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29 de maio de 2013

Coisas que me acontecem e que acho interessante partilhar - II

Como o meu marido trabalha a recibo verde, tinha que entregar o IRS até ao fim deste mês. Ontem, finalmente, fiz a entrega pela net. Entre esquecer e não me lembrar quase acabava o prazo. E hoje (não podia ser de outra maneira) fiquei a saber que deveria ter entregue também o anexo SS. Podem ler a notícia aqui. Esse anexo vem substituir uma declaração que, no ano passado, os trabalhadores independentes tiveram que preencher no site da Segurança Social. Este ano resolveram juntá-lo ao IRS mas não avisaram ninguém. Ok, parece que nas repartições há uns avisos afixados. Mas fiquem descansados que se não o entregarem, não há problema, a Segurança Social entrará em contacto com os faltosos para que forneçam essa informação (!!). Claro que haverá uma coimazita entre os 50 e os 250 euros, coisa pouca... E pronto, logo lá vou entregar uma declaração de substituição. Ainda estou dentro do prazo mas espero que não haja problemas com isso...
Fiquem bem :)

27 de maio de 2013

Coisas que me acontecem e que acho interessante partilhar...

1- Na passada 6ª feira fui ao Lidl. Coloquei a moeda no carrinho, fiz as compras, paguei e fui para o parque de estacionamento arrumar as compras no carro. Assim que chego ao carro, aparece uma mulher que costuma andar por lá a pedir esmola. Começa a pedir isto e aquilo e eu a dizer que não e ela a insistir, enfim, já devem conhecer a rotina. Não costumo dar esmola, nem moedinha aos arrumadores. Há situações em que prefiro pagar uma sopa ou uma sandes porque vêm ter comigo e dizem que têm fome. Mas esmola não costumo dar. Ainda para mais quando é para o vício ou para o chulo. Aquela não tinha fome até porque queria que eu lhe desse uma garrafa de champanhe! Arrumei as compras sempre atenta a ver se ela não deitava a mão a nada e fui arrumar o carrinho. Quando enfio o cadeado... onde está a moeda? Não está lá, não caiu. Fico feita tonta a olhar para o carro e para o chão e a pensar onde raio estará a moeda! Vem o segurança e pergunta-me se eu não a tinha tirado já. "Não". "Então alguém tirou", diz ele. "Como??" Pergunto eu. "Ah as moedas saem bem, é só puxar. As romenas é que costumam fazer isso. Andava aí uma há bocado". E eu "Ok, então foi isso! Ela andou ali à minha volta e deve ter-se aproveitado enquanto eu arrumava as compras". De volta ao estacionamento, nem sombra dela. Pudera.
Meu conselho: no supermercado, se conseguirem tirem logo a moeda do carrinho. Quanto mim, a lição custou-me um euro.

2- Hoje fui a Lisboa, com a minha filha, para uma consulta. Geralmente vou de autocarro e venho com o meu marido que tem que lá ir todos os dias porque trabalha lá e assim vai-nos buscar no fim da consulta. Mas como a consulta de hoje foi de manhã, fizemos as coisas ao contrário, fomos com ele e viemos de autocarro. Como ia com a minha filha, meti-me num táxi no fim da consulta porque perder-me sozinha no metro é uma coisa, com a miúda é outra. Falta de hábito, é o que é. Como dizia, meti-me num táxi e pedi para me levar ao Campo Grande para apanhar a Rápida da Rodoviária, confiante (dah) que o senhor motorista me deixaria no sítio certo ou perto. Uma coisa interessante é que o terminal das chegadas é "dentro" do recinto. Mas as partidas, pelo menos da Rápida da Rodoviária, são fora do recinto, do outro lado da estrada, enfim uma confusão. Ok, deixou-me na zona das chegadas com a desculpa que não sabia onde eram as partidas. Para pagar 4,25 eur, (pois, de metro é mais barato) dei uma nota de 10 eur mais 25 cêntimos em moedas e pedi factura. Ele dá-me de troco 5 eur e a factura. E eu a ver que o euro estava a ficar esquecido, perguntei "então não são 4 euros?". "Olha, pus aqui o troco e já ficava a moeda". Espertalhão!
Como disse antes, o senhor deixou-me na zona das chegadas. E agora para que lado é? O meu marido bem tinha explicado o caminho, mas para quem conhece é fácil, agora eu que sou uma naba completa, enfim...Quem tem boca vai a Roma e lá descobri para onde tinha que ir. Depois de estar dentro do autocarro com a minha piquena, comecei a juntar as peças: 1º- o "senhor" deve usar a técnica do esquecimento do troco muitas vezes, algumas vezes deve ter sorte. 2º - Como percebeu que eu não sabia onde era o terminal das partidas, para quê dar uma volta tão grande sem perspectivas de arranjar novo serviço? Assim, deixou-me num sítio que para ele era mais jeitoso para arranjar novos clientes e eu que me arranjasse. E assim se presta um "belo" serviço ao cliente! 3º - Por que raio é que a bilheteira da Rodoviária está ao pé das outras bilheteiras, "dentro" do recinto, se os bilhetes se compram na "camioneta" que está parada p'raí a 300 mts fora do recinto? 4º -Da próxima vez presto mais atenção às explicações do meu marido!