As férias foram tão, mas tão boas. Quase um mês só para a minha vidinha, para os meus filhotes, para o marido, apesar de termos tido apenas duas semanas os 4 juntos. Ele começou mais cedo para ficar com os filhos e quando ele foi trabalhar eu fiquei mais uns dias com os miúdos.
Nas semanas em que estivemos os 4 juntos fomos acampar, coisa que todos adoramos e foi óptimo (apesar da chuva e depois o vento e novamente a chuva). O Daniel aprendeu a andar de bicicleta sem rodinhas e, como nem sempre conseguiu fazer "aterragens perfeitas", acabou as férias cheio de nódoas negras e raspadelas mas feliz da vida com esses troféus. Como estávamos no parque de campismo, ele podia andar à vontade de bicicleta e então lá ia ele, com os amigos que fez por lá, dar voltas e voltas ao parque.
A irmã também queria ir, mas de triciclo não conseguia acompanhá-lo e zangava-se e refilava com ele.
Também aproveitei as férias, e o campismo, para tirar a fralda à Sara. Agora já é uma menina crescida e faz o chichi e cócó no penico. Às vezes lá há um descuido mas já se controla bem, mas no início eu dava graças por estarmos no parque, tantas foram as vezes que o chichi lhe corria pelas pernas abaixo.
Outra novidade é que o Daniel já vai começar o 1º ano (1ª classe). Está todo contente, já tem os livros e o material todo a postos para começar na 2ª feira. Mas apesar de continuar na mesma escola, no ATL, com alguns dos coleguinhas do ano anterior (transita do Jardim para o Ensino Básico) e de conhecer as crianças dos outros anos (a escola tem até ao 4º ano), os primeiros dias foram de ansiedade. Estranhou um pouco a mudança mas acho que já está a passar.
Ai como eles crescem depressa...
Coisas que gosto de fazer, ver e ler. Coisas que gosto de partilhar. Coisas que gosto de aprender.
9 de setembro de 2011
2 de agosto de 2011
As coisas que me fazem vir aqui
Eu tenho andado meio fora daqui. É a falta de tempo, é o trabalho, é a casa, é tudo e mais alguma coisa. Mas não resisti a vir aqui para comentar uma coisa. Então a Júlia Pinheiro deixa de apresentar o Peso Pesado e vem a Bárbara Guimarães? Enfim, vai de mal a pior.
E agora um beijinho para quem me lê. Um dia destes volto para actualizar.
E agora um beijinho para quem me lê. Um dia destes volto para actualizar.
10 de julho de 2011
1 de julho de 2011
30 de junho de 2011
Menos uma coisa para me preocupar
O Daniel está a ajudar-me a cortar feijão verde. Ele corta as pontas, numa tábua, com uma uma faca pequena e que corta bem manteiga no verão. Mas ele não se importa, porque está a ajudar a mãe. E a mãe está toda contente porque o seu menino pequenino já é um homenzinho que ajuda na cozinha.
Depois de alguma conversa, digo-lhe que é muito bom que ele aprenda a estar na cozinha, aprenda a cozinhar, etc. "Mas mãe, eu não preciso, tu fazes". "Sim, filho, por agora eu faço. Mas imagina que te casas e a tua mulher não sabe ou não pode cozinhar. Ou que vais morar sozinho. Tens que saber preparar a tua comida, para não passares fome". "Mas mãe, quando eu for crescido e tiver fome, como bolos de arroz e iogurtes líquidos".
E pronto, tá resolvido.
Depois de alguma conversa, digo-lhe que é muito bom que ele aprenda a estar na cozinha, aprenda a cozinhar, etc. "Mas mãe, eu não preciso, tu fazes". "Sim, filho, por agora eu faço. Mas imagina que te casas e a tua mulher não sabe ou não pode cozinhar. Ou que vais morar sozinho. Tens que saber preparar a tua comida, para não passares fome". "Mas mãe, quando eu for crescido e tiver fome, como bolos de arroz e iogurtes líquidos".
E pronto, tá resolvido.
