Vi este texto na net e posso dizer que fiquei mal-disposta. Infelizmente revi-me em muitas situações que são aqui mencionadas e fiquei muito triste por pensar que os meus filhos se podem sentir assim. É muito importante tentarmos ver as coisas pela perspectiva deles. Para mim, é mais um alerta para mudar de atitude! O texto é longo, mas vale a pena ler!
"Diário de uma criança à beira do nervoso miudinho - Eduardo Sá
Os pais não servem como despertador. Adormecem de manhã, como todos
nós, mas, ao mesmo tempo que levantam a persiana e nos chamam «Meu
querido» e coisas assim, querem que, entre a cara lavada e os cereais despachados, façamos dos 0 aos 100 em poucos... minutos.
Entretanto, como convém às pessoas ponderadas, e paramos de nos vestir
para pensarmos na vida, eles sofrem de hiperatividade e, em jeito de
ameaça, gritam qualquer coisa do género: «Eu juro que me vou embora, e
deixo-te aqui!» (que era tudo o que eu mais queria!).
Os pais
servem, também, para nos tirar a boa-disposição, antes do trabalho.
Enquanto só não chamam «boas pessoas» a todos os senhores automobilistas
que, segundo eles, estavam bem era dormir, ouvem (de meia em meia
hora!) as mesmas notícias, atendem o telefone, olham 30 vezes para o
relógio, melindram-se com a nossa cara de segunda-feira e, sempre que
dizem, com voz de pateta: «Quem é o meu tesouro, quem é?», quem faz as
contra-ordenações perigosas somos nós!
Os pais servem para imaginar que todas as crianças, ao chegarem à escola, são campeãs de felicidade.
E que nunca nos apetece mandar a nossa professora para a... biblioteca,
de castigo, enquanto ela pensa se não será feio mentir (sempre que
grita connosco, quando garante, aos nossos pais, que é só doçuras e
meiguices...).
Os pais servem, também, para nos ir buscar à
escola. E nisso escapam! Mas, independentemente de nos apetecer limpar o
pó ao mundo, perguntam (todos os dias!): «Correu bem a escola? e O que
foi o almoço?», com tantos pormenores, e no meio de tanta inquietação,
que nos provocam brancas e nos levam ao stresse.
Os pais servem
para nos deixar nos tempos livres. E, quando pensávamos que podíamos
brincar à vontade, (ou não são os tempos... livres?) descobrimos que
eles só podem ter sido levados ao engano porque, afinal, nos obrigam a
estar, mais uma vez, quietos e calados. E, pior, quando estamos prontos a
pedir o livro de reclamações, ora nos castigam com trabalhos de casa
ora nos põem, sentadinhos, a ver os mesmos desenhos animados tantas
vezes, que nós achamos que isso deve servir para aprendermos a contar
até... 100.
Mas os pais servem, também, para trabalhar para a
nossa formação desportiva e para o lazer. Quando chegamos à natação,
gritam quando não nos queremos despir ali, à frente de toda a gente.
Acham que não podemos brincar nem nos balneários nem na piscina. E
gritam, outra vez, quando insistimos que os avós e os acompanhantes das
outras crianças não deviam saber em que preparos viemos ao mundo.
Os pais servem, também, para zurzir no nosso lado bem-disposto, quando
(de regresso ao carro) nos mandam cumprimentar a prima Maria da Glória
que, em vez de nos dizer «Olá», delicadamente e com maneiras, nos
esborracha contra ela e nos lambuza e, enquanto nos despenteia, duma
ponta à outra, nos ofende, de cada vez que diz: «Ai, meu filho, o teu
rapaz está tão crescido!....» (Meu filho?... Mas o pai bateu com a
cabeça? Então, maltratam-lhe o filho, em vez de lhe darem um beijo
transformam-no em algodão doce, e ele, ainda por cima, sorri e
agradece?...)
Quando, finalmente, entramos em casa e estamos
prontos para descansar, os pais servem para nos dizer, contra todas as
nossas expectativas: «Primeiro, fazes os trabalhos de casa. Só depois
brincas».
E servem para azedar a nossa boa disposição quando,
logo a seguir, tratam, como se fosse contrafação, os pacotes de leite,
as embalagens de bolachas e as caixinhas com os presentes da Happy Meal
que, carinhosamente, tínhamos a dormir ao pé de nós.
Os pais
servem para escandalizar, todos os dias, a nossa paciência, ao jantar.
Começam por nunca respeitar o nosso: «Já vou!». Vendem-se à publicidade
enganosa de cada vez que acham que a sopa de cenoura «faz os olhos
bonitos». Servem-nos ervilhas e, carinhosamente (como quem não está
muito seguro do produto que promove), chamam-lhe «bolinhas».
E nunca se cansam de nos dizer que a fruta faz bem!
E, quando o dia não pára de nos surpreender, os pais servem para dizer, todos os dias: «A partir de hoje... tu vais ver!».
E, sempre que estão chateados com o trabalho, para reclamar. Assim: «Ah
queres fazer uma birra? Pois vamos ver quem faz a birra maior!...»
E, quando querem quebrar a monotonia dos nossos dias, os pais, servem
para pronunciar com alma cada palavra, quando nos estragam com
meiguices: «Qualquer dia... eu emigro! Para muito longe! E quero ver
como é que vocês se safam!».
Com dias assim, em que o pai e a
mãe fazem de Capitão Gancho, quem não se rende à canseira e adormece
antes do fim de cada história? E quem é que não cede ao nervoso miudinho
e não acorda, a meio da noite, com os nervos em franja? E quem é que
não ficaria desolado, no meio de toda a energia renovável que eles têm,
quando perguntam com quem estávamos a sonhar (e nós, não podendo dizer
que era com eles), respondemos que temos medo é... do Papão!
