A Sara adaptou-se muito bem, melhor do que eu estava à espera, à retirada da fralda. Apesar de na primeira semana ter tido vários acidentes com o xixi e também com o cocó, desde essa altura tem sido um descanso. Neste momento ela já vai sozinha à casa de banho, faz o que tem a fazer no penico e só depois é que me chama, seja para ajudar a vestir, alcançar o papel higiénico (limpa o xixi sozinha) ou para despejar o penico. E se há coisa que ela adora é "puxai o cocoismo".
Às vezes ainda cai uma pinguinha na cueca mas ela não se atrapalha. Tira a roupa, põe no cesto da roupa suja e vai à gaveta buscar roupa limpa.
Há cerca de um mês tirei-lhe também a fralda da noite e ainda não tive que me levantar para lhe mudar os lençóis. Ponho-a a fazer xixi antes de deitar e por volta das 6h00 chama-me para a ajudar a sair da cama para ir ao penico. E volta a dormir. A mãe é que nem por isso.
Sim senhora, tenho aqui uma menina de 2 anos muito despachada e independente.
Coisas que gosto de fazer, ver e ler. Coisas que gosto de partilhar. Coisas que gosto de aprender.
25 de outubro de 2011
24 de outubro de 2011
Um saco para a natação
Entretanto o Daniel começou a ter natação. E precisa de uma mochila para levar a toalha, chinelos, calção de banho, etc. Aproveitando as dicas da Joana Nobre Garcia, fiz este saco para a natação.
Usei um tecido de ganga, apliquei as ilhoses na retrosaria e comprei a aplicação do jogador de futebol (eu sei que o saco é para a natação, mas só havia aplicações do Faísca McQueen e do Homem-Aranha e ele já passou essa fase, ou quase).
E lá foi ele todo contente para a sua aula de natação.
26 de setembro de 2011
E com a chegada do Outono, declaro fim às fraldas de dia e de noite.
Esperam-me umas noites molhadas daqui para a frente, mas vou arriscar. Desde que deixou de usar fraldas de dia, a Sara não molha a fralda de noite. Por isso decidi experimentar deitá-la sem fralda. Antes de me deitar, levo-a à casa de banho para fazer o último xi-xi e depois é esperar que não aconteça nada à noite. Até agora tem acordado seca. Vamos ver se continua assim.
Esperam-me umas noites molhadas daqui para a frente, mas vou arriscar. Desde que deixou de usar fraldas de dia, a Sara não molha a fralda de noite. Por isso decidi experimentar deitá-la sem fralda. Antes de me deitar, levo-a à casa de banho para fazer o último xi-xi e depois é esperar que não aconteça nada à noite. Até agora tem acordado seca. Vamos ver se continua assim.
23 de setembro de 2011
9 de setembro de 2011
Coisas para fazer (ou não) no fim-de-semana
Tantos planos que tenho para este fim-de-semana:
- comprar sapatos para filhotes
- fazer sopa para a semana
- lavar roupa/passar/arrumar
- preparar mudas de roupa para levarem na 2ª feira
- arrumar gavetas dos piquenos (tirar roupas que já não servem)
- fazer protecção para cinto de segurança da Sara (passou para a cadeira auto que era do irmão)
- limpar fogão e zona envolvente (vai ser substituido)
- fazer bolo
- fazer ementa para a semana
- compras supermercado
Além do básico do dia-a-dia: fazer pequenos-almoços, almoços, lanches, jantares, limpar aqui, arrumar ali. Mas nada de grandes limpezas e arrumações. E se conseguir fazer metade do que está na lista já fico muito satisfeita.
Bom fim-de-semanaaa!!!
- comprar sapatos para filhotes
- fazer sopa para a semana
- lavar roupa/passar/arrumar
- preparar mudas de roupa para levarem na 2ª feira
- arrumar gavetas dos piquenos (tirar roupas que já não servem)
- fazer protecção para cinto de segurança da Sara (passou para a cadeira auto que era do irmão)
- limpar fogão e zona envolvente (vai ser substituido)
- fazer bolo
- fazer ementa para a semana
- compras supermercado
Além do básico do dia-a-dia: fazer pequenos-almoços, almoços, lanches, jantares, limpar aqui, arrumar ali. Mas nada de grandes limpezas e arrumações. E se conseguir fazer metade do que está na lista já fico muito satisfeita.