22 de junho de 2011
Uma grande mudança na minha vida
Parece muito dramático, mas não é. E digo isto agora, passado um mês, porque na altura a mudança custou-me bastante. Até parece que não tenho mais nada com que me preocupar, mas achei bem partilhar este momento.
Então, o que aconteceu é que resolvi largar a minha mala XL. Troquei-a por uma "pochete", uma malinha de pôr a tiracolo.
Sempre achei que devia levar na mala todas as tralhas possíveis e imaginárias, porque de certeza que iria precisar:
- A minha mãe sempre me disse para ter na mala uma escova ou um pente para me compôr (nunca usei porque assim que chego ao trabalho, se for preciso, uso a escova que tenho na minha gaveta já com esse objectivo).
- A agenda é essencial, mesmo que passe o ano sem a abrir, mas está lá porque pode fazer falta.
- Os cartões dos supermercados, do talho, da peixaria, da loja de roupa, etc. porque assim estão à mão se precisar.
- A bolsa com papéis e documentos que podiam ter ficado em casa
- Os boletins de saúde dos filhos
- Uma garrafita de água porque quando saímos com crianças elas têm sempre sede.
- Aquela revista para lermos enquanto esperamos alguma coisa em algum sítio.
- Os brinquedos que os filhos teimosamente trazem e que prometem que levam e no fim vão para a mala da mãe porque eles já estão cansados e ficam lá dias porque eles se esquecem e eu também :p
- O telemóvel
- Sem esquecer a carteira para todos os cartões anteriormente mencionados e a carteirinha das moedas porque a carteira está tão cheia que a parte do porta moedas não consegue fechar e deixa as moedas fugirem para dentro da mala.
Depois de ter ficado uma semana sem carro e ter que ir a pé para o trabalho, cheguei à conclusão que já não aguentava com o peso da mala. E ainda por cima o carro iria ficar mais umas semanas na oficina e teria que continuar a andar a pé.
A mala com as tralhas todas pesava, à vontade 2,5 kg. (sem a água)
Foi então que tomei a grande decisão: trocá-la por outra mais pequena. Fiz uma escolha daquilo que realmente precisava (e é tão pouco), comprei uma malinha pequena (ao fim de uma semana a namorá-la na loja), comprei uma carteirinha pequena onde só cabem as notas, as moedas e o multibanco e passei a andar menos carregada. Foi cá um alívio!!
E o mais engraçado é as coisas que deixei em casa, nem me fazem falta! A agenda também ficou em casa, troquei-a por um bloquinho de apontamentos e actualizo-a à noite se houver alguma coisa para actualizar.
Ontem, achei que tinha saudades da mala grande e espaçosa e por isso levei-a para o trabalho. Arrependi-me logo! Não conseguia encontrar a carteira, depois o telemóvel, depois as chaves para abrir o escritório. Enfim, um caos! Mas já me curei e voltei à minha pequena "pochete".
Acho que é tudo uma questão de organização. E no meu caso, bem preciso de me organizar.
Então, o que aconteceu é que resolvi largar a minha mala XL. Troquei-a por uma "pochete", uma malinha de pôr a tiracolo.
Sempre achei que devia levar na mala todas as tralhas possíveis e imaginárias, porque de certeza que iria precisar:
- A minha mãe sempre me disse para ter na mala uma escova ou um pente para me compôr (nunca usei porque assim que chego ao trabalho, se for preciso, uso a escova que tenho na minha gaveta já com esse objectivo).
- A agenda é essencial, mesmo que passe o ano sem a abrir, mas está lá porque pode fazer falta.
- Os cartões dos supermercados, do talho, da peixaria, da loja de roupa, etc. porque assim estão à mão se precisar.
- A bolsa com papéis e documentos que podiam ter ficado em casa
- Os boletins de saúde dos filhos
- Uma garrafita de água porque quando saímos com crianças elas têm sempre sede.
- Aquela revista para lermos enquanto esperamos alguma coisa em algum sítio.
