Aos poucos vou actualizando a minha página no facebook
Capa em tecido, com elástico, para agenda ou caderno A5
Bolsinha porta-lenços
Carteira para documentos
Coisas que gosto de fazer, ver e ler. Coisas que gosto de partilhar. Coisas que gosto de aprender.
4 de abril de 2013
2 de abril de 2013
Coisas que eu faço... para os filhos
Vi a ideia na net, não me lembro onde:
1 caixa de marcadores
1 caixa vazia e rolos de papel higiénico
Papel de embrulho, cola
"Este macadói vai p'aqui, este macadói vai p'aqui, este macadói vai p'aqui, ..." (a mãe já volta para tirar a foto final)
Tcharam...
1 caixa de marcadores
1 caixa vazia e rolos de papel higiénico
Papel de embrulho, cola
"Este macadói vai p'aqui, este macadói vai p'aqui, este macadói vai p'aqui, ..." (a mãe já volta para tirar a foto final)
Tcharam...
15 de março de 2013
Estava eu aqui sossegadita a navegar na net trabalhar, quando chega uma colega. Levantei-me para ir ter com ela à porta e diz-me ela "tás mais magra". Oh pá, fiquei tão contente. Não sou neurótica com o peso, mas tenho-o em excesso e como passo o dia todo sentada, ele tem tendência a aumentar.
Mas de há uns meses para cá tenho tido mais cuidado com a alimentação, como sempre a sopa no início da refeição, noto que as porções do 2º prato já diminuíram, bebo água durante o dia, faço lanches a meio da manhã e da tarde sempre que possível e com fruta ou iogurte, frutos secos, umas bolachas integrais. Claro que às vezes a coisa descarrila, mas no geral tenho tido cuidado. Não me tenho pesado porque a balança lá de casa ficou sem pilhas e porque não gosto de me pesar na farmácia porque ficam todos a saber e ninguém tem nada com o meu peso. E assim não entro em paranóia.
Fazer exercício tem sido complicado, ainda não consigo me organizar nesse sentido, mas sempre que posso ando a pé. Ainda hoje deixei o carro em casa dos meus pais (os meus filhos ficam lá depois da escola) e vim a pé para o trabalho, são 10 minutos de caminhada para cada lado e com o passeio a seguir ao almoço, sempre é melhor que nada.
Mas voltando ao início deste post, fiquei tão contente!! É uma perda lenta, mas espero que eficaz. E se conseguir manter e melhorar os bons hábitos, espero que definitiva.
Mas de há uns meses para cá tenho tido mais cuidado com a alimentação, como sempre a sopa no início da refeição, noto que as porções do 2º prato já diminuíram, bebo água durante o dia, faço lanches a meio da manhã e da tarde sempre que possível e com fruta ou iogurte, frutos secos, umas bolachas integrais. Claro que às vezes a coisa descarrila, mas no geral tenho tido cuidado. Não me tenho pesado porque a balança lá de casa ficou sem pilhas e porque não gosto de me pesar na farmácia porque ficam todos a saber e ninguém tem nada com o meu peso. E assim não entro em paranóia.
Fazer exercício tem sido complicado, ainda não consigo me organizar nesse sentido, mas sempre que posso ando a pé. Ainda hoje deixei o carro em casa dos meus pais (os meus filhos ficam lá depois da escola) e vim a pé para o trabalho, são 10 minutos de caminhada para cada lado e com o passeio a seguir ao almoço, sempre é melhor que nada.
Mas voltando ao início deste post, fiquei tão contente!! É uma perda lenta, mas espero que eficaz. E se conseguir manter e melhorar os bons hábitos, espero que definitiva.
8 de março de 2013
Para reflectir
Hoje li isto no facebook:
UM PUNHADO DE SAL
"O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim. - disse o jovem sem pensar duas vezes.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse junto com ele ao lago. Os dois caminharam em silêncio, e quando chegaram lá o mestre mandou que o jovem jogasse o sal no lago. O jovem então fez como o mestre disse.
Logo após o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
O jovem assim o fez e enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - o jovem disse sem pestanejar.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.
- Não. - disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem em detrimento do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago."
UM PUNHADO DE SAL
"O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim. - disse o jovem sem pensar duas vezes.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse junto com ele ao lago. Os dois caminharam em silêncio, e quando chegaram lá o mestre mandou que o jovem jogasse o sal no lago. O jovem então fez como o mestre disse.
Logo após o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
O jovem assim o fez e enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - o jovem disse sem pestanejar.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.
- Não. - disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem em detrimento do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago."
Dia Internacional da Mulher
Ia escrever muita coisa sobre o dia da Mulher que devia ser todos os dias e blá, blá, blá... Mas o que importa neste dia, e em todos os outros, são as mulheres que ainda não conseguiram ter os seus direitos assegurados, seja na vida pessoal, seja na vida profissional. E por isso lembro aqui a origem desse dia.
PORQUÊ O DIA 8 DE MARÇO
Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.
O QUE SE PRETENDE COM A CELEBRAÇÃO DESTE DIA
Pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher.
Um bom dia para todos, homens e mulheres.
PORQUÊ O DIA 8 DE MARÇO
Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.
O QUE SE PRETENDE COM A CELEBRAÇÃO DESTE DIA
Pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher.
Um bom dia para todos, homens e mulheres.
7 de março de 2013
Coisas de crianças e sopa
Quando a barriga da sopa está cheia (porque também há a barriga do jantar que às vezes enche logo e a barriga da sobremesa que está sempre vazia, sem falar da barriga do iogurte, do chocolate, etc.), começam as negociações:
-Não quero mais sopa...
