, etc.), começam as negociações:
-Não quero mais sopa...
- Só mais duas colheres!
- Já comi as duas colheres...
- Não vi! Repete para eu ver.
- ...
- Foram duas colheres muito mal cheias, não tinham sopa nenhuma! Vá, mais duas colheres bem cheias (já conto 6 ou estou enganada?)

Lá em casa são só mais duas colheres para acabar a sopa, mas têm que ser bem cheias e como a mãe está sempre a olhar para outro lado nem sempre vê se está bem cheia e tem que se repetir... Mas são só mais duas...
Eu vou parar ao inferno por estar a enganar as crianças!!!