Nós gostamos dos pais. Desconfiamos que eles imaginam que passam pouco
tempo connosco mas, se for para isto, não temos coragem para os
contrariar. Afinal, nós sabemos que todas as pessoas de coração grande
têm a cabeça quente.
E nunca pomos em dúvida que só o amor importa. Só não entendemos porque é que os pais tenham de ser esta canseira!
E achamos que, desta maneira, eles nos fazem nervoso miudinho.
Eduardo Sá
in paisefilhos.pt "
Coisas que gosto de fazer, ver e ler. Coisas que gosto de partilhar. Coisas que gosto de aprender.
30 de janeiro de 2013
16 de janeiro de 2013
Compro ou não compro? Não compro!
Cusca como sou, fui logo à procura dele.
1º só se vende no site da Burdastyle. Ok, fiz o registo.
2º custa 12,90€. Humm, será que vale a pena?
3º Ah, os portes são 7€. Eh lá..
4º Opções de pagamento: Visa ou Paypal. Posso usar o MBnet para fazer o pagamento, mas teria que ir à procura dos códigos e registar não sei onde e coisas e coisas.
5º Mas eu preciso mesmo do livro?? Deve ser giro, o preço do livro nem é caro (sem portes). E o número de páginas? Se calhar ainda me sai um folheto.
6º pensa bem, Cristina, com tanto livro e revista de costura que já herdaste (volta e meia a minha mãe faz limpeza às estantes), precisas mesmo deste?
'Tá decidido. Até porque os portes tiraram logo o encanto.
Coisas para começar o ano bem
Este ano ainda agora começou, mas já me trouxe muitas coisas novas. Demais. Acabei o ano e comecei o ano com problemas na vesícula e agora estou em casa com uma otite. Ia dizer que era a primeira da minha vida mas acabei de me lembrar que em criança tinha bastantes. Mas há mais de 30 anos que não tinha uma!
Depois de 3 dias de cama por causa da gripe e uma vez que isto não passava só com Brufen, lá fui à consulta para me passarem um antibiótico. Apesar de só ter sido atendida 1 hora depois da hora marcada, a médica foi uma simpática e recomendou-me que usasse pouco o ouvido. Doutora, eu tenho 2 crianças em casa. Como é possível usar pouco os ouvidos quando elas têm sempre o volume no máximo? E como também me afecta a garganta, mal consigo falar, quanto mais ralhar. Está aqui uma coisa jeitosa, está!
Depois de 3 dias de cama por causa da gripe e uma vez que isto não passava só com Brufen, lá fui à consulta para me passarem um antibiótico. Apesar de só ter sido atendida 1 hora depois da hora marcada, a médica foi uma simpática e recomendou-me que usasse pouco o ouvido. Doutora, eu tenho 2 crianças em casa. Como é possível usar pouco os ouvidos quando elas têm sempre o volume no máximo? E como também me afecta a garganta, mal consigo falar, quanto mais ralhar. Está aqui uma coisa jeitosa, está!
11 de janeiro de 2013
26 de dezembro de 2012
Desabafo de Natal
Eu gosto do Natal. Sempre foi uma época mágica para mim. Desde pequena, quando ia dormir cedo à espera do Menino Jesus com as prendinhas. Nunca fomos ricos, sempre remediados, mas sempre houve lembrancinhas para todos, sempre houve filhoses (gosto de dizer assim), fatias douradas (também gosto assim), azevias, um pinheiro enorme, verdadeiro, no meio da sala, a família reunida. Estas são as memórias da minha infância. Quando eu tinha 10 anos viemos morar para a cidade e tudo continuou, excepto o pinheiro que foi substituído por uma árvore artificial.
E agora que sou mãe, procuro manter a tradição a que me habituei e criar, se possível, uma tradição nossa.
Cá em casa, as prendas só se abrem no dia de Natal, trazidas pelo Pai Natal, que recebe as indicações do Menino Jesus. Ainda se acredita nisso, apesar de o meu filho já ter dito que acha que são os pais que compram as prendas!! Continuo a não ser rica, mas ainda consigo satisfazer alguns desejos dos meus filhos (Play Station Portátil é que nem pensar!). Para a ceia de Natal, só nós os quatro, arranja-se qualquer prato que agrade a todos porque o bacalhau não é consensual e como é uma noite que se quer de alegria, não quero ninguém a queixar-se da comida.
Mas o dia de Natal é que é! Junto a família em minha casa, preparo o almoço e as sobremesas, quem vem almoçar traz qualquer coisa para acrescentar à mesa e é sempre uma correria, esqueço-me sempre de alguma coisa, mas como é família e já sabem o que a casa gasta, perdoam-me sempre.
Mas apesar de continuar a gostar do Natal, sinto que estou a perder o ânimo de antigamente. Já não me entusiasmo como antes com a aproximação da época, já não sinto a alegria que sentia. Faço um esforço pelas crianças e no fim até entro no espírito, mas está a ficar mais difícil. Este ano então, ia sendo uma desgraça. Tinha planos para fazer coisas para oferecer, deixei passar o tempo, não fiz nada do que queria. Quase me esqueci de pessoas importantes para mim, esqueci-me de pessoas amigas, quase não tinha prendas para os meus filhos e a prenda para o meu marido foi comprada na véspera. Podemos dizer que não queremos ser consumistas no Natal, que o Natal deveria ser para lembrar a união familiar e etc e tal, mas gosto sempre de oferecer qualquer coisa às pessoas de quem gosto apesar de não esperar que me dêem qualquer coisa. Gosto mesmo é de ter as pessoas à minha volta e essa é que é a minha prenda.
Se calhar o problema é mesmo da minha cabeça, sentir que tenho que cumprir determinados padrões que afinal ninguém me exige que cumpra. Ainda assim, este ano, apesar de toda a confusão, consegui manter a calma e desisti de projectos que vi não conseguia executar, fiz coisas que não estavam planeadas e que no fim, foram boas opções e todos tivemos um bom Natal, cheio do que é mais importante, a família e os amigos.