- Só mais duas colheres!
- Já comi as duas colheres...
- Não vi! Repete para eu ver.
- ...
- Foram duas colheres muito mal cheias, não tinham sopa nenhuma! Vá, mais duas colheres bem cheias (já conto 6 ou estou enganada?)
Lá em casa são só mais duas colheres para acabar a sopa, mas têm que ser bem cheias e como a mãe está sempre a olhar para outro lado nem sempre vê se está bem cheia e tem que se repetir... Mas são só mais duas...
Eu vou parar ao inferno por estar a enganar as crianças!!!
-Não quero mais sopa...
- Só mais duas colheres!
- Já comi as duas colheres...
- Não vi! Repete para eu ver.
- ...
- Foram duas colheres muito mal cheias, não tinham sopa nenhuma! Vá, mais duas colheres bem cheias (já conto 6 ou estou enganada?)
Lá em casa são só mais duas colheres para acabar a sopa, mas têm que ser bem cheias e como a mãe está sempre a olhar para outro lado nem sempre vê se está bem cheia e tem que se repetir... Mas são só mais duas...
Eu vou parar ao inferno por estar a enganar as crianças!!!
4 de fevereiro de 2013
Quando Isabel Jonet disse que tínhamos de nos convencer que não podíamos comer bife todos os dias, não me ofendi apesar de não comer bife todos os dias. Percebi o que ela quis dizer, o país estava habituado a viver acima das suas possibilidades, não eu, não tu, ninguém em específico, mas muita, muita gente, senão não haveria o problema do sobreendividamento das famílias.
Quando a "Pepa" disse que gostaria de ter uma mala Chanel, também não levei a mal, uma vez que sonhar ainda não é crime e ela até trabalha para se sustentar. Se quer gastar 3000 eur numa mala, desde que não o tenha roubado, o problema é dela. Também não gosto que me venham dizer como gastar o meu dinheiro, uma vez que não o pedi a ninguém, trabalho para o ter e privo-me de muitas coisas, para que o essencial não falte.
Agora, as palavras do sr. Ulrich, essas já me ofendem. É um presidente de um banco com apoios do estado, logo que usa o meu dinheiro, que teve lucros exorbitantes e que ainda não pagou ao estado o empréstimo (diz que vai), que ganha balúrdios de dinheiro ao fim do ano, e que se vem comparar aos sem-abrigo que o são por falta de alternativa. Não gostei. Se calhar estou a interpretar mal as palavras dele, mas não me parece.
Quando a "Pepa" disse que gostaria de ter uma mala Chanel, também não levei a mal, uma vez que sonhar ainda não é crime e ela até trabalha para se sustentar. Se quer gastar 3000 eur numa mala, desde que não o tenha roubado, o problema é dela. Também não gosto que me venham dizer como gastar o meu dinheiro, uma vez que não o pedi a ninguém, trabalho para o ter e privo-me de muitas coisas, para que o essencial não falte.
Agora, as palavras do sr. Ulrich, essas já me ofendem. É um presidente de um banco com apoios do estado, logo que usa o meu dinheiro, que teve lucros exorbitantes e que ainda não pagou ao estado o empréstimo (diz que vai), que ganha balúrdios de dinheiro ao fim do ano, e que se vem comparar aos sem-abrigo que o são por falta de alternativa. Não gostei. Se calhar estou a interpretar mal as palavras dele, mas não me parece.
30 de janeiro de 2013
Diário de uma criança à beira do nervoso miudinho - Eduardo Sá
Vi este texto na net e posso dizer que fiquei mal-disposta. Infelizmente revi-me em muitas situações que são aqui mencionadas e fiquei muito triste por pensar que os meus filhos se podem sentir assim. É muito importante tentarmos ver as coisas pela perspectiva deles. Para mim, é mais um alerta para mudar de atitude! O texto é longo, mas vale a pena ler!
"Diário de uma criança à beira do nervoso miudinho - Eduardo Sá
Os pais não servem como despertador. Adormecem de manhã, como todos nós, mas, ao mesmo tempo que levantam a persiana e nos chamam «Meu querido» e coisas assim, querem que, entre a cara lavada e os cereais despachados, façamos dos 0 aos 100 em poucos... minutos.
Entretanto, como convém às pessoas ponderadas, e paramos de nos vestir para pensarmos na vida, eles sofrem de hiperatividade e, em jeito de ameaça, gritam qualquer coisa do género: «Eu juro que me vou embora, e deixo-te aqui!» (que era tudo o que eu mais queria!).
Os pais servem, também, para nos tirar a boa-disposição, antes do trabalho. Enquanto só não chamam «boas pessoas» a todos os senhores automobilistas que, segundo eles, estavam bem era dormir, ouvem (de meia em meia hora!) as mesmas notícias, atendem o telefone, olham 30 vezes para o relógio, melindram-se com a nossa cara de segunda-feira e, sempre que dizem, com voz de pateta: «Quem é o meu tesouro, quem é?», quem faz as contra-ordenações perigosas somos nós!
Os pais servem para imaginar que todas as crianças, ao chegarem à escola, são campeãs de felicidade.
E que nunca nos apetece mandar a nossa professora para a... biblioteca, de castigo, enquanto ela pensa se não será feio mentir (sempre que grita connosco, quando garante, aos nossos pais, que é só doçuras e meiguices...).
