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29 de maio de 2013

Ainda bem que não posso ir...

Estou aqui a "passear" pela net e a ver coisas giras e interessantes e que eu quero, enfim. E vou dizendo ao meu marido "olha, quando fores à Cash Converters (loja de artigos em 2ª mão) vê se encontras isto, quando vires aquilo diz-me o preço,..". Isto porque ele trabalha em Lisboa e todos os dias tem possibilidade de passar em vários sítios muito interessantes para mim, que não vou lá com a frequência dos meus desejos. Mas depois penso que até é melhor assim, senão seria a desgraça completa. Porque, se por um lado a possibilidade de ter as coisas que quero a um preço mais baixo é muito aliciante, por outro começo a pensar se preciso mesmo, depois chego à conclusão que não preciso, mas fico a pensar que era giro ter. O que me salva é ser poupadinha (há quem chame forreta, agarrada, sovina) e quero as coisas mas não abro os cordões à bolsa. E além disso o meu marido está a olhar para o Discovery e não me liga nenhuma.

13 de julho de 2012

A 1ª compra do meu filho

E ontem o Daniel conseguiu comprar o seu primeiro brinquedo, com o dinheiro que juntou durante várias semanas. Pelo meio, a avó decidiu também contribuir, já que ele ajuda sempre alguma coisa lá em casa, o que ajudou a atingir o objectivo mais depressa.
E assim, o rapaz já tem a sua escavadora de sonho.
 E se eu pensava que a vontade de trabalhar para ganhar dinheiro acabava com a primeira compra, enganei-me. Agora está a juntar dinheiro para o "camião da mina" que faz parte da colecção. E também para comprar um frasco de champô para mim, porque conseguiu esvaziar num banho só, um frasco que ainda me dava para uma semana, à vontade. 

14 de junho de 2012

O Daniel, o dinheiro e as tarefas para ganhar dinheiro

Sempre que saio com o Daniel, ele pede para lhe comprar um brinquedo. Eu adoraria poder comprar-lhe um brinquedo sempre que saímos mas, além de sair caro, acho que é um mau hábito que se cria.
No dia 1 de Junho, saí com os dois piquenos e demos uma volta pela cidade, aproveitando as várias actividades que havia nesse dia. Um dos pontos de visita foi a loja de brinquedos de uma amiga e que é sempre paragem obrigatória, mais não seja para eu conversar um pouco e eles namorarem os brinquedos que lá se vendem. Estas visitas são sempre acompanhadas de muitos nãos e por isso são raras.
Nesse dia, e por ser dia da criança, acedi em comprar um brinquedo para cada um. Escolhemos juntos umas peças mais em conta, porque o orçamento tem que ser dividido pelos dois irmãos. Mas o Daniel queria um brinquedo mais caro. E eu disse que não. Ele estava muito contente com o brinquedo novo, mas preferia o outro porque era maior, porque tinha isto e aquilo e etc. Mas contentou-se com aquele porque ou era aquele ou nenhum (que mãe tão ruim).
Já em casa, perguntou-me porque é que eu não lhe tinha comprado o outro brinquedo e eu, mais uma vez, respondi que o outro é caro, que o dinheiro não é para gastar assim à toa, que ele tem que poupar o dinheiro que recebe de vez em quando (aniversário, natal, arrumar carrinho das compras) para depois poder comprar o que quer.
Resumindo a conversa que se seguiu, o Daniel propôs que eu lhe pagasse para ele fazer algumas tarefas em casa. Negociámos e chegamos a uma lista de 4 tarefas diárias que ele tem que cumprir senão não recebe:
- fazer a cama quando se levanta (é só "puxar as orelhas" e já está)
- pôr a mesa ao jantar (e ao almoço aos fins-de-semana)
- manter o quarto arrumado
- deixar a sala arrumada antes de ir para a cama (inclui arrumar os brinquedos dele e da irmã, apanhar os papéis, etc)
Fizemos uma tabela com as tarefas e com os dias da semana e ele vai assinalando conforme vai cumprindo.
Por estas 4 tarefas pago-lhe 1 euro por dia, se falhar alguma não recebe e sou eu ou o pai a avaliar a arrumação. Parece pouca coisa, mas quem tem filhos pequenos sabe que manter o quarto e a sala livres de brinquedos é tarefa muito complicada. Não quero dizer com isto que os miúdos não podem brincar, muito pelo contrário, eles podem brincar e desarrumar o que quiserem desde que no fim arrumem.
Ele também propôs lavar a loiça, mas como tenho máquina de lavar loiça e o que lavo à mão geralmente são os tachos e as facas de cozinha, essa seria uma tarefa mais difícil de cumprir. Por isso é considerada um extra e nos dias que ele consegue lavar a loiça recebe mais 50 cêntimos.
Mas o meu menino é um espertalhão e ao fim de uma semana em que só conseguiu lavar uma vez a loiça, decidiu começar a arrumar a loiça lavada da máquina e a arrumar na máquina a loiça suja. Todos os dias tem recebido o extra! Só pela iniciativa, merece!
Entretanto conseguiu juntar 9 euros, uma fortuna para ele. No sábado fomos às compras e ele pediu-me para irmos outra vez à loja de brinquedos para comprar o brinquedo que ele queria desde a semana anterior. Quando lá chegou, viu que ainda não tinha dinheiro suficiente, mas como estava tão entusiasmado tinha que comprar alguma coisa. E escolheu uma caixa de Legos de 8 euros. Depois de pagar e ver que só ficava com 1 euro, é que ele viu o que acontece ao dinheiro. Ficou muito contente com os Legos, mas muito triste por não ter dinheiro outra vez.
Agora nem fala em ir comprar o que quer que seja e se me pede qualquer coisa e eu lhe digo que ele tem o dinheiro dele, diz logo que não pode gastar porque está a juntar para comprar "aquela" escavadora que está lá na loja e que custa mais de um mês de trabalho.