Bom fim-de-semanaaa!!!
O fim das férias e o regresso ao trabalho
As férias foram tão, mas tão boas. Quase um mês só para a minha vidinha, para os meus filhotes, para o marido, apesar de termos tido apenas duas semanas os 4 juntos. Ele começou mais cedo para ficar com os filhos e quando ele foi trabalhar eu fiquei mais uns dias com os miúdos.
Nas semanas em que estivemos os 4 juntos fomos acampar, coisa que todos adoramos e foi óptimo (apesar da chuva e depois o vento e novamente a chuva). O Daniel aprendeu a andar de bicicleta sem rodinhas e, como nem sempre conseguiu fazer "aterragens perfeitas", acabou as férias cheio de nódoas negras e raspadelas mas feliz da vida com esses troféus. Como estávamos no parque de campismo, ele podia andar à vontade de bicicleta e então lá ia ele, com os amigos que fez por lá, dar voltas e voltas ao parque.
A irmã também queria ir, mas de triciclo não conseguia acompanhá-lo e zangava-se e refilava com ele.
Também aproveitei as férias, e o campismo, para tirar a fralda à Sara. Agora já é uma menina crescida e faz o chichi e cócó no penico. Às vezes lá há um descuido mas já se controla bem, mas no início eu dava graças por estarmos no parque, tantas foram as vezes que o chichi lhe corria pelas pernas abaixo.
Outra novidade é que o Daniel já vai começar o 1º ano (1ª classe). Está todo contente, já tem os livros e o material todo a postos para começar na 2ª feira. Mas apesar de continuar na mesma escola, no ATL, com alguns dos coleguinhas do ano anterior (transita do Jardim para o Ensino Básico) e de conhecer as crianças dos outros anos (a escola tem até ao 4º ano), os primeiros dias foram de ansiedade. Estranhou um pouco a mudança mas acho que já está a passar.
Ai como eles crescem depressa...
Nas semanas em que estivemos os 4 juntos fomos acampar, coisa que todos adoramos e foi óptimo (apesar da chuva e depois o vento e novamente a chuva). O Daniel aprendeu a andar de bicicleta sem rodinhas e, como nem sempre conseguiu fazer "aterragens perfeitas", acabou as férias cheio de nódoas negras e raspadelas mas feliz da vida com esses troféus. Como estávamos no parque de campismo, ele podia andar à vontade de bicicleta e então lá ia ele, com os amigos que fez por lá, dar voltas e voltas ao parque.
A irmã também queria ir, mas de triciclo não conseguia acompanhá-lo e zangava-se e refilava com ele.
Também aproveitei as férias, e o campismo, para tirar a fralda à Sara. Agora já é uma menina crescida e faz o chichi e cócó no penico. Às vezes lá há um descuido mas já se controla bem, mas no início eu dava graças por estarmos no parque, tantas foram as vezes que o chichi lhe corria pelas pernas abaixo.
Outra novidade é que o Daniel já vai começar o 1º ano (1ª classe). Está todo contente, já tem os livros e o material todo a postos para começar na 2ª feira. Mas apesar de continuar na mesma escola, no ATL, com alguns dos coleguinhas do ano anterior (transita do Jardim para o Ensino Básico) e de conhecer as crianças dos outros anos (a escola tem até ao 4º ano), os primeiros dias foram de ansiedade. Estranhou um pouco a mudança mas acho que já está a passar.
Ai como eles crescem depressa...
2 de agosto de 2011
As coisas que me fazem vir aqui
Eu tenho andado meio fora daqui. É a falta de tempo, é o trabalho, é a casa, é tudo e mais alguma coisa. Mas não resisti a vir aqui para comentar uma coisa. Então a Júlia Pinheiro deixa de apresentar o Peso Pesado e vem a Bárbara Guimarães? Enfim, vai de mal a pior.
E agora um beijinho para quem me lê. Um dia destes volto para actualizar.
E agora um beijinho para quem me lê. Um dia destes volto para actualizar.
