De maneiras que... não tenho fotografia para vos mostrar, mas posso tentar descrever o franguinho guisado que fiz ontem para o jantar. É que lá em casa cozinha-se todos os dias, ao jantar, mas cá a menina só se lembra da fotografia quando já não há nada para mostrar. E às vezes até faço uns petiscos que ficam mesmo bons. Por isso, a partir de agora vai ser assim: se há foto, óptimo, se não há foto, paciência.
Então ontem o jantar foi frango guisado com ervilhas e puré de batata.
No tacho coloquei um pouco de azeite, alho, cebola, tomate, enfim, o habitual para fazer o refogado. E enquanto começava a aquecer, fui deitando lá para dentro as perninhas, coxas e peitos de frango arranjadinhas e sem pele. Acrescentei um pouco de polpa de tomate para dar cor, meio caldo knorr, um pouco de ervas aromáticas e tapei o tacho com o lume entre o médio e o baixo para ir cozinhando devagar. Enquanto isso descascava as batatas para o puré.
Quando já estava apuradinho e saboroso como eu gosto (demorou mais ou menos o tempo de descascar as batatas, dar banho a dois piolhitos e vestir a piolhita), juntei ervilhas (da minha horta) e deixei acabar de cozinhar.
Ai que pena não ter fotos!
Quanto ao puré, depois de as batatas estarem cozidas, esmaguei-as para uma tigela, juntei um pouco de manteiga, noz moscada e leite morno. É só mexer bem e juntar mais leite se for preciso, conforme a consistência que gostem.
E prontos, não sobrou nada para amostra.
Umas notinhas de explicação: 1- não usei sal. O caldo knorr já é salgado e as ervas aromáticas dão o sabor necessário à comida. Ando a fazer estas experiências na cozinha (a culpa é da Hélia), mas maridinho ainda não percebeu, senão chama-me maluca. Até descobrir, vai comendo, ou por falta de opção ou porque está bom mesmo.
2- Não acrescentei líquidos ao frango. Tinha pensado juntar um pouco de cerveja mas não foi preciso porque ele largou bastante água.
3- Usei a polpa de tomate porque aquela que eu fiz já acabou e até haver tomates na minha horta, tenho que me desenrascar como as outras pessoas e comprar.
4- Nunca deixo apurar o refogado antes de colocar lá a carne ou frango, o que for. Prefiro colocar os ingredientes todos e deixar cozinhar. Além de ser mais saudável, o meu estômago prefere. De outra forma, é só azia.
E prontos... se tiverem alguma dúvida ou sugestão é só dizer.
Coisas que gosto de fazer, ver e ler. Coisas que gosto de partilhar. Coisas que gosto de aprender.
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8 de junho de 2011
20 de julho de 2010
Jardineira de salsichas frescas
Isto de andar sempre a correr e não ter tempo para nada, andava a fazer-me repetir muito a comida. Este fim de semana decidi que já chegava! Pedi emprestados à minha mãe alguns livros de receitas e pesquisei coisas novas. Entre as (muitas) receitas que li este fim de semana, está esta de jardineira de salsichas frescas. Adaptei aos gostos cá de casa (tirei o chuchu) e o resultado é o da foto.
Primeiro alourei as salsichas frescas num pouco de azeite. Retirei as salsichas e deixei arrefecer antes de cortar aos bocados. No azeite refoguei um dente de alho e um pouco de cebola picada. Juntei o tomate (eu usei tomate congelado mas pode-se usar polpa de tomate ou tomate fresco) e deixei cozinhar um pouco. Deitei então o feijão verde e a cenoura e deixei cozinhar mais um bocado. Por fim junteias salsichas e as batatas e deixei acabar de cozinhar.
Perguntei ao Daniel se estava a gostar do jantar: "Ó mãe, as salsichas já marcharam todas, não vês?"
Mas que pergunta a minha...
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