- Os brinquedos que os filhos teimosamente trazem e que prometem que levam e no fim vão para a mala da mãe porque eles já estão cansados e ficam lá dias porque eles se esquecem e eu também :p
- O telemóvel
- Sem esquecer a carteira para todos os cartões anteriormente mencionados e a carteirinha das moedas porque a carteira está tão cheia que a parte do porta moedas não consegue fechar e deixa as moedas fugirem para dentro da mala.
Depois de ter ficado uma semana sem carro e ter que ir a pé para o trabalho, cheguei à conclusão que já não aguentava com o peso da mala. E ainda por cima o carro iria ficar mais umas semanas na oficina e teria que continuar a andar a pé.
A mala com as tralhas todas pesava, à vontade 2,5 kg. (sem a água)
Foi então que tomei a grande decisão: trocá-la por outra mais pequena. Fiz uma escolha daquilo que realmente precisava (e é tão pouco), comprei uma malinha pequena (ao fim de uma semana a namorá-la na loja), comprei uma carteirinha pequena onde só cabem as notas, as moedas e o multibanco e passei a andar menos carregada. Foi cá um alívio!!
E o mais engraçado é as coisas que deixei em casa, nem me fazem falta! A agenda também ficou em casa, troquei-a por um bloquinho de apontamentos e actualizo-a à noite se houver alguma coisa para actualizar.
Ontem, achei que tinha saudades da mala grande e espaçosa e por isso levei-a para o trabalho. Arrependi-me logo! Não conseguia encontrar a carteira, depois o telemóvel, depois as chaves para abrir o escritório. Enfim, um caos! Mas já me curei e voltei à minha pequena "pochete".
Acho que é tudo uma questão de organização. E no meu caso, bem preciso de me organizar.
21 de junho de 2011
16 de junho de 2011
Eu não vi o eclipse...
Havia muitas nuvens. Só consegui ver a lua cheia já o eclipse tinha acabado há muito tempo.
Mas vi o Google.
(Google)
15 de junho de 2011
Maquilhagem II
Descobri este protector solar com cor. Acabaram-se as desculpas de falta de tempo para aplicar tanta coisa na cara de manhã. De uma vez só tenho a protecção e a base. Agora já posso sair de casa toda pipoca.
14 de junho de 2011
Conservar feijão verde
Este ano decidi experimentar uma coisa diferente na conservação dos legumes, começando pelo feijão verde. Nos anos anteriores, tenho congelado o feijão, depois de o lavar e cortar a gosto. Mas o problema é que, passado algum tempo, o feijão começa a ter mau gosto e ninguém come.
O ano passado andei a pesquisar como conservar frutas e doces e agora resolvi aplicar essa pesquisa ao feijão verde.
Parece muito complicado mas não é.
Só precisam de feijão verde, frascos (os meus são do grão cozido de compra), água, sal e ervas aromáticas (ou não).
Para começar esterilizei os frascos e as tampas numa panela cheia de água, que deixei ferver uns 5 minutos.
Entretanto lavei e cortei o feijão em pedaços (podem deixar inteiros ou cortar em juliana conforme o vosso gosto).
Retirei os frascos da água quente com a ajuda de uma tenaz, escorri-os e coloquei-os em cima de um pano limpo. Enchi-os com o feijão. A seguir deitei por cima, até encher, 1 litro de água que ferveu com 1 colher de chá de sal e um pouco de ervas aromáticas.
Fechei os frascos e coloquei-os numa panela com água (usei a mesma onde esterilizei os frascos), e deixei ferver cerca de 15 minutos.
Esta fervura é importante porque, além de cozer o feijão, ajuda a vedar os frascos em segurança, eliminando os microorganismos que, de outra maneira, deterioram as conservas.
Umas notinhas de explicação: 1- é importante que os frascos e as tampas vedem bem, por isso uso os frascos do grão cozido de compra, das salsichas, da maionese, dos pickles, porque fazem o "click" quando os abrimos, o que nos garante que a conserva está boa. 2- eu fervi os frascos na panela, porque eram poucos, mas podem lavá-los na máquina da loiça ou utilizar o esterilizador de biberões. Da próxima vez é o que eu vou fazer, até porque é mais rápido e seguro. 3- Se a conserva ficar bem feita, o prazo de validade é de 1 ano. Se não ficar, notam logo porque começa a fermentar e a tampa incha e fica com mau aspecto.
