25 de julho de 2013

  Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao director:
- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?
O director respondeu:
- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- Ah! Entendi. - disse o visitante. Uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.
- Não! - respondeu o director - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?

"Às vezes a vida tem mais opções do que as oferecidas, basta saber enxergá-las".

Agora diga a verdade... você também escolheu o balde, não foi? Semana que vem vou lá ao hospital  fazer uma visitinha...

22 de julho de 2013

Coisas de cabelos cortados

No sábado, mais uma vez, ouvi a frase "Daniel, tenho que te dar dinheiro para ires cortar o cabelo?". Isto foi o meu pai, mais uma vez, a chamar-me a atenção para o cabelo do meu filho, que já estava enorme. Ora, o meu problema, felizmente, não é a falta do dinheiro para cortar o cabelo ao rapaz, mas sim a falta de tempo para o levar a algum sítio com profissionais que cortem cabelo, barbeiro ou cabeleireiro. E foi isso mesmo que respondi ao meu pai, levando o assunto na desportiva e com bom humor. Chegados a casa, já fora de horas para ir à minha cabeleireira, peguei na máquina de cortar cabelo (comprada há alguns anos quando o meu cliente ainda não era esquisito e não pedia poupas e penteados à futebolista com gel) e cá vai disto. Pente 3 na cabeça toda. Só digo que na cabeleireira é mais fácil, o número de queixas "tenho comichão no pescoço" é nulo, o trabalho de limpar todo o cabelo é dela e não meu e o trabalho fica sempre muito melhor. Mas no fim, o cliente ficou todo contente e isso é o que me importa.
No sábado, então, foi dia de cortar o cabelo ao Daniel. Está carequinha e tão giro. Vai ser uma surpresa para os avós quando o virem.
Mas o corte de cabelo do Daniel tem mais que se lhe diga. É que no fim, a irmã lembrou-se que também queria cortar o cabelo. "Mas Sara, a mãe cortou-te a franja a semana passada". "Mas eu quero cortar AGORA igual ao mano!" , "Sara, o mano está careca! Também queres ficar careca??" "SIIIIMM!!", "Mas depois não podes usar os ganchos e as bandoletes!", "NÃO FAZ MAL!"
Depois de muito choro e bate-pé (nova moda) em que estive quase, quase a cortar-lhe o cabelo à escovinha, lá se resignou a ir cortar o cabelo sim, mas na cabeleireira, quando a mãe for.
Ai, gente pequena!

12 de julho de 2013

Ideias, projectos, coisas giras para fazer... Tudo isto a girar na minha cabeça. Se eu tivesse aqui uma máquina de costura ou agulha e linha (de costura, de crochet, etc) saía já qualquer coisa, mas vou ter que esperar até chegar a casa....

 (imagem retirada da net)

11 de julho de 2013

Banda sonora dos meus dias

Abre a porta que está calor
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
PUM-PUM-PUM-PUM,
fecha a porta que está muito barulho
vrrrrr, 
abre a porta que está muito calor cá dentro
VROOMMMMMMM, 
pac-pac-pac, 
fecha a porta que entra o pó
abre a porta que está calor
CLANG-CLANG-CLANG-CLANG, 
fecha a porta que está muito barulho e não se ouve o que o cliente diz ao telefone que só toca na altura em que está barulho
pi-pi-pi-pi-pi,
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
abre a porta que está calor
vrrrrr,
pi-pi-pi-pi-pi,
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
TRRRRRRRREEEEEEEEEE
discussão entre trabalhadores numa língua desconhecida para mim
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
Tic-tic-tic, toc-toc-toc, 
...

(obras na rua, já duram há 1 mês, dizem que acaba para a semana)