Agora, e mais um vez digo isto, só preciso manter a calma e organizar-me. Vamos ver se algures durante este ano que se vai iniciar, consigo isso.
Boas Festas
E agora que sou mãe, procuro manter a tradição a que me habituei e criar, se possível, uma tradição nossa.
Cá em casa, as prendas só se abrem no dia de Natal, trazidas pelo Pai Natal, que recebe as indicações do Menino Jesus. Ainda se acredita nisso, apesar de o meu filho já ter dito que acha que são os pais que compram as prendas!! Continuo a não ser rica, mas ainda consigo satisfazer alguns desejos dos meus filhos (Play Station Portátil é que nem pensar!). Para a ceia de Natal, só nós os quatro, arranja-se qualquer prato que agrade a todos porque o bacalhau não é consensual e como é uma noite que se quer de alegria, não quero ninguém a queixar-se da comida.
Mas o dia de Natal é que é! Junto a família em minha casa, preparo o almoço e as sobremesas, quem vem almoçar traz qualquer coisa para acrescentar à mesa e é sempre uma correria, esqueço-me sempre de alguma coisa, mas como é família e já sabem o que a casa gasta, perdoam-me sempre.
Mas apesar de continuar a gostar do Natal, sinto que estou a perder o ânimo de antigamente. Já não me entusiasmo como antes com a aproximação da época, já não sinto a alegria que sentia. Faço um esforço pelas crianças e no fim até entro no espírito, mas está a ficar mais difícil. Este ano então, ia sendo uma desgraça. Tinha planos para fazer coisas para oferecer, deixei passar o tempo, não fiz nada do que queria. Quase me esqueci de pessoas importantes para mim, esqueci-me de pessoas amigas, quase não tinha prendas para os meus filhos e a prenda para o meu marido foi comprada na véspera. Podemos dizer que não queremos ser consumistas no Natal, que o Natal deveria ser para lembrar a união familiar e etc e tal, mas gosto sempre de oferecer qualquer coisa às pessoas de quem gosto apesar de não esperar que me dêem qualquer coisa. Gosto mesmo é de ter as pessoas à minha volta e essa é que é a minha prenda.
Se calhar o problema é mesmo da minha cabeça, sentir que tenho que cumprir determinados padrões que afinal ninguém me exige que cumpra. Ainda assim, este ano, apesar de toda a confusão, consegui manter a calma e desisti de projectos que vi não conseguia executar, fiz coisas que não estavam planeadas e que no fim, foram boas opções e todos tivemos um bom Natal, cheio do que é mais importante, a família e os amigos.
Agora, e mais um vez digo isto, só preciso manter a calma e organizar-me. Vamos ver se algures durante este ano que se vai iniciar, consigo isso.
Boas Festas
27 de novembro de 2012
Cedo piaste, mãe
Ao mudar os lençóis da cama da minha filha, pensei que se calhar já é altura de tirar o lençol de resguardo, aquele plastificado que se põe nas camas das crianças pequenas, porque desde que deixou de usar fraldas, se fez xixi na cama 3 vezes, foi muito. Sempre que sente vontade de noite, chama-me para a levar à casa de banho (de dia vai muito bem sozinha). Mas fiz a cama e deixei o lençol.
Às 5 horas desta madrugada, acordo com ela a chamar-me, levanto-me logo, chego ao quarto e encontro-a de pé em cima da cama. Assim que me olha para mim (acho que não me viu) baixa-se e começa a fazer na cama. Nãaaoo!! Assim que peguei nela parou de fazer, por isso foram só umas pinguinhas. Como o lençol e o edredão estavam dobrados dela se levantar, o estrago não foi grande, dobrei esse bocado e virei para os pés da cama e tapei-a com a outra ponta do lençol. Hoje de manhã foi tudo a lavar.
Mas porque é que é que eu fui pensar no raio do xixi na cama? Afinal é melhor deixar o lençol de resguardo.
Às 5 horas desta madrugada, acordo com ela a chamar-me, levanto-me logo, chego ao quarto e encontro-a de pé em cima da cama. Assim que me olha para mim (acho que não me viu) baixa-se e começa a fazer na cama. Nãaaoo!! Assim que peguei nela parou de fazer, por isso foram só umas pinguinhas. Como o lençol e o edredão estavam dobrados dela se levantar, o estrago não foi grande, dobrei esse bocado e virei para os pés da cama e tapei-a com a outra ponta do lençol. Hoje de manhã foi tudo a lavar.
Mas porque é que é que eu fui pensar no raio do xixi na cama? Afinal é melhor deixar o lençol de resguardo.
26 de novembro de 2012
Supermercado em tarde de chuva
Costumo fazer compras de manhã. Habituei-me assim com a minha mãe, que sempre preferiu sair de manhã para "as voltas do dia" e de tarde ficar em casa a pôr as tarefas em dia, na cozinha a fazer um bolo ou apenas sentada à janela a costurar, tricotar,etc.
Eu sempre gostei de fazer as coisas assim, como ela, excepto a parte de costurar e tricotar, que só consigo quando o rei faz anos. Mas com duas crianças ainda pequenas e com a semana ocupada, nem sempre consigo sair de manhã ao fim-de-semana para fazer compras. E no sábado passado, com a chuva e sozinha com os dois em casa, nem pensar. Pensei que à tarde, depois do almoço, com o pai em casa para tomar conta dos filhos, seria uma boa altura para a ronda dos supermercados. A lista de compras era pequena, mas ía também numa viagem de prospecção, que pede tempo e paciência para ver e comparar preços.
Chego ao primeiro supermercado, encontro logo um casal conhecido, que "andava a passear por ali porque, como está a chover, não apetece ir dar uma volta". O quê!??!?! Eu saí porque precisava de alguma coisas e queria aproveitar algumas promoções, porque senão teria ficado em casa com os meus filhos, a aproveitar a tarde em família!