2 de dezembro de 2011

O bi-horário da EDP

Há uns anos, quando coloquei o aquecimento em casa, mudei para o bi-horário da EDP. Éramos só dois em casa e onde gastávamos mais era com o aquecimento. Claro que aproveitava para ligar a máquina da roupa no horário económico, mas não ligava assim muito às horas. Depois a família aumentou, comprei a máquina de secar roupa e passei a olhar com mais atenção às horas. Depois a família voltou a aumentar e a atenção  e o cuidado também, porque agora são mais máquinas de roupa para lavar e, eventualmente, para secar. Entretanto com o aumento do IVA, fiquei mesmo obcecada com os horários.
Sempre paguei por estimativa, mas agora mudei para a factura electrónica mensal e por causa dessa mudança descobri que o meu horário é diferente dos outros porque o relógio do meu contador está adiantado 1 hora. Ou seja, andava a desperdiçar 1 hora de horário económico e a gastar uma hora a preço normal, convencida que estava a poupar.
Também descobri que tenho mais consumo no horário económico do que no horário normal, apesar da hora de diferença e já recebi a 1ª factura: por causa dos acertos, este mês em vez de pagar, vou receber.
Admito que ainda não liguei o aquecimento. Preferi reforçar os cobertores e os pijamas e ligo um aquecedor na sala quando lá estamos, mantendo a porta fechada. Geralmente pouco depois do jantar os miúdos vão dormir, o pai vai para o escritório e a mãe vai acabar de arrumar o que falta, por isso não se justifica ligar o aquecimento na casa toda.
A máquina de secar roupa só é ligada em último caso. Se não estiver a chover estendo a roupa na rua e depois vai à máquina de secar só para dar o "entalão" final. Se estiver a chover então meto-a na máquina. Mas sempre no horário económico, claro.
Os bolos e assados no forno também passaram a ser coisas de horário económico desde que comprei um forno eléctrico.
Às vezes há excepções, claro, mas no geral o novo regime tem funcionado bem e, assim, espero continuar a poupar.