10 de julho de 2011
1 de julho de 2011
30 de junho de 2011
Menos uma coisa para me preocupar
O Daniel está a ajudar-me a cortar feijão verde. Ele corta as pontas, numa tábua, com uma uma faca pequena e que corta bem manteiga no verão. Mas ele não se importa, porque está a ajudar a mãe. E a mãe está toda contente porque o seu menino pequenino já é um homenzinho que ajuda na cozinha.
Depois de alguma conversa, digo-lhe que é muito bom que ele aprenda a estar na cozinha, aprenda a cozinhar, etc. "Mas mãe, eu não preciso, tu fazes". "Sim, filho, por agora eu faço. Mas imagina que te casas e a tua mulher não sabe ou não pode cozinhar. Ou que vais morar sozinho. Tens que saber preparar a tua comida, para não passares fome". "Mas mãe, quando eu for crescido e tiver fome, como bolos de arroz e iogurtes líquidos".
E pronto, tá resolvido.
Depois de alguma conversa, digo-lhe que é muito bom que ele aprenda a estar na cozinha, aprenda a cozinhar, etc. "Mas mãe, eu não preciso, tu fazes". "Sim, filho, por agora eu faço. Mas imagina que te casas e a tua mulher não sabe ou não pode cozinhar. Ou que vais morar sozinho. Tens que saber preparar a tua comida, para não passares fome". "Mas mãe, quando eu for crescido e tiver fome, como bolos de arroz e iogurtes líquidos".
E pronto, tá resolvido.
22 de junho de 2011
Uma grande mudança na minha vida
Parece muito dramático, mas não é. E digo isto agora, passado um mês, porque na altura a mudança custou-me bastante. Até parece que não tenho mais nada com que me preocupar, mas achei bem partilhar este momento.
Então, o que aconteceu é que resolvi largar a minha mala XL. Troquei-a por uma "pochete", uma malinha de pôr a tiracolo.
Sempre achei que devia levar na mala todas as tralhas possíveis e imaginárias, porque de certeza que iria precisar:
- A minha mãe sempre me disse para ter na mala uma escova ou um pente para me compôr (nunca usei porque assim que chego ao trabalho, se for preciso, uso a escova que tenho na minha gaveta já com esse objectivo).
- A agenda é essencial, mesmo que passe o ano sem a abrir, mas está lá porque pode fazer falta.
- Os cartões dos supermercados, do talho, da peixaria, da loja de roupa, etc. porque assim estão à mão se precisar.
- A bolsa com papéis e documentos que podiam ter ficado em casa
- Os boletins de saúde dos filhos
- Uma garrafita de água porque quando saímos com crianças elas têm sempre sede.
- Aquela revista para lermos enquanto esperamos alguma coisa em algum sítio.
- Os brinquedos que os filhos teimosamente trazem e que prometem que levam e no fim vão para a mala da mãe porque eles já estão cansados e ficam lá dias porque eles se esquecem e eu também :p
- O telemóvel
- Sem esquecer a carteira para todos os cartões anteriormente mencionados e a carteirinha das moedas porque a carteira está tão cheia que a parte do porta moedas não consegue fechar e deixa as moedas fugirem para dentro da mala.
Depois de ter ficado uma semana sem carro e ter que ir a pé para o trabalho, cheguei à conclusão que já não aguentava com o peso da mala. E ainda por cima o carro iria ficar mais umas semanas na oficina e teria que continuar a andar a pé.
A mala com as tralhas todas pesava, à vontade 2,5 kg. (sem a água)
Foi então que tomei a grande decisão: trocá-la por outra mais pequena. Fiz uma escolha daquilo que realmente precisava (e é tão pouco), comprei uma malinha pequena (ao fim de uma semana a namorá-la na loja), comprei uma carteirinha pequena onde só cabem as notas, as moedas e o multibanco e passei a andar menos carregada. Foi cá um alívio!!
E o mais engraçado é as coisas que deixei em casa, nem me fazem falta! A agenda também ficou em casa, troquei-a por um bloquinho de apontamentos e actualizo-a à noite se houver alguma coisa para actualizar.