Espero que gostem.
O ano passado andei a pesquisar como conservar frutas e doces e agora resolvi aplicar essa pesquisa ao feijão verde.
Parece muito complicado mas não é.
Só precisam de feijão verde, frascos (os meus são do grão cozido de compra), água, sal e ervas aromáticas (ou não).
Para começar esterilizei os frascos e as tampas numa panela cheia de água, que deixei ferver uns 5 minutos.
Entretanto lavei e cortei o feijão em pedaços (podem deixar inteiros ou cortar em juliana conforme o vosso gosto).
Retirei os frascos da água quente com a ajuda de uma tenaz, escorri-os e coloquei-os em cima de um pano limpo. Enchi-os com o feijão. A seguir deitei por cima, até encher, 1 litro de água que ferveu com 1 colher de chá de sal e um pouco de ervas aromáticas.
Fechei os frascos e coloquei-os numa panela com água (usei a mesma onde esterilizei os frascos), e deixei ferver cerca de 15 minutos.
Esta fervura é importante porque, além de cozer o feijão, ajuda a vedar os frascos em segurança, eliminando os microorganismos que, de outra maneira, deterioram as conservas.
Umas notinhas de explicação: 1- é importante que os frascos e as tampas vedem bem, por isso uso os frascos do grão cozido de compra, das salsichas, da maionese, dos pickles, porque fazem o "click" quando os abrimos, o que nos garante que a conserva está boa. 2- eu fervi os frascos na panela, porque eram poucos, mas podem lavá-los na máquina da loiça ou utilizar o esterilizador de biberões. Da próxima vez é o que eu vou fazer, até porque é mais rápido e seguro. 3- Se a conserva ficar bem feita, o prazo de validade é de 1 ano. Se não ficar, notam logo porque começa a fermentar e a tampa incha e fica com mau aspecto.
Espero que gostem.
12 de junho de 2011
11 de junho de 2011
Doces e mais doces
E quando têm fruta em risco de se estragar, o que fazem? Eu cá por mim, como o que me apetece e com o que sobra faço doces!
Foi o que aconteceu com as nectarinas da Hélia e com os morangos da minha horta. Uns ricos serões passados na cozinha a arranjar fruta e a fazer doce. Sim, porque a fruta não escolhe o fim-de-semana para ficar madura e, das duas uma, ou se deixa estragar (náa) ou se aproveita depois dos piquenos irem dormir para se trabalhar.
O doce de morango na foto tinha acabado de ser enfrascado. E logo há mais...
10 de junho de 2011
O bolo dos 6 anos do Daniel - versão escolinha
E o meu menino já tem 6 anos!! E, claro, teve direito a bolinho feito pela mamã para levar para a escola.
Mais uma vez a receita que uso sempre, mas desta vez usei sumo e raspa de laranja na massa e foi recheado com leite condensado cozido (humm). Os piratas são do filhote.
Estava sem ideias para enfeitar o bolo. Num momento o rapaz quer o Faísca McQueen, noutro momento são os BeyBlade, os Gormitis, enfim. Como só tive tempo para enfeitar o bolo depois de ele ir dormir (para levar no dia seguinte de manhã), lembrei-me de ir cuscar o quarto dele. E lá encontrei os piratas. Sim, ele estava a dormir e nem deu conta. No dia seguinte, quando viu o bolo, ficou todo contente. De tal maneira, que tive que fazer outro bolo igual, mas maior, para o almoço com a família no fim-de-semana.
Mais uma vez a receita que uso sempre, mas desta vez usei sumo e raspa de laranja na massa e foi recheado com leite condensado cozido (humm). Os piratas são do filhote.
