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8 de março de 2012

Bifanas no forno com molho delicioso da Sílvia (à minha maneira)

Encontrei esta receita há uns dias no blog da Sílvia "O que há pró jantar?". Disse logo que tinha que experimentar. E ontem foi dia de experiência!
 
 Fiz algumas pequenas alterações mas que não alteram o sentido da receita:

Bifanas
Fatias de fiambre (usei fiambre de peru)
Fatias de queijo
Cogumelos inteiros
Natas (usei natas vegetais)
Azeite
Manteiga
Batatas
Sal
Pimenta (não uso)
Alho
Vinho branco

Temperei as bifanas com o sal e o alho e deixei ganhar o gosto enquanto descascava as batatas. Em vez de as cozer, como sugere a Sílvia, cortei-as em gomos e fritei na Actifry com um pouco de azeite e ervas aromáticas.
Na frigideira coloquei um pouco de manteiga e azeite e deixei aquecer até a manteiga alourar um pouco. Fritei as bifanas mas sem deixar fritar demais para não secarem, retirei-as para um pirex e cobri-as com o fiambre e o queijo. No molho que ficou na frigideira, coloquei os cogumelos, o vinho e as natas. Assim que levantou fervura, retirei do lume e coloquei por cima do preparado que já estava no pirex.
Foi a gratinar um pouco no forno, enquanto as batatas acabavam de fritar e depois foi só servir e deliciarmo-nos com este prato tão simples e tão saboroso.

Obrigada, Sílvia!

6 de março de 2012

Bolonhesa à minha maneira

Lá em casa todos gostam de carne picada, mas admito que não tinha encontrado ainda a receita que me agradasse.
Depois de muito procurar e experimentar, ontem decidi simplificar:
carne picada (usei de porco)
alho
azeite
polpa de tomate
vinho branco
1 caldo de frango
ervas aromáticas
sal
açúcar

Primeiro aqueci o azeite (cerca de 2 colheres de sopa) com o dente de alho picadinho. Coloquei a carne picada e deixei fritar um pouco, mexendo de vez em quando para ir alourando toda. Quando já estava mais ou menos toda com ar de já ter passado pelo azeite e estar a cozinhar, juntei o caldo de frango, um pouco de ervas aromáticas (uso a mistura das ervas de provença) e um pouco de vinho branco, cerca de meio copo ou um pouco mais (lembrem-se que a carne também larga água com a cozedura).
Deixei estufar mais um pouco e juntei a polpa de tomate. Neste caso a quantidade foi a olho (como tudo o resto) até eu achar que estava com boa cor, por isso é melhor colocarem a quantidade ao vosso gosto.
Deixei estufar mais um pouco, mexendo de vez em quando e provando, até sentir que estava pronto.
O meu problema costuma ser a acidez do tomate. Mesmo a polpa de compra deixa uma acidez que eu e o meu estômago não gostamos. Para cortar essa acidez nos guisados e estufados, costumo juntar cenoura. Mas como uma das queixas das minhas bolonhesas anteriores é a dita cenoura que nunca se desfaz completamente mesmo que tenha sido ralada, desta vez experimentei usar açúcar. Assim, no final da bolonhesa que aqui vos trago, depois de provar e sentir que estava pronta mas ainda se notava um travo de acidez do tomate, juntei 1 colher de chá, mal cheia, de açúcar. Mexi, provei e notei logo a diferença. Ficou um espectáculo e nem se notava o açúcar.
Aprovadíssima, passou na censura lá de casa.
Uma vez que usei o caldo de carne e as ervas aromáticas, o sal não foi necessário, mas isso é ao gosto de cada um.
Se experimentarem, depois digam qualquer coisinha, sim?

9 de junho de 2011

Agora foi a vez da sopa para congelar

Costumo congelar os legumes em caixas para usar mais tarde em sopas, guisados, o que for. Depois vi numa das cozinhas que visito, "A Economia cá de Casa", esta ideia de congelar os legumes para a sopa em saquinhos individuais. Mas agora evoluí: fiz a base da sopa e congelei em caixinhas o equivalente à dose diária.
É como a Jardineira, é básico mas só agora me lembrei. E foi por causa do post da Jardineira que, em conversa com a minha colega, ela me contou que faz assim.
No fim-de-semana faço a sopa, separo as doses, congelo. De manhã, antes de sair de casa, tiro uma caixa para descongelar e à hora do jantar junto o que quiser para compôr a sopa: agrião, feijão verde, grão, etc.


