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19 de abril de 2012
17 de abril de 2012
Prendinha de aniversário
Ontem foi um dia bom!! Além de outras coisas boas, recebi esta prenda da minha amiga. Vão lá espreitar e digam se não é uma óptima prenda!!
Hoje fiz isto para partilhar com os colegas!
E porquê tantas coisas boas, perguntam vocês?
Porque ontem fiz anos!!
Já são 39, mas continuo a entusiasmar-me como se fossem só 7 ou 8 ou 15 ou 20.
Neste dia sou sempre uma criança.
Parabéns para mim!
Hoje fiz isto para partilhar com os colegas!
E porquê tantas coisas boas, perguntam vocês?
Porque ontem fiz anos!!
Já são 39, mas continuo a entusiasmar-me como se fossem só 7 ou 8 ou 15 ou 20.
Neste dia sou sempre uma criança.
Parabéns para mim!
3 de janeiro de 2011
Feliz Ano Novo!!!!
Muita saúde, muitos amigos e boa disposição é o que vos desejo.
Façam o favor de ter um Bom Ano de 2011!
Façam o favor de ter um Bom Ano de 2011!
7 de novembro de 2010
Mais um selinho
Recebi da Hélia este selinho do bem.
As regras dizem para enviar para 10 blogues, mas eu prefiro oferecer a todos que me visitam.
Um abraço.
As regras dizem para enviar para 10 blogues, mas eu prefiro oferecer a todos que me visitam.
Um abraço.
5 de novembro de 2010
Um selinho saboroso!!
Recebi da Kika do blog Kikagula este selo saboroso. Obrigada por te lembrares de mim.
Agora vou oferecê-lo a 10 blogues que eu acho muito saborosos, mas nem todos exclusivamente de cozinha:
O cantinho da mamã
Papinha doce
Os pratos da Bela
Vícios e Sabores
As amigas do cantinho
Vai uma fatia
Kristininha na cozinha
As receitas com muita amizade
Sissamar
Acção na cozinha
Um abraço a todos que me lêem e obrigada pela vossa amizade.
Agora vou oferecê-lo a 10 blogues que eu acho muito saborosos, mas nem todos exclusivamente de cozinha:
O cantinho da mamã
Papinha doce
Os pratos da Bela
Vícios e Sabores
As amigas do cantinho
Vai uma fatia
Kristininha na cozinha
As receitas com muita amizade
Sissamar
Acção na cozinha
Um abraço a todos que me lêem e obrigada pela vossa amizade.
13 de outubro de 2010
Umas prendinhas da Hélia
Eu sou mesmo uma amiga da onça. Recebi as prendas, tirei as fotos mas nunca mais disse nada.
A Hélia, do blogue Mais Um Sobre Culinária, foi até à capital um dia destes (p'raí há um mês ou mais) e, ao ver estas coisitas numa loja, lembrou-se de mim. Trouxe-me um pacote de farinha de alfarroba e uma saqueta de açucar gelificante. Para compor a prenda juntou as vagens de baunilha e a caixa de cuajada.
Ainda não experimentei nenhuma das prendinhas, mas espero em breve usá-las nalguma receita deliciosa, por exemplo, do blogue dela.
Obrigada Amiga.
16 de setembro de 2010
Passatempo da Kika Gula
A Kika Gula lançou um passatempo sobre o seu bolo preferido, Bolo de Bolacha. Para participar, fui buscar este bolo que foi feito para o baptizado do Duarte, o filhote mais novo da Hélia.
Ingredientes:
Bolachas
café
Creme russo (da Casa Januário, no Porto)
crocante de amendoin e brilho de caramelo para decorar
Bolachas
café
Creme russo (da Casa Januário, no Porto)
crocante de amendoin e brilho de caramelo para decorar
Fisalis para enfeitar
A montagem é feita como habitualmente: intercala camada de bolachas molhadas em café, com camadas de creme russo.
No fim enfeita com o crocante de amendoin e o brilho de caramelo.