Os pais servem, também, para nos ir buscar à escola. E nisso escapam! Mas, independentemente de nos apetecer limpar o pó ao mundo, perguntam (todos os dias!): «Correu bem a escola? e O que foi o almoço?», com tantos pormenores, e no meio de tanta inquietação, que nos provocam brancas e nos levam ao stresse.
Os pais servem para nos deixar nos tempos livres. E, quando pensávamos que podíamos brincar à vontade, (ou não são os tempos... livres?) descobrimos que eles só podem ter sido levados ao engano porque, afinal, nos obrigam a estar, mais uma vez, quietos e calados. E, pior, quando estamos prontos a pedir o livro de reclamações, ora nos castigam com trabalhos de casa ora nos põem, sentadinhos, a ver os mesmos desenhos animados tantas vezes, que nós achamos que isso deve servir para aprendermos a contar até... 100.
Mas os pais servem, também, para trabalhar para a nossa formação desportiva e para o lazer. Quando chegamos à natação, gritam quando não nos queremos despir ali, à frente de toda a gente. Acham que não podemos brincar nem nos balneários nem na piscina. E gritam, outra vez, quando insistimos que os avós e os acompanhantes das outras crianças não deviam saber em que preparos viemos ao mundo.
Os pais servem, também, para zurzir no nosso lado bem-disposto, quando (de regresso ao carro) nos mandam cumprimentar a prima Maria da Glória que, em vez de nos dizer «Olá», delicadamente e com maneiras, nos esborracha contra ela e nos lambuza e, enquanto nos despenteia, duma ponta à outra, nos ofende, de cada vez que diz: «Ai, meu filho, o teu rapaz está tão crescido!....» (Meu filho?... Mas o pai bateu com a cabeça? Então, maltratam-lhe o filho, em vez de lhe darem um beijo transformam-no em algodão doce, e ele, ainda por cima, sorri e agradece?...)
Quando, finalmente, entramos em casa e estamos prontos para descansar, os pais servem para nos dizer, contra todas as nossas expectativas: «Primeiro, fazes os trabalhos de casa. Só depois brincas».
E servem para azedar a nossa boa disposição quando, logo a seguir, tratam, como se fosse contrafação, os pacotes de leite, as embalagens de bolachas e as caixinhas com os presentes da Happy Meal que, carinhosamente, tínhamos a dormir ao pé de nós.
Os pais servem para escandalizar, todos os dias, a nossa paciência, ao jantar. Começam por nunca respeitar o nosso: «Já vou!». Vendem-se à publicidade enganosa de cada vez que acham que a sopa de cenoura «faz os olhos bonitos». Servem-nos ervilhas e, carinhosamente (como quem não está muito seguro do produto que promove), chamam-lhe «bolinhas».
E nunca se cansam de nos dizer que a fruta faz bem!
E, quando o dia não pára de nos surpreender, os pais servem para dizer, todos os dias: «A partir de hoje... tu vais ver!».
E, sempre que estão chateados com o trabalho, para reclamar. Assim: «Ah queres fazer uma birra? Pois vamos ver quem faz a birra maior!...»
E, quando querem quebrar a monotonia dos nossos dias, os pais, servem para pronunciar com alma cada palavra, quando nos estragam com meiguices: «Qualquer dia... eu emigro! Para muito longe! E quero ver como é que vocês se safam!».
Com dias assim, em que o pai e a mãe fazem de Capitão Gancho, quem não se rende à canseira e adormece antes do fim de cada história? E quem é que não cede ao nervoso miudinho e não acorda, a meio da noite, com os nervos em franja? E quem é que não ficaria desolado, no meio de toda a energia renovável que eles têm, quando perguntam com quem estávamos a sonhar (e nós, não podendo dizer que era com eles), respondemos que temos medo é... do Papão!
Nós gostamos dos pais. Desconfiamos que eles imaginam que passam pouco tempo connosco mas, se for para isto, não temos coragem para os contrariar. Afinal, nós sabemos que todas as pessoas de coração grande têm a cabeça quente.
E nunca pomos em dúvida que só o amor importa. Só não entendemos porque é que os pais tenham de ser esta canseira!
E achamos que, desta maneira, eles nos fazem nervoso miudinho.
Eduardo Sá
in paisefilhos.pt "
"Diário de uma criança à beira do nervoso miudinho - Eduardo Sá
Os pais não servem como despertador. Adormecem de manhã, como todos nós, mas, ao mesmo tempo que levantam a persiana e nos chamam «Meu querido» e coisas assim, querem que, entre a cara lavada e os cereais despachados, façamos dos 0 aos 100 em poucos... minutos.
Entretanto, como convém às pessoas ponderadas, e paramos de nos vestir para pensarmos na vida, eles sofrem de hiperatividade e, em jeito de ameaça, gritam qualquer coisa do género: «Eu juro que me vou embora, e deixo-te aqui!» (que era tudo o que eu mais queria!).
Os pais servem, também, para nos tirar a boa-disposição, antes do trabalho. Enquanto só não chamam «boas pessoas» a todos os senhores automobilistas que, segundo eles, estavam bem era dormir, ouvem (de meia em meia hora!) as mesmas notícias, atendem o telefone, olham 30 vezes para o relógio, melindram-se com a nossa cara de segunda-feira e, sempre que dizem, com voz de pateta: «Quem é o meu tesouro, quem é?», quem faz as contra-ordenações perigosas somos nós!
Os pais servem para imaginar que todas as crianças, ao chegarem à escola, são campeãs de felicidade.