Comprei o que precisava ali e fui a outro supermercado. Chego lá, o parque de estacionamento está cheio. Entro e vejo que há famílias a vaguear pela loja, mas as caixas estão vazias, comparadas com o número de carros lá fora. Ou seja, aqui também há pessoas que vieram só "dar uma volta". Também há as que estão a fazer compras, mas nota-se bem a diferença entre quem anda a passear e quem anda a fazer compras.
Como não fui habituada assim, não vejo necessidade de sair só por sair. Prefiro ficar em casa a curtir a pequenada, em vez de andar à chuva e dentro de supermercados porque não há outro sítio para ir.
Conclusão disto tudo, a partir de agora voltámos às compras só de manhã (também não gosto de fazer compras à noite). Assim despacho-me cedo e fico com a tarde livre para outras actividades, que praticamente se resumem a limpar, arrumar, estar com a família, limpar e arrumar outra vez, etc. e às vezes sair sim, mas com objectivo de passear em família, não apenas vaguear por aí.
Eu sempre gostei de fazer as coisas assim, como ela, excepto a parte de costurar e tricotar, que só consigo quando o rei faz anos. Mas com duas crianças ainda pequenas e com a semana ocupada, nem sempre consigo sair de manhã ao fim-de-semana para fazer compras. E no sábado passado, com a chuva e sozinha com os dois em casa, nem pensar. Pensei que à tarde, depois do almoço, com o pai em casa para tomar conta dos filhos, seria uma boa altura para a ronda dos supermercados. A lista de compras era pequena, mas ía também numa viagem de prospecção, que pede tempo e paciência para ver e comparar preços.
Chego ao primeiro supermercado, encontro logo um casal conhecido, que "andava a passear por ali porque, como está a chover, não apetece ir dar uma volta". O quê!??!?! Eu saí porque precisava de alguma coisas e queria aproveitar algumas promoções, porque senão teria ficado em casa com os meus filhos, a aproveitar a tarde em família!
Comprei o que precisava ali e fui a outro supermercado. Chego lá, o parque de estacionamento está cheio. Entro e vejo que há famílias a vaguear pela loja, mas as caixas estão vazias, comparadas com o número de carros lá fora. Ou seja, aqui também há pessoas que vieram só "dar uma volta". Também há as que estão a fazer compras, mas nota-se bem a diferença entre quem anda a passear e quem anda a fazer compras.
Como não fui habituada assim, não vejo necessidade de sair só por sair. Prefiro ficar em casa a curtir a pequenada, em vez de andar à chuva e dentro de supermercados porque não há outro sítio para ir.
Conclusão disto tudo, a partir de agora voltámos às compras só de manhã (também não gosto de fazer compras à noite). Assim despacho-me cedo e fico com a tarde livre para outras actividades, que praticamente se resumem a limpar, arrumar, estar com a família, limpar e arrumar outra vez, etc. e às vezes sair sim, mas com objectivo de passear em família, não apenas vaguear por aí.
22 de novembro de 2012
O meu filho e a escola
Ontem houve reunião de pais na escola do meu filho para apresentação do plano curricular para este ano lectivo. Falou-se do que se vai fazer, quais são as linhas orientadoras para este ano, o que o ministério da educação quer que as crianças aprendam, etc.
Houve troca de ideias, opiniões (às vezes sinto-me uma extra-terrestre porque fico pasmada com as confusões que certos pais arranjam e problemas que inventam, enfim).
Mas o melhor foi saber que o meu filho adora a escola. E deixou isso escrito num painel afixado a propósito do aniversário da escola que foi festejado há dias. Foi pedido aos meninos que escrevessem porque gostam da escola. E o meu filho, do alto da sua experiência de 7 anos de vida, escreveu que "adoro a minha escola, porque foi nela que me fiz homem"!!!
Tomara que sim filho, tomara que a escola te dê as bases necessárias para que possas ser um homem feliz, realizado, respeitado.
Houve troca de ideias, opiniões (às vezes sinto-me uma extra-terrestre porque fico pasmada com as confusões que certos pais arranjam e problemas que inventam, enfim).
Mas o melhor foi saber que o meu filho adora a escola. E deixou isso escrito num painel afixado a propósito do aniversário da escola que foi festejado há dias. Foi pedido aos meninos que escrevessem porque gostam da escola. E o meu filho, do alto da sua experiência de 7 anos de vida, escreveu que "adoro a minha escola, porque foi nela que me fiz homem"!!!
Tomara que sim filho, tomara que a escola te dê as bases necessárias para que possas ser um homem feliz, realizado, respeitado.
16 de novembro de 2012
14 passos a seguir antes de decidir ter filhos
Encontrei na net
Copiei daqui: http://blog.mariacafe.pt/2012/10/14-passos-seguir-antes-de-decidir-ter.html
Copiei daqui: http://blog.mariacafe.pt/2012/10/14-passos-seguir-antes-de-decidir-ter.html
Teste 1: Preparação
Mulheres: preparação para a gravidez
1. Vista um roupão e coloque um saco de feijões à frente.
2. Deixe ficar.
3. Passados 9 meses retire 15% dos feijões.
Homens: preparação para os filhos
1. Vá à farmácia, esvazie o conteúdo da sua carteira no balcão e diga ao farmacêutico para fazer o que quiser com o dinheiro.
2. Vá ao supermercado e combine uma fora de o seu salário ser pago directamente para a conta bancária deles.
3. Vá para casa. Pegue no jornal e leia-o pela última vez.
Teste 2: Conhecimento
Escolha um casal que já tenha filhos e critique-os sobre os seus métodos de disciplina, falta de paciência, níveis baixíssimos de tolerância e sobre como permitem que os filhos corram como selvagens.
Sugira formas para melhorarem os hábitos de sono dos filhos, treino do bacio, maneiras à mesa e comportamento em geral.