O fisalis veio do jardim da mãe da Hélia.
Parabéns Kika pelos 100 seguidores. Por mim ando toda vaidosa que já atingi as 30 pessoas interessadas nos meus disparates. Obrigada, amigos.
A montagem é feita como habitualmente: intercala camada de bolachas molhadas em café, com camadas de creme russo.
No fim enfeita com o crocante de amendoin e o brilho de caramelo.
O fisalis veio do jardim da mãe da Hélia.
Parabéns Kika pelos 100 seguidores. Por mim ando toda vaidosa que já atingi as 30 pessoas interessadas nos meus disparates. Obrigada, amigos.
23 de agosto de 2010
Amizade
"Quem afasta a amizade da vida parece que arranca o sol do mundo, pois os deuses imortais não nos deram nada melhor nem mais doce."
Autor: Marcus Tullius Cícero
Tenham uma boa semana!!
2 de agosto de 2010
Baú da Liquidação Total
É o novo espaço da Sónia Alexandra, do blog Cozinha da Sónia, para tentar escoar artigos em stock da loja do marido. Visitem e pode ser que encontrem alguma coisa que gostem, quem sabe começar a preparar as prendas de Natal. O endereço http://baudaliquidacaototal.blogspot.com/.
1 de agosto de 2010
Participação no sorteio da Hélia
Aqui está a minha participação no sorteio do blog da minha amiga Hélia.
Desculpa ser no último dia, mas às vezes os últimos são os primeiros :))
Bom apetite!!
Desculpa ser no último dia, mas às vezes os últimos são os primeiros :))
A receita é de um Cheesecake de frutos silvestres que já apresentei aqui mas não coloquei a receita:
1 pacote de bolacha Maria
100 gr de manteiga amolecida
Colocar as bolachas no copo da Bimby e dar 3 ou 4 toques no turbo. Juntar a manteiga e programar 10seg, vel 6.
Colocar numa forma de aro forrada com papel vegetal. Levar ao frigorífico enquanto prepara o recheio:
1 embalagem de queijo tipo philadelphia (tenho usado marca Dia)
400 ml de natas (uso natas vegetais)
200 gr de açucar (com as natas vegetais, pode reduzir o açucar porque já são adocicadas e fica enjoativo)
5 folhas de gelatina branca.
Colocar 4 folhas de gelatina de molho. Colocar no copo da Bimby o queijo e o açucar e programar 1 min, vel 4. Colocar a borboleta (opcional) e juntar as natas. Programar 1m30, vel 3. Retira-se a água em excesso da gelatina (não tirar toda) e leva ao microondas 10 seg. Programar vel colher e juntar a gelatina derretida. Programar 1 min, vel 2. Deitar o recheio na forma. Levar ao frigorífico.
A cobertura pode ser apenas compota de frutos silvestres, mas eu faço:
100 gr de frutos silvestres (congelados)
5 colheres de sopa de açucar
2 colher de sopa de água.
Deitar no copo da Bimby e programar 5 min, temp 60º, vel 1. Pôr a restante folha de gelatina de molho e deitar nesta mistura enquanto quente e misturar para derreter. Deixar arrefecer um pouco e colocar por cima do recheio.
21 de julho de 2010
A Tia Preta
O blog Cocó na Fralda chamou-me a atenção para a Tia Preta, uma senhora que mora em Chelas, um bairro complicado em Lisboa, e que acolhe e cuida de crianças que dela precisam. Há anos que lutava contra um cancro na mama e agora descobriu que tem um tumor inoperável na cabeça. Com o devido crédito, reproduzo aqui o texto que a autora, Sónia Santos, publicou nas Selecções do Reader's Digest, porque acho que não é demais divulgar o trabalho de alguém que só quer o bem para os "seus" meninos.
Para quem quiser, e puder, levar alguma coisa, a morada da Tia Preta é
Rua Ricardo Ornelas, 375, R/C dto.
Bairro da Flamenga
Chelas.