E que nunca nos apetece mandar a nossa professora para a... biblioteca, de castigo, enquanto ela pensa se não será feio mentir (sempre que grita connosco, quando garante, aos nossos pais, que é só doçuras e meiguices...).
Os pais servem, também, para nos ir buscar à escola. E nisso escapam! Mas, independentemente de nos apetecer limpar o pó ao mundo, perguntam (todos os dias!): «Correu bem a escola? e O que foi o almoço?», com tantos pormenores, e no meio de tanta inquietação, que nos provocam brancas e nos levam ao stresse.
Os pais servem para nos deixar nos tempos livres. E, quando pensávamos que podíamos brincar à vontade, (ou não são os tempos... livres?) descobrimos que eles só podem ter sido levados ao engano porque, afinal, nos obrigam a estar, mais uma vez, quietos e calados. E, pior, quando estamos prontos a pedir o livro de reclamações, ora nos castigam com trabalhos de casa ora nos põem, sentadinhos, a ver os mesmos desenhos animados tantas vezes, que nós achamos que isso deve servir para aprendermos a contar até... 100.
Mas os pais servem, também, para trabalhar para a nossa formação desportiva e para o lazer. Quando chegamos à natação, gritam quando não nos queremos despir ali, à frente de toda a gente. Acham que não podemos brincar nem nos balneários nem na piscina. E gritam, outra vez, quando insistimos que os avós e os acompanhantes das outras crianças não deviam saber em que preparos viemos ao mundo.
Os pais servem, também, para zurzir no nosso lado bem-disposto, quando (de regresso ao carro) nos mandam cumprimentar a prima Maria da Glória que, em vez de nos dizer «Olá», delicadamente e com maneiras, nos esborracha contra ela e nos lambuza e, enquanto nos despenteia, duma ponta à outra, nos ofende, de cada vez que diz: «Ai, meu filho, o teu rapaz está tão crescido!....» (Meu filho?... Mas o pai bateu com a cabeça? Então, maltratam-lhe o filho, em vez de lhe darem um beijo transformam-no em algodão doce, e ele, ainda por cima, sorri e agradece?...)
Quando, finalmente, entramos em casa e estamos prontos para descansar, os pais servem para nos dizer, contra todas as nossas expectativas: «Primeiro, fazes os trabalhos de casa. Só depois brincas».
E servem para azedar a nossa boa disposição quando, logo a seguir, tratam, como se fosse contrafação, os pacotes de leite, as embalagens de bolachas e as caixinhas com os presentes da Happy Meal que, carinhosamente, tínhamos a dormir ao pé de nós.
Os pais servem para escandalizar, todos os dias, a nossa paciência, ao jantar. Começam por nunca respeitar o nosso: «Já vou!». Vendem-se à publicidade enganosa de cada vez que acham que a sopa de cenoura «faz os olhos bonitos». Servem-nos ervilhas e, carinhosamente (como quem não está muito seguro do produto que promove), chamam-lhe «bolinhas».
E nunca se cansam de nos dizer que a fruta faz bem!
E, quando o dia não pára de nos surpreender, os pais servem para dizer, todos os dias: «A partir de hoje... tu vais ver!».
E, sempre que estão chateados com o trabalho, para reclamar. Assim: «Ah queres fazer uma birra? Pois vamos ver quem faz a birra maior!...»
E, quando querem quebrar a monotonia dos nossos dias, os pais, servem para pronunciar com alma cada palavra, quando nos estragam com meiguices: «Qualquer dia... eu emigro! Para muito longe! E quero ver como é que vocês se safam!».
Com dias assim, em que o pai e a mãe fazem de Capitão Gancho, quem não se rende à canseira e adormece antes do fim de cada história? E quem é que não cede ao nervoso miudinho e não acorda, a meio da noite, com os nervos em franja? E quem é que não ficaria desolado, no meio de toda a energia renovável que eles têm, quando perguntam com quem estávamos a sonhar (e nós, não podendo dizer que era com eles), respondemos que temos medo é... do Papão!
Nós gostamos dos pais. Desconfiamos que eles imaginam que passam pouco tempo connosco mas, se for para isto, não temos coragem para os contrariar. Afinal, nós sabemos que todas as pessoas de coração grande têm a cabeça quente.
E nunca pomos em dúvida que só o amor importa. Só não entendemos porque é que os pais tenham de ser esta canseira!
E achamos que, desta maneira, eles nos fazem nervoso miudinho.
Eduardo Sá
in paisefilhos.pt "
16 de janeiro de 2013
Compro ou não compro? Não compro!
Cusca como sou, fui logo à procura dele.
1º só se vende no site da Burdastyle. Ok, fiz o registo.
2º custa 12,90€. Humm, será que vale a pena?
3º Ah, os portes são 7€. Eh lá..
4º Opções de pagamento: Visa ou Paypal. Posso usar o MBnet para fazer o pagamento, mas teria que ir à procura dos códigos e registar não sei onde e coisas e coisas.
5º Mas eu preciso mesmo do livro?? Deve ser giro, o preço do livro nem é caro (sem portes). E o número de páginas? Se calhar ainda me sai um folheto.
6º pensa bem, Cristina, com tanto livro e revista de costura que já herdaste (volta e meia a minha mãe faz limpeza às estantes), precisas mesmo deste?
'Tá decidido. Até porque os portes tiraram logo o encanto.