Aproveite. Será a última vez na sua vida em que terá todas as respostas.
Teste 3: Noites
Para descobrir como serão as suas noites:
1. Passeie pela sala de estar entre as 17h e as 22h carregando um volume com cerca de 4 a 6 kg, com o rádio mal sintonizado (ou outro som insuportável) bem alto.
2. Às 22h pouse o saco, ponha o alarme para a meia noite e volte a dormir.
3. Levante-se às 23h e ande com o saco na sala de estar até à 1h da manhã.
4. Ponha o alarme para as 3 da manhã.
5. Como não consegue voltar a adormecer, levante-se às 2h da manhã e faça uma chávena de chá.
6. Deite-se às 2h45.
7. Levante-se novamente às 3h, quando o alarme tocar.
8. Cante no escuro até às 4h.
9. Ponha o alarme para as 5h da manhã. Levante-se quando tocar.
10. Faça o pequeno almoço.
Mantenha esta rotina durante 5 anos. Aparente estar cheia de energia!
Teste 4: Vestir crianças pequenas
1. Compre um polvo vivo e um saco de atilhos.
2. Tente colocar o polvo dentro do saco de forma a que não saiam braços
3. Complete esta tarefa em 5 minutos.
Teste 5: Carros
1. Esqueça o BMW. Compre uma carrinha de 5 portas.
2. Compre um cone de gelado de chocolate e coloque-o no porta-luvas. Deixe-o lá ficar.
3. Pegue numa moeda e coloque-a no Leitor de CDs.
4. Pegue numa embalagem de bolachas de chocolate e esmague-as no banco de trás.
5. Passe um ancinho ao longo dos dois lados do carro.
Teste 6: Passeio a pé
1. Espere.
2. Vá para a porta da frente.
3. Volte atrás.
4. Saia.
5. Volte para dentro novamente.
6. Saia novamente.
7. Desça as escadas.
8. Volte a subir as escadas.
9. Volte a descer.
10. Ande 5 minutos muito devagar.
11. Pare, inspeccione bem à volta e faça pelo menos 6 perguntas sobre cada pastilha elástica usada, papel sujo ou insecto morto que encontrar no caminho.
12. Retrace os seus passos.
13. Grite que já aguentou tudo o que podia até que os vizinhos venham cá fora ver.
14. Desista e volte para casa.
Agora está preparada para levar uma criança pequena a passear.
Teste 7: Conversas com crianças
Repita tudo o que diz pelo menos 5 vezes.
Teste 8: Compras
1. Vá ao supermercado. Leve consigo o mais parecido com uma criança em idade pré-escolar que encontrar – uma cabra adulta, por exemplo. Se tenciona ter vários filhos, leve mais do que uma cabra.
2. Faça as compras da semana sem perder a(s) cabra(s) de vista.
3. Pague tudo o que a(s) cabra(s) comerem ou destruírem.
Só deverá considerar ter filhos depois de conseguir fazer isto facilmente.
Teste 9: alimentar um bebé de 1 ano
1. Esvazie um melão.
2. Faça um buraco pequeno de lado.
3. Pendure o melão no tecto e balance-o.
4. Pegue numa taça de cornflakes ensopados em leite e tente enfiá-los à colherada no melão irrequieto, enquanto finge que é um avião.
5. Continue até que metade dos cornflakes desapareça.
6. Cole o que restar no seu colo, certificando-se de que uma grande parte cai no chão.
Teste 10: TV
1. Aprenda os nomes de todos os personagens dos Wiggles, Barney, Teletubbies e Disney (no nosso caso é mais dos Gormitis, Scan2Go, Super Heróis, etc).
2. Veja apenas isso na Televisão durante pelo menos 5 anos.
Teste 11: Desarrumação
Consegue aguentar a desarrumação das crianças? Descubra se sim ou não.
1. Espalhe manteiga no sofá e compota nas cortinas.
2. Esconda um peixe por trás da aparelhagem e deixe-o lá o verão inteiro.
3. Enfie os dedos na terra dos vasos e a seguir esfregre-os nas paredes.
4. Esvazie todas as gavetas, prateleiras e caixas da casa para o chão e siga para o passo 5.
5. Aleatoriamente, leve objectos de uma sala para a outra e deixe-os lá.
Teste 12: Viagens longas com crianças
1. Faça uma gravação de alguém a repetir bem alto “Mãe”. Importante: não deve deixar mais de 4 segundos de intervalo entre cada “Mãe”. Inclua ocasionalmente um crescendo na voz até um nível supersónico.
2. Ponha esta gravação a tocar no carro, sempre que for a algum lado, nos próximos 4 anos.
Está preparado para fazer uma viagem longa com uma criança.
Teste 13: Conversas
1. Comece a falar com um adulto à escolha.
2. Peça a alguém para continuamente puxar a sua saia ou manga da camisa, enquanto toca a gravação “Mãe” referida acima.
Está preparada para ter uma conversa com um adulto com uma criança na sala.
Teste 14: Preparar-se para o trabalho
1. Escolha um dia em que tenha uma reunião importante.
2. Vista o seu melhor fato de trabalho
3. Pegue numa chávena de natas e junte um copo de sumo de limão.
4. Mexa bem.
5. Entorne metade na sua saia.
6. Ensope uma toalha com o resto da mistura
7. Tente limpar a saia com essa toalha.
8. Não mude de roupa (não tem tempo).
9. Vá para o trabalho.
Já está pronta para ter filhos. Aproveite!!!!
Quem já tem, diga lá se não é muito parecido??
26 de outubro de 2012
Salame de chocolate
Uma sobremesa/lanche/ceia/pequeno-almoço que adoro (sim, às vezes também marcha ao pequeno-almoço e depois passo o dia a lamentar-me de coisas que agora não interessam nada).