Ontem, achei que tinha saudades da mala grande e espaçosa e por isso levei-a para o trabalho. Arrependi-me logo! Não conseguia encontrar a carteira, depois o telemóvel, depois as chaves para abrir o escritório. Enfim, um caos! Mas já me curei e voltei à minha pequena "pochete".
Acho que é tudo uma questão de organização. E no meu caso, bem preciso de me organizar.
Então, o que aconteceu é que resolvi largar a minha mala XL. Troquei-a por uma "pochete", uma malinha de pôr a tiracolo.
Sempre achei que devia levar na mala todas as tralhas possíveis e imaginárias, porque de certeza que iria precisar:
- A minha mãe sempre me disse para ter na mala uma escova ou um pente para me compôr (nunca usei porque assim que chego ao trabalho, se for preciso, uso a escova que tenho na minha gaveta já com esse objectivo).
- A agenda é essencial, mesmo que passe o ano sem a abrir, mas está lá porque pode fazer falta.
- Os cartões dos supermercados, do talho, da peixaria, da loja de roupa, etc. porque assim estão à mão se precisar.
- A bolsa com papéis e documentos que podiam ter ficado em casa
- Os boletins de saúde dos filhos
- Uma garrafita de água porque quando saímos com crianças elas têm sempre sede.
- Aquela revista para lermos enquanto esperamos alguma coisa em algum sítio.
- Os brinquedos que os filhos teimosamente trazem e que prometem que levam e no fim vão para a mala da mãe porque eles já estão cansados e ficam lá dias porque eles se esquecem e eu também :p
- O telemóvel
- Sem esquecer a carteira para todos os cartões anteriormente mencionados e a carteirinha das moedas porque a carteira está tão cheia que a parte do porta moedas não consegue fechar e deixa as moedas fugirem para dentro da mala.
Depois de ter ficado uma semana sem carro e ter que ir a pé para o trabalho, cheguei à conclusão que já não aguentava com o peso da mala. E ainda por cima o carro iria ficar mais umas semanas na oficina e teria que continuar a andar a pé.
A mala com as tralhas todas pesava, à vontade 2,5 kg. (sem a água)
Foi então que tomei a grande decisão: trocá-la por outra mais pequena. Fiz uma escolha daquilo que realmente precisava (e é tão pouco), comprei uma malinha pequena (ao fim de uma semana a namorá-la na loja), comprei uma carteirinha pequena onde só cabem as notas, as moedas e o multibanco e passei a andar menos carregada. Foi cá um alívio!!
E o mais engraçado é as coisas que deixei em casa, nem me fazem falta! A agenda também ficou em casa, troquei-a por um bloquinho de apontamentos e actualizo-a à noite se houver alguma coisa para actualizar.
Ontem, achei que tinha saudades da mala grande e espaçosa e por isso levei-a para o trabalho. Arrependi-me logo! Não conseguia encontrar a carteira, depois o telemóvel, depois as chaves para abrir o escritório. Enfim, um caos! Mas já me curei e voltei à minha pequena "pochete".
Acho que é tudo uma questão de organização. E no meu caso, bem preciso de me organizar.
21 de junho de 2011
16 de junho de 2011
Eu não vi o eclipse...
Havia muitas nuvens. Só consegui ver a lua cheia já o eclipse tinha acabado há muito tempo.
Mas vi o Google.
(Google)
15 de junho de 2011
Maquilhagem II
Descobri este protector solar com cor. Acabaram-se as desculpas de falta de tempo para aplicar tanta coisa na cara de manhã. De uma vez só tenho a protecção e a base. Agora já posso sair de casa toda pipoca.
14 de junho de 2011
Conservar feijão verde
Este ano decidi experimentar uma coisa diferente na conservação dos legumes, começando pelo feijão verde. Nos anos anteriores, tenho congelado o feijão, depois de o lavar e cortar a gosto. Mas o problema é que, passado algum tempo, o feijão começa a ter mau gosto e ninguém come.
O ano passado andei a pesquisar como conservar frutas e doces e agora resolvi aplicar essa pesquisa ao feijão verde.
Parece muito complicado mas não é.