Coisas para começar o ano bem
Este ano ainda agora começou, mas já me trouxe muitas coisas novas. Demais. Acabei o ano e comecei o ano com problemas na vesícula e agora estou em casa com uma otite. Ia dizer que era a primeira da minha vida mas acabei de me lembrar que em criança tinha bastantes. Mas há mais de 30 anos que não tinha uma!
Depois de 3 dias de cama por causa da gripe e uma vez que isto não passava só com Brufen, lá fui à consulta para me passarem um antibiótico. Apesar de só ter sido atendida 1 hora depois da hora marcada, a médica foi uma simpática e recomendou-me que usasse pouco o ouvido. Doutora, eu tenho 2 crianças em casa. Como é possível usar pouco os ouvidos quando elas têm sempre o volume no máximo? E como também me afecta a garganta, mal consigo falar, quanto mais ralhar. Está aqui uma coisa jeitosa, está!
Depois de 3 dias de cama por causa da gripe e uma vez que isto não passava só com Brufen, lá fui à consulta para me passarem um antibiótico. Apesar de só ter sido atendida 1 hora depois da hora marcada, a médica foi uma simpática e recomendou-me que usasse pouco o ouvido. Doutora, eu tenho 2 crianças em casa. Como é possível usar pouco os ouvidos quando elas têm sempre o volume no máximo? E como também me afecta a garganta, mal consigo falar, quanto mais ralhar. Está aqui uma coisa jeitosa, está!
11 de janeiro de 2013
26 de dezembro de 2012
Desabafo de Natal
Eu gosto do Natal. Sempre foi uma época mágica para mim. Desde pequena, quando ia dormir cedo à espera do Menino Jesus com as prendinhas. Nunca fomos ricos, sempre remediados, mas sempre houve lembrancinhas para todos, sempre houve filhoses (gosto de dizer assim), fatias douradas (também gosto assim), azevias, um pinheiro enorme, verdadeiro, no meio da sala, a família reunida. Estas são as memórias da minha infância. Quando eu tinha 10 anos viemos morar para a cidade e tudo continuou, excepto o pinheiro que foi substituído por uma árvore artificial.
E agora que sou mãe, procuro manter a tradição a que me habituei e criar, se possível, uma tradição nossa.
Cá em casa, as prendas só se abrem no dia de Natal, trazidas pelo Pai Natal, que recebe as indicações do Menino Jesus. Ainda se acredita nisso, apesar de o meu filho já ter dito que acha que são os pais que compram as prendas!! Continuo a não ser rica, mas ainda consigo satisfazer alguns desejos dos meus filhos (Play Station Portátil é que nem pensar!). Para a ceia de Natal, só nós os quatro, arranja-se qualquer prato que agrade a todos porque o bacalhau não é consensual e como é uma noite que se quer de alegria, não quero ninguém a queixar-se da comida.
Mas o dia de Natal é que é! Junto a família em minha casa, preparo o almoço e as sobremesas, quem vem almoçar traz qualquer coisa para acrescentar à mesa e é sempre uma correria, esqueço-me sempre de alguma coisa, mas como é família e já sabem o que a casa gasta, perdoam-me sempre.
Mas apesar de continuar a gostar do Natal, sinto que estou a perder o ânimo de antigamente. Já não me entusiasmo como antes com a aproximação da época, já não sinto a alegria que sentia. Faço um esforço pelas crianças e no fim até entro no espírito, mas está a ficar mais difícil. Este ano então, ia sendo uma desgraça. Tinha planos para fazer coisas para oferecer, deixei passar o tempo, não fiz nada do que queria. Quase me esqueci de pessoas importantes para mim, esqueci-me de pessoas amigas, quase não tinha prendas para os meus filhos e a prenda para o meu marido foi comprada na véspera. Podemos dizer que não queremos ser consumistas no Natal, que o Natal deveria ser para lembrar a união familiar e etc e tal, mas gosto sempre de oferecer qualquer coisa às pessoas de quem gosto apesar de não esperar que me dêem qualquer coisa. Gosto mesmo é de ter as pessoas à minha volta e essa é que é a minha prenda.
Se calhar o problema é mesmo da minha cabeça, sentir que tenho que cumprir determinados padrões que afinal ninguém me exige que cumpra. Ainda assim, este ano, apesar de toda a confusão, consegui manter a calma e desisti de projectos que vi não conseguia executar, fiz coisas que não estavam planeadas e que no fim, foram boas opções e todos tivemos um bom Natal, cheio do que é mais importante, a família e os amigos.
Agora, e mais um vez digo isto, só preciso manter a calma e organizar-me. Vamos ver se algures durante este ano que se vai iniciar, consigo isso.
Boas Festas
E agora que sou mãe, procuro manter a tradição a que me habituei e criar, se possível, uma tradição nossa.
Cá em casa, as prendas só se abrem no dia de Natal, trazidas pelo Pai Natal, que recebe as indicações do Menino Jesus. Ainda se acredita nisso, apesar de o meu filho já ter dito que acha que são os pais que compram as prendas!! Continuo a não ser rica, mas ainda consigo satisfazer alguns desejos dos meus filhos (Play Station Portátil é que nem pensar!). Para a ceia de Natal, só nós os quatro, arranja-se qualquer prato que agrade a todos porque o bacalhau não é consensual e como é uma noite que se quer de alegria, não quero ninguém a queixar-se da comida.
Mas o dia de Natal é que é! Junto a família em minha casa, preparo o almoço e as sobremesas, quem vem almoçar traz qualquer coisa para acrescentar à mesa e é sempre uma correria, esqueço-me sempre de alguma coisa, mas como é família e já sabem o que a casa gasta, perdoam-me sempre.