Salame de Chocolate
Salame de Chocolate
Ingredientes
200 gr de bolacha Maria
40 gr de açúcar
3 gemas de ovo
100 gr manteiga
125 gr de chocolate de culinária
40 gr de açúcar
3 gemas de ovo
100 gr manteiga
125 gr de chocolate de culinária
Modo
de Preparação Bimby:
Coloque as bolachas aos
bocados no copo e programe 10 seg, vel 3; Reserve à parte; Sem lavar o copo,
deite os restantes ingredientes e programe 3 min, 70º, vel 1; Junte as bolachas
reservadas e programe 10 seg, vel 3;
Deite o preparado em folha de alumínio, e forme um rolo apertado; Deixe refrigerar até que endureça.
Quando eu era miúda, a minha mãe embrulhava o salame em papel vegetal salpicado com vinho do porto e colocava no frigorífico. Depois de estar firme é que embrulhava em folha de alumínio. Ficava uma delícia.
Só mais uma coisa, não há foto porque não deu tempo. Mas melhor do que ver a foto, é fazer o salame e comê-lo. Boa ideia?
Deite o preparado em folha de alumínio, e forme um rolo apertado; Deixe refrigerar até que endureça.
Quando eu era miúda, a minha mãe embrulhava o salame em papel vegetal salpicado com vinho do porto e colocava no frigorífico. Depois de estar firme é que embrulhava em folha de alumínio. Ficava uma delícia.
Só mais uma coisa, não há foto porque não deu tempo. Mas melhor do que ver a foto, é fazer o salame e comê-lo. Boa ideia?
25 de outubro de 2012
O aniversário da princesa
E ainda não tinha mostrado o bolo que fiz para a minha princesa, que fez 3 anos em Junho!
Desta vez, e com calma, consegui desenhar uma Minnie que se parece com a Minnie.
Para ser diferente, fiz 2 bolos: o de baixo é Bolo de Natas e o de cima é Bolo de Mousse de Chocolate (a receita está aqui).
Para partilhar com os coleguinhas da creche, no dia seguinte, fiz outra vez o Bolo de Vinagre, recheado com leite condensado cozido. Enfeitei com natas vegetais às quais juntei um pouco de corante para ficar cor-de-rosa. O tema teve que ser a Minnie outra vez, com o Pluto. Havia um Mickey que ficou perdido em casa...
Para oferecer aos amigos, em vez dos habituais rebuçados e gomas, fiz umas bolachinhas de chocolate que os meus filhos adoram.
Aqui estão elas dentro de saquinhos para oferecer
Desta vez, e com calma, consegui desenhar uma Minnie que se parece com a Minnie.
Para ser diferente, fiz 2 bolos: o de baixo é Bolo de Natas e o de cima é Bolo de Mousse de Chocolate (a receita está aqui).
Para partilhar com os coleguinhas da creche, no dia seguinte, fiz outra vez o Bolo de Vinagre, recheado com leite condensado cozido. Enfeitei com natas vegetais às quais juntei um pouco de corante para ficar cor-de-rosa. O tema teve que ser a Minnie outra vez, com o Pluto. Havia um Mickey que ficou perdido em casa...
Para oferecer aos amigos, em vez dos habituais rebuçados e gomas, fiz umas bolachinhas de chocolate que os meus filhos adoram.
Aqui estão elas dentro de saquinhos para oferecer
Em breve coloco aqui as receitas do bolo de Natas e das bolachinhas, ok?
18 de outubro de 2012
7 de setembro de 2012
O regresso à escolinha
Ainda não contei como foi o regresso dos meus filhos à vida escolar porque, com as correrias todas, ainda não houve tempo. Não há muito para contar, porque correu às mil maravilhas. Sarita começou no jardim, na mesma sala e com as mesmas educadoras que foram do irmão. Para mim é mais fácil porque já as conheço e elas a mim e assim não há surpresas (espero). Como ficou com muitos dos colegas da creche, a transição foi mais fácil. O irmão vai lá muitas vezes visitá-la porque é um mano-galinha e tem sempre que ver como está a "minha (sua) pequenita". Em casa andam às turras, mas isso não interessa nada.
O Daniel está no ATL até começarem as aulas mas todos os dias pergunta se já pode levar a mochila com os livros novos. Seria tão bom se este entusiasmo se mantivesse o ano todo...
Tenho ido buscá-los todos os dias porque a minha mãe ainda está no hospital e não quero sobrecarregar o meu pai tanto tempo com os netos (apesar de ele adorar). Assim, saio do trabalho, vou buscá-los à escola, deixo-os com o avô que já tem o lanche a jeito para eles, vou ao hospital e depois vou buscá-los para irmos para casa.
Para a semana começam as aulas e o meu homenzinho já vai para o 2º ano. Está um crescido.
Coisas mai ricas da mãe.
O Daniel está no ATL até começarem as aulas mas todos os dias pergunta se já pode levar a mochila com os livros novos. Seria tão bom se este entusiasmo se mantivesse o ano todo...
Tenho ido buscá-los todos os dias porque a minha mãe ainda está no hospital e não quero sobrecarregar o meu pai tanto tempo com os netos (apesar de ele adorar). Assim, saio do trabalho, vou buscá-los à escola, deixo-os com o avô que já tem o lanche a jeito para eles, vou ao hospital e depois vou buscá-los para irmos para casa.
Para a semana começam as aulas e o meu homenzinho já vai para o 2º ano. Está um crescido.
Coisas mai ricas da mãe.
6 de setembro de 2012
Eu gosto mesmo é de ler blogs de pessoas que têm tudo muito organizado e cujas vidas são um mar de tranquilidade. E depois admitem que afinal até têm montes de ajuda (do marido, dos pais, dos sogros, da empregada, ...), que têm horários porreiros, que não têm filhos ou que os mesmos já são crescidos o suficiente para ajudarem e que só agora é que atingiram esse ponto zen.