1950-331 Lisboa
A associação da Tia Preta chama-se Pêndulo da Vida e o NIB para quem quiser ajudar é:
0033 0000 45393107461 05.
"«Tia, vou à cozinha comer cereais, está bem?». Lizete Baessa ainda não tinha acabado de dizer que sim, «claro meu querido», quando outra voz atropelou a primeira: «Tia, ela não me deixa brincar…». A tia não perde tempo e apressa-se a chamar Lara: «Então? Porque é que não brincas com o Polho?». Lara explica que o miúdo, minúsculo e com ar de reguila, quer ficar com os brinquedos todos. Lizete admoesta o pequeno, pede que façam as pazes, «Vá, vão lá brincar juntos, vá», e claro que nisto um outro pedido se sobrepõe: «Tia, desculpe interromper… Vou só ali ao escritório buscar baunilha, está bem?» E ainda a tia preta ensaiava um «claro, meu amor» quando uma nova súplica se escutou: «Tia…»
Lizete Baessa tem 57 anos e no seu bairro, em Chelas, ela é a «tia preta». Todos a conhecem assim, todos são seus sobrinhos. A sua casa, o seu T2, que comprou à Câmara Municipal, não é sua, na verdade. É de todos os que queiram entrar. Mas não é só entrar. Não é só entrada por saída. A sua casa está aberta para tudo o que se queira. As crianças são livres de chegar de manhã, de tarde, de noite. De comer, tomar banho, ver televisão, fazer os trabalhos de casa, passar a noite. As crianças podem ter mãe e pai mas são, todas elas, os seus meninos. «São os meus meninos, sim. A partir do momento em que entram em minha casa, os miúdos são meus. Os filhos são deles, dos pais deles, mas os miúdos são meus.»
A tia preta vive há 15 anos no bairro de Chelas. Uma zona degradada onde os problemas sociais gritam em cada porta, em cada janela, em cada família. Lizete chegou há 15 anos e não tardou a fazer amigos. Um rapaz ajudou-a a montar a mobília, ela em troca oferecia-lhe comida. Daí a conhecer a irmã foi um instante. E a irmã tinha um bebé de um ano, o Pipo, a quem de imediato ganhou afeição. «Dá-me o teu menino», dizia Lizete à mãe, com o sorriso grande que é a sua marca. Certo é que o Pipo começou a frequentar a casa como quem frequenta a creche. Todos os dias. E depois dele, a irmã, Liliana. E por arrasto os outros, do prédio, das casas do lado, das ruas de trás. Pipo tem hoje 15 anos. Continua a entrar na casa da tia preta como quem chega ao seu próprio lar. Ele, a irmã, e todos os miúdos que se sentem ali melhor do que na casa onde vivem os familiares.
E, no entanto, não é bem como quem entra na sua própria casa. Muitos destes miúdos têm tudo para ser problemáticos. Muitos deles nasceram e vivem em famílias disfuncionais. Muitos terão comportamentos agressivos, muitos poderão ser revoltados, muitos serão como um pé-de-vento nas suas casas. Mas nada disso se nota, nada disso se sente na casa da tia preta. Ali há um respeito que é raro. Todos, dos dois aos 17 anos, pedem «por favor», todos dizem «obrigado», «com licença», ninguém levanta a voz. Se a tia preta diz não, é não. Se a tia preta diz sim, é sim. Naquela casa, têm todos uma educação tão esmerada que parecem fazer parte da mais nobre das famílias. O respeito nota-se até no modo como olham Lizete, um misto de ternura, gratidão e deferência.
«Aqui há regras. Eles respeitam-nas e não é preciso muito. Todos sabem o que fazer, todos sabem como funciona a casa, todos ajudam, como numa família. Claro que às vezes me zango. Tenho ali a ‘sete e quinhentos’ para me ajudar, e o banco do mocho. Qual é a casa onde uma mãe não se zanga com os seus meninos?» A «sete e quinhentos» é uma colher de pau que, apesar de nunca ter tido uso, serve de ameaça séria sempre que alguém foge da linha. O «banco do mocho» é uma pedra que existe à porta de casa, para onde vai quem se porta mal e tem de ir pensar na vida.