Mas apesar de continuar a gostar do Natal, sinto que estou a perder o ânimo de antigamente. Já não me entusiasmo como antes com a aproximação da época, já não sinto a alegria que sentia. Faço um esforço pelas crianças e no fim até entro no espírito, mas está a ficar mais difícil. Este ano então, ia sendo uma desgraça. Tinha planos para fazer coisas para oferecer, deixei passar o tempo, não fiz nada do que queria. Quase me esqueci de pessoas importantes para mim, esqueci-me de pessoas amigas, quase não tinha prendas para os meus filhos e a prenda para o meu marido foi comprada na véspera. Podemos dizer que não queremos ser consumistas no Natal, que o Natal deveria ser para lembrar a união familiar e etc e tal, mas gosto sempre de oferecer qualquer coisa às pessoas de quem gosto apesar de não esperar que me dêem qualquer coisa. Gosto mesmo é de ter as pessoas à minha volta e essa é que é a minha prenda.
Se calhar o problema é mesmo da minha cabeça, sentir que tenho que cumprir determinados padrões que afinal ninguém me exige que cumpra. Ainda assim, este ano, apesar de toda a confusão, consegui manter a calma e desisti de projectos que vi não conseguia executar, fiz coisas que não estavam planeadas e que no fim, foram boas opções e todos tivemos um bom Natal, cheio do que é mais importante, a família e os amigos.
Agora, e mais um vez digo isto, só preciso manter a calma e organizar-me. Vamos ver se algures durante este ano que se vai iniciar, consigo isso.
Boas Festas
27 de novembro de 2012
Cedo piaste, mãe
Ao mudar os lençóis da cama da minha filha, pensei que se calhar já é altura de tirar o lençol de resguardo, aquele plastificado que se põe nas camas das crianças pequenas, porque desde que deixou de usar fraldas, se fez xixi na cama 3 vezes, foi muito. Sempre que sente vontade de noite, chama-me para a levar à casa de banho (de dia vai muito bem sozinha). Mas fiz a cama e deixei o lençol.
Às 5 horas desta madrugada, acordo com ela a chamar-me, levanto-me logo, chego ao quarto e encontro-a de pé em cima da cama. Assim que me olha para mim (acho que não me viu) baixa-se e começa a fazer na cama. Nãaaoo!! Assim que peguei nela parou de fazer, por isso foram só umas pinguinhas. Como o lençol e o edredão estavam dobrados dela se levantar, o estrago não foi grande, dobrei esse bocado e virei para os pés da cama e tapei-a com a outra ponta do lençol. Hoje de manhã foi tudo a lavar.
Mas porque é que é que eu fui pensar no raio do xixi na cama? Afinal é melhor deixar o lençol de resguardo.
Às 5 horas desta madrugada, acordo com ela a chamar-me, levanto-me logo, chego ao quarto e encontro-a de pé em cima da cama. Assim que me olha para mim (acho que não me viu) baixa-se e começa a fazer na cama. Nãaaoo!! Assim que peguei nela parou de fazer, por isso foram só umas pinguinhas. Como o lençol e o edredão estavam dobrados dela se levantar, o estrago não foi grande, dobrei esse bocado e virei para os pés da cama e tapei-a com a outra ponta do lençol. Hoje de manhã foi tudo a lavar.
Mas porque é que é que eu fui pensar no raio do xixi na cama? Afinal é melhor deixar o lençol de resguardo.
26 de novembro de 2012
Supermercado em tarde de chuva
Costumo fazer compras de manhã. Habituei-me assim com a minha mãe, que sempre preferiu sair de manhã para "as voltas do dia" e de tarde ficar em casa a pôr as tarefas em dia, na cozinha a fazer um bolo ou apenas sentada à janela a costurar, tricotar,etc.
Eu sempre gostei de fazer as coisas assim, como ela, excepto a parte de costurar e tricotar, que só consigo quando o rei faz anos. Mas com duas crianças ainda pequenas e com a semana ocupada, nem sempre consigo sair de manhã ao fim-de-semana para fazer compras. E no sábado passado, com a chuva e sozinha com os dois em casa, nem pensar. Pensei que à tarde, depois do almoço, com o pai em casa para tomar conta dos filhos, seria uma boa altura para a ronda dos supermercados. A lista de compras era pequena, mas ía também numa viagem de prospecção, que pede tempo e paciência para ver e comparar preços.
Chego ao primeiro supermercado, encontro logo um casal conhecido, que "andava a passear por ali porque, como está a chover, não apetece ir dar uma volta". O quê!??!?! Eu saí porque precisava de alguma coisas e queria aproveitar algumas promoções, porque senão teria ficado em casa com os meus filhos, a aproveitar a tarde em família!
Comprei o que precisava ali e fui a outro supermercado. Chego lá, o parque de estacionamento está cheio. Entro e vejo que há famílias a vaguear pela loja, mas as caixas estão vazias, comparadas com o número de carros lá fora. Ou seja, aqui também há pessoas que vieram só "dar uma volta". Também há as que estão a fazer compras, mas nota-se bem a diferença entre quem anda a passear e quem anda a fazer compras.
Como não fui habituada assim, não vejo necessidade de sair só por sair. Prefiro ficar em casa a curtir a pequenada, em vez de andar à chuva e dentro de supermercados porque não há outro sítio para ir.