Ou seja, ainda há esperança para mim.
Ou seja, ainda há esperança para mim.
5 de setembro de 2012
E quem é que ao 2º dia de trabalho está tão, tão cansada?
Euzinha, pois é!
Para acabar as férias em grande, passei a última noite das mesmas na urgência do hospital com a minha mãe. Há semanas, senão meses, que se queixava de dores na zona abdominal. "Mãe, vamos ao médico", "Não é preciso que já passa". Todos os dias eu falava com ela por telefone ou pessoalmente e nunca se queixava de nada. Às vezes descaía-se e deixava passar que tinha vomitado ou que tinha passado o dia deitada com dores. E eu a insistir para ir ao médico e ela a recusar. Eu a "ralhar" com ela e ela a esquivar-se.
Até que na 6ª feira passada, à noite, as dores deviam ser tantas que lá me telefonou a pedir para ir com ela ao hospital. Disse-lhe para ligar para o 112 e lá fomos.
O problema é na vesícula, uma pedrinha, e desde essa altura que está internada. Não foi operada ainda e nem sei se será, mas já não tem dores, está a dieta e farta de estar no hospital. E eu cá ando a correr entre o trabalho, casa dos meus pais, escola, visita ao hospital, minha casa.
Estou assim a modos que cansadita.
Para acabar as férias em grande, passei a última noite das mesmas na urgência do hospital com a minha mãe. Há semanas, senão meses, que se queixava de dores na zona abdominal. "Mãe, vamos ao médico", "Não é preciso que já passa". Todos os dias eu falava com ela por telefone ou pessoalmente e nunca se queixava de nada. Às vezes descaía-se e deixava passar que tinha vomitado ou que tinha passado o dia deitada com dores. E eu a insistir para ir ao médico e ela a recusar. Eu a "ralhar" com ela e ela a esquivar-se.
Até que na 6ª feira passada, à noite, as dores deviam ser tantas que lá me telefonou a pedir para ir com ela ao hospital. Disse-lhe para ligar para o 112 e lá fomos.
O problema é na vesícula, uma pedrinha, e desde essa altura que está internada. Não foi operada ainda e nem sei se será, mas já não tem dores, está a dieta e farta de estar no hospital. E eu cá ando a correr entre o trabalho, casa dos meus pais, escola, visita ao hospital, minha casa.
Estou assim a modos que cansadita.
3 de setembro de 2012
Hoje eles, amanhã eu...
E assim regressamos à nossa rotina. Hoje pai e filhos já regressaram aos seus postos de trabalho e amanhã recomeço eu.
A minha piquena lá foi toda contente para o jardim "puque já sou quescida". A mochila às costas com a muda de roupa e os lençóis para a sesta. A Kitty que a avó fez ia no braço e foi a companhia escolhida para as sestas deste ano. O meu homenzinho lá foi também, não tão contente como a irmã, mas assim que chegou e reencontrou as educadoras, as professoras e as funcionárias que tão bem conhece, lá melhorou a disposição. Alguns amigos também já lá estão, por isso vai ser um dia bom. Até a febrita e dor de cabeça do fim de semana vai passar.
O pai também já foi trabalhar e amanhã recomeço eu.
Entretanto ainda falta pôr algumas coisas em ordem, por isso cá vou eu tratar de me despachar porque o relógio não pára.
Um abraço e até outro dia.
A minha piquena lá foi toda contente para o jardim "puque já sou quescida". A mochila às costas com a muda de roupa e os lençóis para a sesta. A Kitty que a avó fez ia no braço e foi a companhia escolhida para as sestas deste ano. O meu homenzinho lá foi também, não tão contente como a irmã, mas assim que chegou e reencontrou as educadoras, as professoras e as funcionárias que tão bem conhece, lá melhorou a disposição. Alguns amigos também já lá estão, por isso vai ser um dia bom. Até a febrita e dor de cabeça do fim de semana vai passar.
O pai também já foi trabalhar e amanhã recomeço eu.
Entretanto ainda falta pôr algumas coisas em ordem, por isso cá vou eu tratar de me despachar porque o relógio não pára.
Um abraço e até outro dia.
28 de agosto de 2012
Actualização do meu estado: de volta a casa
Ao fim de duas semanas, regressamos. Posso voltar para o campismo??
Foram duas semanas sem stress, sem ralhetes (bem, alguns), sem confusões, sem stress (já tinha dito?). Posso voltar para o campismo?? (acho que me estou a repetir).
Para a semana voltamos à rotina de escolinha e trabalho. Já sei que houve algumas alterações no meu local de trabalho, tipo mudarem a minha mesa de sítio, virada para uma parede (deve ser castigo por ter férias!?).
Mas isso não me está a preocupar por agora e até acho que não me vai preocupar depois. Estou numa onda de não-quero-saber.
O que eu queria mesmo era voltar para o campismo (epá, outra vez?). Espaço, ar fresco, jovenzitos à vontade a brincar, a andar de bicicleta, sem stresses, sem confusões.
Foram duas semanas sem stress, sem ralhetes (bem, alguns), sem confusões, sem stress (já tinha dito?). Posso voltar para o campismo?? (acho que me estou a repetir).
Para a semana voltamos à rotina de escolinha e trabalho. Já sei que houve algumas alterações no meu local de trabalho, tipo mudarem a minha mesa de sítio, virada para uma parede (deve ser castigo por ter férias!?).
Mas isso não me está a preocupar por agora e até acho que não me vai preocupar depois. Estou numa onda de não-quero-saber.
O que eu queria mesmo era voltar para o campismo (epá, outra vez?). Espaço, ar fresco, jovenzitos à vontade a brincar, a andar de bicicleta, sem stresses, sem confusões.
17 de agosto de 2012
Actualização do meu estado: de férias
Neste momento a aproveitar a sesta dos piquenos para ler mails e ver coisas na net e escrever qualquer coisa aqui.