A partir das cinco da tarde e até à uma da manhã, a casa de Lizete Baessa é uma verdadeira instituição. Os miúdos começam a chegar da escola e vão ficando. Uns lancham, fazem os deveres e vão embora, outros jantam, outros ficam para dormir. Nunca se sabe. Às vezes, também vêm almoçar. «Ligam da escola a dizer que não gostam do almoço. Perguntam se podem vir comer umas salsichas. Claro que podem. Há sempre comida para mais um.» Para tudo isto, Lizete não conta senão consigo. E com a ajuda de quem, de repente, se lembra dela e da sua «obra» e lhe traz arroz, açúcar, massa, salsichas, atum. De resto, é ela quem gere a casa e os seus meninos. Tudo o que ganha vai para esta família alargada. E a vida, ainda por cima, não quis ser meiga para com ela.
Há quatro anos, esta ex-secretária teve de deixar de trabalhar porque teve de ser operada a uns pólipos que lhe apareceram nos intestinos. Ela não sabe se era o corpo a dar o aviso para algo pior. A verdade é que, dois anos depois, estava no duche, a cantar, como sempre, e de repente calou-se. E assim ficou, calada, com três mamas em vez de duas. Lizete soube imediatamente. «Pensei: estou feita. Percebi logo. Fui à médica de família no dia seguinte de manhã. E passado muito pouco tempo estava no IPO [Instituto Português de Oncologia]. Fui muito bem tratada. O meu carcinoma no peito media 7 centímetros. Estive um ano a fazer sessões de quimioterapia, para o reduzir. Depois fui operada, fiz 36 sessões de radioterapia, e agora continuo com a quimio, duas vezes por mês. Vamos ver… Está estável.»
Quando chegou ao IPO só pediu que não lhe escondessem nada: «Disse: senhor doutor, eu vivo sozinha numa casa cheia de crianças. Preciso de saber o que vai ser de mim, para os poder reunir e explicar.» E assim foi. Nesse dia, há dois anos, reuniu os seus meninos. E colheu reacções fabulosas. A reacção que mais a comoveu foi a dos que fugiram: «Houve um grupo que desapareceu. Disseram: ‘A tia vai morrer. Vamos ficar sem a tia’. E não quiseram esperar para ver. Não quiseram assistir a esse abandono. Foi o modo que tiveram de negar mais um sofrimento, mais uma perda nas suas vidas. Fugiram. Negaram-se a serem deixados. Comoveu-me isto. Mas eu cá continuo! E tenciono continuar!»
Continua e garante que são os seus meninos quem lhe dá força. «Acho que se não os tivesse não estaria aqui, cheia de energia, como se isto do cancro não fosse nada comigo. No dia em que vim do hospital, eles encheram-me a casa, como sempre, e não me deixaram ir à cama. Eles não me deixam parar, sabe minha querida? São a minha alegria. São a minha vida.»
Na casa do lado, vive Pedro. O tio Pedro. É ele que a apoia. É ele quem entra, enquanto a conversa decorre (interrompida mil vezes pela palavra «tia» suplicada por uma voz infantil), para levar roupa para secar. Roupa dos meninos, claro, que ali – como em qualquer casa onde vivem crianças – também se trata das roupas. «Dantes, quando eu tinha loiça em vidro, eles às vezes partiam um prato, um copo. E lá iam a correr bater à porta do tio Pedro para pedir que lhes arranjasse um prato dos seus, um copo dos seus, para eu não me zangar. Coitado! O desgraçado ficou sem serviço. E eu aprendi a lição: agora tenho um serviço de plástico! Mas acredita que também se parte?»