Conclusão disto tudo, a partir de agora voltámos às compras só de manhã (também não gosto de fazer compras à noite). Assim despacho-me cedo e fico com a tarde livre para outras actividades, que praticamente se resumem a limpar, arrumar, estar com a família, limpar e arrumar outra vez, etc. e às vezes sair sim, mas com objectivo de passear em família, não apenas vaguear por aí.
Eu sempre gostei de fazer as coisas assim, como ela, excepto a parte de costurar e tricotar, que só consigo quando o rei faz anos. Mas com duas crianças ainda pequenas e com a semana ocupada, nem sempre consigo sair de manhã ao fim-de-semana para fazer compras. E no sábado passado, com a chuva e sozinha com os dois em casa, nem pensar. Pensei que à tarde, depois do almoço, com o pai em casa para tomar conta dos filhos, seria uma boa altura para a ronda dos supermercados. A lista de compras era pequena, mas ía também numa viagem de prospecção, que pede tempo e paciência para ver e comparar preços.
Chego ao primeiro supermercado, encontro logo um casal conhecido, que "andava a passear por ali porque, como está a chover, não apetece ir dar uma volta". O quê!??!?! Eu saí porque precisava de alguma coisas e queria aproveitar algumas promoções, porque senão teria ficado em casa com os meus filhos, a aproveitar a tarde em família!
Comprei o que precisava ali e fui a outro supermercado. Chego lá, o parque de estacionamento está cheio. Entro e vejo que há famílias a vaguear pela loja, mas as caixas estão vazias, comparadas com o número de carros lá fora. Ou seja, aqui também há pessoas que vieram só "dar uma volta". Também há as que estão a fazer compras, mas nota-se bem a diferença entre quem anda a passear e quem anda a fazer compras.
Como não fui habituada assim, não vejo necessidade de sair só por sair. Prefiro ficar em casa a curtir a pequenada, em vez de andar à chuva e dentro de supermercados porque não há outro sítio para ir.
Conclusão disto tudo, a partir de agora voltámos às compras só de manhã (também não gosto de fazer compras à noite). Assim despacho-me cedo e fico com a tarde livre para outras actividades, que praticamente se resumem a limpar, arrumar, estar com a família, limpar e arrumar outra vez, etc. e às vezes sair sim, mas com objectivo de passear em família, não apenas vaguear por aí.
22 de novembro de 2012
O meu filho e a escola
Ontem houve reunião de pais na escola do meu filho para apresentação do plano curricular para este ano lectivo. Falou-se do que se vai fazer, quais são as linhas orientadoras para este ano, o que o ministério da educação quer que as crianças aprendam, etc.
Houve troca de ideias, opiniões (às vezes sinto-me uma extra-terrestre porque fico pasmada com as confusões que certos pais arranjam e problemas que inventam, enfim).
Mas o melhor foi saber que o meu filho adora a escola. E deixou isso escrito num painel afixado a propósito do aniversário da escola que foi festejado há dias. Foi pedido aos meninos que escrevessem porque gostam da escola. E o meu filho, do alto da sua experiência de 7 anos de vida, escreveu que "adoro a minha escola, porque foi nela que me fiz homem"!!!
Tomara que sim filho, tomara que a escola te dê as bases necessárias para que possas ser um homem feliz, realizado, respeitado.
Houve troca de ideias, opiniões (às vezes sinto-me uma extra-terrestre porque fico pasmada com as confusões que certos pais arranjam e problemas que inventam, enfim).
Mas o melhor foi saber que o meu filho adora a escola. E deixou isso escrito num painel afixado a propósito do aniversário da escola que foi festejado há dias. Foi pedido aos meninos que escrevessem porque gostam da escola. E o meu filho, do alto da sua experiência de 7 anos de vida, escreveu que "adoro a minha escola, porque foi nela que me fiz homem"!!!
Tomara que sim filho, tomara que a escola te dê as bases necessárias para que possas ser um homem feliz, realizado, respeitado.
16 de novembro de 2012
14 passos a seguir antes de decidir ter filhos
Encontrei na net
Copiei daqui: http://blog.mariacafe.pt/2012/10/14-passos-seguir-antes-de-decidir-ter.html
Copiei daqui: http://blog.mariacafe.pt/2012/10/14-passos-seguir-antes-de-decidir-ter.html
Teste 1: Preparação
Mulheres: preparação para a gravidez
1. Vista um roupão e coloque um saco de feijões à frente.
2. Deixe ficar.
3. Passados 9 meses retire 15% dos feijões.
Homens: preparação para os filhos
1. Vá à farmácia, esvazie o conteúdo da sua carteira no balcão e diga ao farmacêutico para fazer o que quiser com o dinheiro.
2. Vá ao supermercado e combine uma fora de o seu salário ser pago directamente para a conta bancária deles.
3. Vá para casa. Pegue no jornal e leia-o pela última vez.
Teste 2: Conhecimento
Escolha um casal que já tenha filhos e critique-os sobre os seus métodos de disciplina, falta de paciência, níveis baixíssimos de tolerância e sobre como permitem que os filhos corram como selvagens.
Sugira formas para melhorarem os hábitos de sono dos filhos, treino do bacio, maneiras à mesa e comportamento em geral.
Aproveite. Será a última vez na sua vida em que terá todas as respostas.
Teste 3: Noites
Para descobrir como serão as suas noites:
1. Passeie pela sala de estar entre as 17h e as 22h carregando um volume com cerca de 4 a 6 kg, com o rádio mal sintonizado (ou outro som insuportável) bem alto.
2. Às 22h pouse o saco, ponha o alarme para a meia noite e volte a dormir.