Como já tinha escrito antes, viemos acampar. Chegámos faz hoje uma semana e ainda contamos ficar cá mais outra semana. O tempo tem estado bom, com calor e vento q.b. Houve um dia de chuva e tempo encoberto mas já passou.
Apesar de estarmos perto de praias, só temos saído do parque para fazer compras, porque este ano o parque tem piscina. Paga-se para entrar mas mesmo assim, na minha opinião, compensa. O resultado é que o Daniel aprendeu a nadar, à "cãozinho" e de braçadeiras, mas já consegue percorrer a piscina toda sem medo, mesmo na parte mais funda. A Sara também gosta, também já bate as pernas, mas apesar de aventureira, tem medo de ir ao fundo, por isso está sempre agarrada a mim ou na piscina das crianças.
Este ano a crise nota-se no parque porque, em pleno mês de Agosto, pode-se dizer que está vazio. Há espaços por ocupar, não há filas nos balneários, etc. Para mim está óptimo assim, já que detesto confusões.
No entanto, noto que há mais gente porca, infelizmente. São os lava-loiças todos sujos e entupidos, são os tanques de lavar roupa também sujos e entupidos, são os chuveiros que servem de sanita, enfim. Mas a culpa não é dos funcionários que se vêm constantemente a limpar as casas de banho e as zonas de lavagem da loiça, é das pessoas que não têm respeito pelos outros. Este tipo de comportamento será culpa da crise? As pessoas vêm para o campismo porque o dinheiro não chega para irem par outro sítio mais chique e por isso vingam-se? Não, a culpa não é da crise, é mesmo só falta de educação.
Voltando às partes boas, tem sido piscina, descansar, andar de bicicleta, descansar. Só me canso mesmo quando vou às compras, porque tenho que carregar com o saco.
Almoços e jantares à base de grelhados, às vezes quando apetece uma comidinha mais composta, vamos buscar a algum restaurante (sempre sai mais barato que comer lá).
Bem, tenho que ir porque entretanto os meus jovens já acordaram da sesta e o Daniel já vai comprar as senhas para a piscina.
Um abraço.
Como já tinha escrito antes, viemos acampar. Chegámos faz hoje uma semana e ainda contamos ficar cá mais outra semana. O tempo tem estado bom, com calor e vento q.b. Houve um dia de chuva e tempo encoberto mas já passou.
Apesar de estarmos perto de praias, só temos saído do parque para fazer compras, porque este ano o parque tem piscina. Paga-se para entrar mas mesmo assim, na minha opinião, compensa. O resultado é que o Daniel aprendeu a nadar, à "cãozinho" e de braçadeiras, mas já consegue percorrer a piscina toda sem medo, mesmo na parte mais funda. A Sara também gosta, também já bate as pernas, mas apesar de aventureira, tem medo de ir ao fundo, por isso está sempre agarrada a mim ou na piscina das crianças.
Este ano a crise nota-se no parque porque, em pleno mês de Agosto, pode-se dizer que está vazio. Há espaços por ocupar, não há filas nos balneários, etc. Para mim está óptimo assim, já que detesto confusões.
No entanto, noto que há mais gente porca, infelizmente. São os lava-loiças todos sujos e entupidos, são os tanques de lavar roupa também sujos e entupidos, são os chuveiros que servem de sanita, enfim. Mas a culpa não é dos funcionários que se vêm constantemente a limpar as casas de banho e as zonas de lavagem da loiça, é das pessoas que não têm respeito pelos outros. Este tipo de comportamento será culpa da crise? As pessoas vêm para o campismo porque o dinheiro não chega para irem par outro sítio mais chique e por isso vingam-se? Não, a culpa não é da crise, é mesmo só falta de educação.
Voltando às partes boas, tem sido piscina, descansar, andar de bicicleta, descansar. Só me canso mesmo quando vou às compras, porque tenho que carregar com o saco.
Almoços e jantares à base de grelhados, às vezes quando apetece uma comidinha mais composta, vamos buscar a algum restaurante (sempre sai mais barato que comer lá).
Bem, tenho que ir porque entretanto os meus jovens já acordaram da sesta e o Daniel já vai comprar as senhas para a piscina.
Um abraço.
9 de agosto de 2012
Em modo de férias dentro das férias
Estamos de férias desde o início do mês, mas por agora temos ficado por casa a resolver coisas, praia à tarde alguns dias, brincadeiras em casa dos avós nos outros dias. Mas agora é que vai ser, vamos acampar e já falta pouco.
Já fiz a lista do que é preciso, já comecei a separar as roupas de vestir, roupas de cama, curativos, medicamentos, mercearia, brinquedos. Agora só falta mesmo algumas coisas de última hora para nos pormos a caminho.
Espero amanhã por esta hora já estar no parque de campismo que é o mesmo de todos os anos. Já estivemos em muitos parques, mas voltamos sempre a este. É caso para dizer que não há amor como o primeiro. E este ano até tem piscina. Assim, se não apetecer ir para a praia, ficamos pelo parque mesmo.
Já fiz a lista do que é preciso, já comecei a separar as roupas de vestir, roupas de cama, curativos, medicamentos, mercearia, brinquedos. Agora só falta mesmo algumas coisas de última hora para nos pormos a caminho.
Espero amanhã por esta hora já estar no parque de campismo que é o mesmo de todos os anos. Já estivemos em muitos parques, mas voltamos sempre a este. É caso para dizer que não há amor como o primeiro. E este ano até tem piscina. Assim, se não apetecer ir para a praia, ficamos pelo parque mesmo.
5 de agosto de 2012
Uma questão de interpretação...
Daniel: "Mãaaeee, a Sara está a dar-me pontapés!!!"
Sara: "Não estou nada. Estou a fazer festinhas ao mano!"
Com os pés...
Sara: "Não estou nada. Estou a fazer festinhas ao mano!"
Com os pés...
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