Estava sem ideias para enfeitar o bolo. Num momento o rapaz quer o Faísca McQueen, noutro momento são os BeyBlade, os Gormitis, enfim. Como só tive tempo para enfeitar o bolo depois de ele ir dormir (para levar no dia seguinte de manhã), lembrei-me de ir cuscar o quarto dele. E lá encontrei os piratas. Sim, ele estava a dormir e nem deu conta. No dia seguinte, quando viu o bolo, ficou todo contente. De tal maneira, que tive que fazer outro bolo igual, mas maior, para o almoço com a família no fim-de-semana.
9 de junho de 2011
Entreter gente pequena
No dia 4 de Junho, fomos a um almoço dos antigos combatentes da companhia do meu sogro, quando esteve na guerra em Angola.
Como sei que essas coisas são sempre cansativas para a gente pequena, levei para cada um dos meus filhos uma mochila com brinquedos e lápis e livros para pintar.
Em 1º plano a minha filha (de chapéu, claro) a pintar com uma das minhas sobrinhas. Os meninos que estão atrás vieram juntar-se ao nosso grupo para brincar um pouco.
E assim se passou uma tarde sem birras e sem problemas.
Como sei que essas coisas são sempre cansativas para a gente pequena, levei para cada um dos meus filhos uma mochila com brinquedos e lápis e livros para pintar.
E assim se passou uma tarde sem birras e sem problemas.
Agora foi a vez da sopa para congelar
Costumo congelar os legumes em caixas para usar mais tarde em sopas, guisados, o que for. Depois vi numa das cozinhas que visito, "A Economia cá de Casa", esta ideia de congelar os legumes para a sopa em saquinhos individuais. Mas agora evoluí: fiz a base da sopa e congelei em caixinhas o equivalente à dose diária.
É como a Jardineira, é básico mas só agora me lembrei. E foi por causa do post da Jardineira que, em conversa com a minha colega, ela me contou que faz assim.
No fim-de-semana faço a sopa, separo as doses, congelo. De manhã, antes de sair de casa, tiro uma caixa para descongelar e à hora do jantar junto o que quiser para compôr a sopa: agrião, feijão verde, grão, etc.
Para fazer esta base usei batata, cenoura, courgete, nabo, alho francês, alho, azeite.
Fica a sugestão para quem quiser aproveitar, no caso de ainda não o fazerem.
É como a Jardineira, é básico mas só agora me lembrei. E foi por causa do post da Jardineira que, em conversa com a minha colega, ela me contou que faz assim.
No fim-de-semana faço a sopa, separo as doses, congelo. De manhã, antes de sair de casa, tiro uma caixa para descongelar e à hora do jantar junto o que quiser para compôr a sopa: agrião, feijão verde, grão, etc.
Para fazer esta base usei batata, cenoura, courgete, nabo, alho francês, alho, azeite.
Fica a sugestão para quem quiser aproveitar, no caso de ainda não o fazerem.
8 de junho de 2011
De maneiras que... não tenho fotografia para vos mostrar, mas posso tentar descrever o franguinho guisado que fiz ontem para o jantar. É que lá em casa cozinha-se todos os dias, ao jantar, mas cá a menina só se lembra da fotografia quando já não há nada para mostrar. E às vezes até faço uns petiscos que ficam mesmo bons. Por isso, a partir de agora vai ser assim: se há foto, óptimo, se não há foto, paciência.
Então ontem o jantar foi frango guisado com ervilhas e puré de batata.
No tacho coloquei um pouco de azeite, alho, cebola, tomate, enfim, o habitual para fazer o refogado. E enquanto começava a aquecer, fui deitando lá para dentro as perninhas, coxas e peitos de frango arranjadinhas e sem pele. Acrescentei um pouco de polpa de tomate para dar cor, meio caldo knorr, um pouco de ervas aromáticas e tapei o tacho com o lume entre o médio e o baixo para ir cozinhando devagar. Enquanto isso descascava as batatas para o puré.
Quando já estava apuradinho e saboroso como eu gosto (demorou mais ou menos o tempo de descascar as batatas, dar banho a dois piolhitos e vestir a piolhita), juntei ervilhas (da minha horta) e deixei acabar de cozinhar.
Ai que pena não ter fotos!
