Ia escrever muita coisa sobre o dia da Mulher que devia ser todos os dias e blá, blá, blá... Mas o que importa neste dia, e em todos os outros, são as mulheres que ainda não conseguiram ter os seus direitos assegurados, seja na vida pessoal, seja na vida profissional. E por isso lembro aqui a origem desse dia.
PORQUÊ
O DIA 8 DE MARÇO
Neste dia,
do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque
entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução
de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias
que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos
homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara
um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910,
numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca,
foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março
como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento
a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal
como no resto do mundo.
O
QUE SE PRETENDE COM A CELEBRAÇÃO DESTE DIA
Pretende-se
chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a
uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel
na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm
sendo impostos à mulher.
Um bom dia para todos, homens e mulheres.
Coisas que gosto de fazer, ver e ler. Coisas que gosto de partilhar. Coisas que gosto de aprender.
Mostrando postagens com marcador dia da mulher. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dia da mulher. Mostrar todas as postagens
8 de março de 2013
8 de março de 2012
É bom ser mulher!!
Apesar de às vezes desejar ser homem ou gato de estimação. Às vezes estou tão cansada, tão farta da correria em que vivo, das dificuldades que sinto por ser mulher, de aturar a prepotência de alguns homens, que nessas alturas só me apetece ser homem. Assim estaria de igual para igual e a minha opinião ou o meu trabalho seriam mais valorizados.
Mas isto sinto nos dias maus, nos dias em que tudo parece correr mal, em que toda a gente se lembrou de implicar. Há dias assim.
Mas depois há o oposto. Em que ser mulher é o melhor que há, uma dádiva, uma alegria completa.
Ser capaz de conciliar as 3 ou 4 vidas que vivemos por dia: ser mãe, esposa, filha, amiga, confidente, profissional, enfim uma infinidade de coisas diferentes numa pessoa só.
Chegar a casa e receber aquele abraço das coisas mais fofas, mais perfeitas, mais lindas que alguma vez fiz na vida e que me adoram porque sim. Receber o carinho do homem que escolhi e me escolheu para construir uma vida juntos.
Sentir que todo o trabalho que tenho em casa com as limpezas e arrumações e a cozinhar, vale a pena porque estou a cuidar de quem amo. Eu sou a responsável pelo bem estar deles. É uma grande responsabilidade, é uma trabalheira da qual só apetece fugir nos dias maus, mas que nos dias bons é uma alegria. É o meu pequeno mundo e nesse pequeno mundo eu tenho o meu lugar, eu conto. E se pensar bem, é isso que importa, é para isso que vivo esta vida agitada e que enfrento os dias maus. Porque os dias bons compensam tudo e ser mulher é muito bom, mesmo!
(gato de estimação também seria interessante! Ou não?!)
Mas isto sinto nos dias maus, nos dias em que tudo parece correr mal, em que toda a gente se lembrou de implicar. Há dias assim.
Mas depois há o oposto. Em que ser mulher é o melhor que há, uma dádiva, uma alegria completa.
Ser capaz de conciliar as 3 ou 4 vidas que vivemos por dia: ser mãe, esposa, filha, amiga, confidente, profissional, enfim uma infinidade de coisas diferentes numa pessoa só.
Chegar a casa e receber aquele abraço das coisas mais fofas, mais perfeitas, mais lindas que alguma vez fiz na vida e que me adoram porque sim. Receber o carinho do homem que escolhi e me escolheu para construir uma vida juntos.
Sentir que todo o trabalho que tenho em casa com as limpezas e arrumações e a cozinhar, vale a pena porque estou a cuidar de quem amo. Eu sou a responsável pelo bem estar deles. É uma grande responsabilidade, é uma trabalheira da qual só apetece fugir nos dias maus, mas que nos dias bons é uma alegria. É o meu pequeno mundo e nesse pequeno mundo eu tenho o meu lugar, eu conto. E se pensar bem, é isso que importa, é para isso que vivo esta vida agitada e que enfrento os dias maus. Porque os dias bons compensam tudo e ser mulher é muito bom, mesmo!
(gato de estimação também seria interessante! Ou não?!)
Assinar:
Postagens (Atom)