Só precisam de feijão verde, frascos (os meus são do grão cozido de compra), água, sal e ervas aromáticas (ou não).
Para começar esterilizei os frascos e as tampas numa panela cheia de água, que deixei ferver uns 5 minutos.
Entretanto lavei e cortei o feijão em pedaços (podem deixar inteiros ou cortar em juliana conforme o vosso gosto).
Retirei os frascos da água quente com a ajuda de uma tenaz, escorri-os e coloquei-os em cima de um pano limpo. Enchi-os com o feijão. A seguir deitei por cima, até encher, 1 litro de água que ferveu com 1 colher de chá de sal e um pouco de ervas aromáticas.
Fechei os frascos e coloquei-os numa panela com água (usei a mesma onde esterilizei os frascos), e deixei ferver cerca de 15 minutos.
Esta fervura é importante porque, além de cozer o feijão, ajuda a vedar os frascos em segurança, eliminando os microorganismos que, de outra maneira, deterioram as conservas.
Umas notinhas de explicação: 1- é importante que os frascos e as tampas vedem bem, por isso uso os frascos do grão cozido de compra, das salsichas, da maionese, dos pickles, porque fazem o "click" quando os abrimos, o que nos garante que a conserva está boa. 2- eu fervi os frascos na panela, porque eram poucos, mas podem lavá-los na máquina da loiça ou utilizar o esterilizador de biberões. Da próxima vez é o que eu vou fazer, até porque é mais rápido e seguro. 3- Se a conserva ficar bem feita, o prazo de validade é de 1 ano. Se não ficar, notam logo porque começa a fermentar e a tampa incha e fica com mau aspecto.
Espero que gostem.
O ano passado andei a pesquisar como conservar frutas e doces e agora resolvi aplicar essa pesquisa ao feijão verde.
Parece muito complicado mas não é.
Só precisam de feijão verde, frascos (os meus são do grão cozido de compra), água, sal e ervas aromáticas (ou não).
Para começar esterilizei os frascos e as tampas numa panela cheia de água, que deixei ferver uns 5 minutos.
Entretanto lavei e cortei o feijão em pedaços (podem deixar inteiros ou cortar em juliana conforme o vosso gosto).
Retirei os frascos da água quente com a ajuda de uma tenaz, escorri-os e coloquei-os em cima de um pano limpo. Enchi-os com o feijão. A seguir deitei por cima, até encher, 1 litro de água que ferveu com 1 colher de chá de sal e um pouco de ervas aromáticas.
Fechei os frascos e coloquei-os numa panela com água (usei a mesma onde esterilizei os frascos), e deixei ferver cerca de 15 minutos.
Esta fervura é importante porque, além de cozer o feijão, ajuda a vedar os frascos em segurança, eliminando os microorganismos que, de outra maneira, deterioram as conservas.
Umas notinhas de explicação: 1- é importante que os frascos e as tampas vedem bem, por isso uso os frascos do grão cozido de compra, das salsichas, da maionese, dos pickles, porque fazem o "click" quando os abrimos, o que nos garante que a conserva está boa. 2- eu fervi os frascos na panela, porque eram poucos, mas podem lavá-los na máquina da loiça ou utilizar o esterilizador de biberões. Da próxima vez é o que eu vou fazer, até porque é mais rápido e seguro. 3- Se a conserva ficar bem feita, o prazo de validade é de 1 ano. Se não ficar, notam logo porque começa a fermentar e a tampa incha e fica com mau aspecto.
Espero que gostem.
12 de junho de 2011
11 de junho de 2011
Doces e mais doces
E quando têm fruta em risco de se estragar, o que fazem? Eu cá por mim, como o que me apetece e com o que sobra faço doces!
Foi o que aconteceu com as nectarinas da Hélia e com os morangos da minha horta. Uns ricos serões passados na cozinha a arranjar fruta e a fazer doce. Sim, porque a fruta não escolhe o fim-de-semana para ficar madura e, das duas uma, ou se deixa estragar (náa) ou se aproveita depois dos piquenos irem dormir para se trabalhar.
O doce de morango na foto tinha acabado de ser enfrascado. E logo há mais...
Assinar:
Postagens (Atom)