O tio Pedro tem a chave da casa da tia preta. As regras estão definidas. A tia sai e deixa a chave na porta ao lado. Quem chegar primeiro (ela ou uma das muitas crianças) apanha a chave e entra em casa. Às vezes é Lizete quem chega primeiro, outras vezes quando entra já lá está um, dois, dez, vinte. «No Verão chegamos a ser 25 à mesa. Faço uma grande tachada de frango frito ou salada russa. E comemos. E somos felizes. Eles falam comigo sobre tudo o que querem. Às vezes dizem: ‘Tia, preciso falar-lhe’. E eu só pergunto: ‘A sós ou falamos aqui todos?’ E às vezes eles dizem: ‘Hoje é só com a tia’. E eu oiço, dou conselhos, carinho… o que eles precisam. Sobre os pais não sei nada. Não quero saber. Não sei se ganham 100, 200, não sei nem me interessa se ganham mais do que eu. A mim interessam-me os miúdos. É por eles que eu quero fazer alguma coisa. É a eles que eu quero deitar a mão. Segurar. Ter em casa, debaixo de olho.»
A verdade é que ali estão entre iguais. A verdade é que ali têm regras. Têm alguém que lhes pergunta pela escola, pelos trabalhos de casa, pelos testes. Alguém que puxa as orelhas na hora certa. E aplaude quando deve de ser. Alguém que dá comida e colo e limpa o rabo. «Só gostava de ter uma casa maior, para receber mais meninos, ou os mesmos mas com outras condições. E, claro, se pudesse ter mais vezes carne e peixe para lhes dar…». Lizete não tem ajudas. Ou tem, pouquinhas. «Ainda agora fui fazer um contrato com a EPAL… recebi uma factura muito alta para pagar e tive de combinar um pagamento a prestações…», sorri. «O que é que eu hei-de fazer, minha querida? O que é que eu hei-de fazer?»
Fábio tem 16 anos e já perdeu a conta aos anos que frequenta a casa da tia preta. «Essa tia é uma senhora exemplar. Porque nos acolheu, porque nos acolhe, porque nos dá a mão. Porque não nos deixa ficar mal, e podemos contar sempre com ela.» Com ela, com o seu colo, com o seu sorriso. Lizete Baessa é a tia preta. É a mãe (ela que nunca foi mãe de verdade, no sentido de transportar um bebé no ventre), é o pai, é a família que muitos não têm. E que outros têm, mas que só debaixo da sua asa parecem encontrar a paz para poderem aprender a voar. "
Para quem quiser, e puder, levar alguma coisa, a morada da Tia Preta é
Rua Ricardo Ornelas, 375, R/C dto.
Bairro da Flamenga
Chelas.
1950-331 Lisboa
A associação da Tia Preta chama-se Pêndulo da Vida e o NIB para quem quiser ajudar é:
0033 0000 45393107461 05.
29 de junho de 2010
Oferta de um selinho
A minha amiga Hélia, do blog Mais um sobre culinária, enviou-me este selinho, o primeiro que recebo.
Obrigada, amiga.
Obrigada, amiga.
Este selo é : "O Prémio Dardos é uma forma de reconhecer os valores que cada blogueiro se dedica de forma intensa para transmitir os valores culturais, humanos, literários,...Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento pelo seu trabalho."
REGRAS:
1-Exibir a imagem do Selo no blog.
E aqui vão os blogs a quem ofereço o selinho:
http://vaiumafatia.blogspot.com/
http://aasreceitasdaamizade.blogspot.com/
http://vitamina-abc.blogspot.com/
http://ratatuidospobres.blogspot.com/
http://sabores-requintados.blogspot.com/
http://mfp-apadaria.blogspot.com/
http://asreceitasdatita.blogspot.com/
http://as-receitas-da-sonia.blogspot.com/
http://de-volta-dos-tachos.blogspot.com/
http://diariodeumamaeatempointeiro.blogspot.com/
11 de maio de 2010
Às novas amigas
Quero deixar um agradecimento às novas amigas que decidiram perder tempo a seguir, o pouco, que ainda aqui escrevi. Obrigada pelo vosso interesse. Vou tentar corresponder.
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