Quanto ao puré, depois de as batatas estarem cozidas, esmaguei-as para uma tigela, juntei um pouco de manteiga, noz moscada e leite morno. É só mexer bem e juntar mais leite se for preciso, conforme a consistência que gostem.
E prontos, não sobrou nada para amostra.
Umas notinhas de explicação: 1- não usei sal. O caldo knorr já é salgado e as ervas aromáticas dão o sabor necessário à comida. Ando a fazer estas experiências na cozinha (a culpa é da Hélia), mas maridinho ainda não percebeu, senão chama-me maluca. Até descobrir, vai comendo, ou por falta de opção ou porque está bom mesmo.
2- Não acrescentei líquidos ao frango. Tinha pensado juntar um pouco de cerveja mas não foi preciso porque ele largou bastante água.
3- Usei a polpa de tomate porque aquela que eu fiz já acabou e até haver tomates na minha horta, tenho que me desenrascar como as outras pessoas e comprar.
4- Nunca deixo apurar o refogado antes de colocar lá a carne ou frango, o que for. Prefiro colocar os ingredientes todos e deixar cozinhar. Além de ser mais saudável, o meu estômago prefere. De outra forma, é só azia.
E prontos... se tiverem alguma dúvida ou sugestão é só dizer.
Então ontem o jantar foi frango guisado com ervilhas e puré de batata.
No tacho coloquei um pouco de azeite, alho, cebola, tomate, enfim, o habitual para fazer o refogado. E enquanto começava a aquecer, fui deitando lá para dentro as perninhas, coxas e peitos de frango arranjadinhas e sem pele. Acrescentei um pouco de polpa de tomate para dar cor, meio caldo knorr, um pouco de ervas aromáticas e tapei o tacho com o lume entre o médio e o baixo para ir cozinhando devagar. Enquanto isso descascava as batatas para o puré.
Quando já estava apuradinho e saboroso como eu gosto (demorou mais ou menos o tempo de descascar as batatas, dar banho a dois piolhitos e vestir a piolhita), juntei ervilhas (da minha horta) e deixei acabar de cozinhar.
Ai que pena não ter fotos!
Quanto ao puré, depois de as batatas estarem cozidas, esmaguei-as para uma tigela, juntei um pouco de manteiga, noz moscada e leite morno. É só mexer bem e juntar mais leite se for preciso, conforme a consistência que gostem.
E prontos, não sobrou nada para amostra.
Umas notinhas de explicação: 1- não usei sal. O caldo knorr já é salgado e as ervas aromáticas dão o sabor necessário à comida. Ando a fazer estas experiências na cozinha (a culpa é da Hélia), mas maridinho ainda não percebeu, senão chama-me maluca. Até descobrir, vai comendo, ou por falta de opção ou porque está bom mesmo.
2- Não acrescentei líquidos ao frango. Tinha pensado juntar um pouco de cerveja mas não foi preciso porque ele largou bastante água.
3- Usei a polpa de tomate porque aquela que eu fiz já acabou e até haver tomates na minha horta, tenho que me desenrascar como as outras pessoas e comprar.
4- Nunca deixo apurar o refogado antes de colocar lá a carne ou frango, o que for. Prefiro colocar os ingredientes todos e deixar cozinhar. Além de ser mais saudável, o meu estômago prefere. De outra forma, é só azia.
E prontos... se tiverem alguma dúvida ou sugestão é só dizer.
3 de junho de 2011
Aviso às mamãs
Anda pra'í uma febre misteriosa que aparece e desaparece logo a seguir. Criança está bem, de repente começa a queixar-se com dores no peito e barriga, vomita (ou não, conforme a criança) vai-se ver tem febre alta, dá-se medicamento (no meu caso ben-u-ron e brufen alternados) e no dia a seguir não tem nada e e volta tudo ao normal.
Aconteceu lá em casa e o resultado foi uma manhã entre centro de saúde e hospital para fazer um raio-x, que se revelou limpinho, porque mais vale prevenir.
Aconteceu lá em casa e o resultado foi uma manhã entre centro de saúde e hospital para fazer um raio-x, que se revelou limpinho, porque mais vale prevenir.
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