Para fazer esta base usei batata, cenoura, courgete, nabo, alho francês, alho, azeite.
Fica a sugestão para quem quiser aproveitar, no caso de ainda não o fazerem.

14 de outubro de 2010

Molho de tomate e almôndegas para o jantar

Este ano a minha horta tem poucos tomates, mas já deu para fazer um delicioso molho de tomate. Tenho visto muitas receitas na net mas eu fiz assim: fiz um refogado com cebola, alho e azeite e juntei o tomate pelado e cortado aos bocados. Temperei com um pouco de sal e um caldo Knorr e deixei apurar. Ainda quente, deitei nos frascos e tapei. O calor ajuda a vedar os frascos. Deixei arrefecer com a abertura para baixo para selar melhor.


Os frascos que usei são os do grão e feijão cozido de compra e das salsichas, porque têm o "clic" na tampa que ajuda a ver que ficaram bem fechados.

Ontem usei um destes frascos para o jantar: tinha comprado almôndegas no talho e como cheguei a casa tarde, foi só esvaziar meio frasco no tacho, colocar as almôndegas e deixar cozinhar. Rectifiquei os temperos, porque não pus muito sal quando fiz o molho de tomate. Acompanhei com esparguete. Não há foto porque não me lembrei de tirar antes de começarmos a comer e quando me lembrei, já não havia.

28 de julho de 2010

Pão com chouriço


Um destes domingos, preparei a massa na MFP (usei o preparado para pão branco da Branca de Neve), dividi em porções mais pequenas que estendi, coloquei rodelas de chourição e enrolei para fazer os pãezinhos.
Vai um lanchinho?
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23 de julho de 2010

Pataniscas de bacalhau



Desta vez, para aproveitar um resto de bacalhau cozido, resolvi fazer pataniscas. Foi fácil, segui as instruções da embalagem do Frita Fácil da Espiga. Preparei o polme de acordo com as instruções, juntei o bacalhau desfiado, um pouco de cebola e salsa. Fritei em óleo quente e já está. Muito bom.
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21 de julho de 2010

Salada Fresca


Um dia destes fui almoçar a casa porque tinha uns restos da véspera e queria aproveitar. Assim, fiz esta salada:
Coloquei no prato alface, por cima o bife de peru grelhado que tinha feito para o jantar do Daniel cortado, depois as batatas e o feijão verde do almoço da véspera, um pouco de milho cozido, um tomate cortado, um pêssego e por cima um molho feito de iogurte e maionese (meio iogurte natural, uma colher sobremesa de maionese, um pouco de sumo de limão). Bem, regalei-me. Sou gulosa, que querem que faça?
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16 de junho de 2010

Omelete de restos de frango assado

No outro dia sobrou um pouco de frango assado e para aproveitar decidi fazer uma omelete. Numa frigideira anti-aderente coloquei uns pedacinhos de manteiga, desfiei o frango lá para dentro, fritei umas batatas (também costumo aproveitar quando sobram o que não aconteceu desta vez) e coloquei por cima. Para a quantidade de frango e de batatas que usei, bati 7 ovos com um pouco de fermento e leite e uma pitadinha de sal. Levei ao lume brando, sempre atenta porque a frigideira não pega mas queima e quando vi que estava quase pronta virei com a ajuda de um prato, para tostar do outro lado. Ficou muito saborosa e é um prato que, lá em casa, todos gostam e nunca sobra.

11 de junho de 2010

Salsichas com esparguete

No campismo, as refeições são muito simples, geralmente à base de sandes ou grelhados na brasa. Como o meu filho é um pisco a comer, a não ser que seja alguma coisa que ele goste mesmo, decidi fazer para um almoço, para ele, salsichas com esparguete. Num tacho, deitei um pouco de azeite e um dente de alho picado e levei ao lume. Juntei as salsichas de coktail e deixei fritar um pouco. Juntei então o esparguete que já estava cozido e misturei. Não tem nada de especial, mas ele gostou e pelo menos ficou de barriga cheia.