3. Levante-se às 23h e ande com o saco na sala de estar até à 1h da manhã.
4. Ponha o alarme para as 3 da manhã.
5. Como não consegue voltar a adormecer, levante-se às 2h da manhã e faça uma chávena de chá.
6. Deite-se às 2h45.
7. Levante-se novamente às 3h, quando o alarme tocar.
8. Cante no escuro até às 4h.
9. Ponha o alarme para as 5h da manhã. Levante-se quando tocar.
10. Faça o pequeno almoço.
Mantenha esta rotina durante 5 anos. Aparente estar cheia de energia!
Teste 4: Vestir crianças pequenas
1. Compre um polvo vivo e um saco de atilhos.
2. Tente colocar o polvo dentro do saco de forma a que não saiam braços
3. Complete esta tarefa em 5 minutos.
Teste 5: Carros
1. Esqueça o BMW. Compre uma carrinha de 5 portas.
2. Compre um cone de gelado de chocolate e coloque-o no porta-luvas. Deixe-o lá ficar.
3. Pegue numa moeda e coloque-a no Leitor de CDs.
4. Pegue numa embalagem de bolachas de chocolate e esmague-as no banco de trás.
5. Passe um ancinho ao longo dos dois lados do carro.
Teste 6: Passeio a pé
1. Espere.
2. Vá para a porta da frente.
3. Volte atrás.
4. Saia.
5. Volte para dentro novamente.
6. Saia novamente.
7. Desça as escadas.
8. Volte a subir as escadas.
9. Volte a descer.
10. Ande 5 minutos muito devagar.
11. Pare, inspeccione bem à volta e faça pelo menos 6 perguntas sobre cada pastilha elástica usada, papel sujo ou insecto morto que encontrar no caminho.
12. Retrace os seus passos.
13. Grite que já aguentou tudo o que podia até que os vizinhos venham cá fora ver.
14. Desista e volte para casa.
Agora está preparada para levar uma criança pequena a passear.
Teste 7: Conversas com crianças
Repita tudo o que diz pelo menos 5 vezes.
Teste 8: Compras
1. Vá ao supermercado. Leve consigo o mais parecido com uma criança em idade pré-escolar que encontrar – uma cabra adulta, por exemplo. Se tenciona ter vários filhos, leve mais do que uma cabra.
2. Faça as compras da semana sem perder a(s) cabra(s) de vista.
3. Pague tudo o que a(s) cabra(s) comerem ou destruírem.
Só deverá considerar ter filhos depois de conseguir fazer isto facilmente.
Teste 9: alimentar um bebé de 1 ano
1. Esvazie um melão.
2. Faça um buraco pequeno de lado.
3. Pendure o melão no tecto e balance-o.
4. Pegue numa taça de cornflakes ensopados em leite e tente enfiá-los à colherada no melão irrequieto, enquanto finge que é um avião.
5. Continue até que metade dos cornflakes desapareça.
6. Cole o que restar no seu colo, certificando-se de que uma grande parte cai no chão.
Teste 10: TV
1. Aprenda os nomes de todos os personagens dos Wiggles, Barney, Teletubbies e Disney (no nosso caso é mais dos Gormitis, Scan2Go, Super Heróis, etc).
2. Veja apenas isso na Televisão durante pelo menos 5 anos.
Teste 11: Desarrumação
Consegue aguentar a desarrumação das crianças? Descubra se sim ou não.
1. Espalhe manteiga no sofá e compota nas cortinas.
2. Esconda um peixe por trás da aparelhagem e deixe-o lá o verão inteiro.
3. Enfie os dedos na terra dos vasos e a seguir esfregre-os nas paredes.
4. Esvazie todas as gavetas, prateleiras e caixas da casa para o chão e siga para o passo 5.
5. Aleatoriamente, leve objectos de uma sala para a outra e deixe-os lá.
Teste 12: Viagens longas com crianças
1. Faça uma gravação de alguém a repetir bem alto “Mãe”. Importante: não deve deixar mais de 4 segundos de intervalo entre cada “Mãe”. Inclua ocasionalmente um crescendo na voz até um nível supersónico.
2. Ponha esta gravação a tocar no carro, sempre que for a algum lado, nos próximos 4 anos.
Está preparado para fazer uma viagem longa com uma criança.
Teste 13: Conversas
1. Comece a falar com um adulto à escolha.
2. Peça a alguém para continuamente puxar a sua saia ou manga da camisa, enquanto toca a gravação “Mãe” referida acima.
Está preparada para ter uma conversa com um adulto com uma criança na sala.
Teste 14: Preparar-se para o trabalho
1. Escolha um dia em que tenha uma reunião importante.
2. Vista o seu melhor fato de trabalho
3. Pegue numa chávena de natas e junte um copo de sumo de limão.
4. Mexa bem.
5. Entorne metade na sua saia.
6. Ensope uma toalha com o resto da mistura
7. Tente limpar a saia com essa toalha.
8. Não mude de roupa (não tem tempo).
9. Vá para o trabalho.
Já está pronta para ter filhos. Aproveite!!!!
Quem já tem, diga lá se não é muito parecido??
26 de outubro de 2012
Salame de chocolate
Uma sobremesa/lanche/ceia/pequeno-almoço que adoro (sim, às vezes também marcha ao pequeno-almoço e depois passo o dia a lamentar-me de coisas que agora não interessam nada).
Salame de Chocolate
Salame de Chocolate
Ingredientes
200 gr de bolacha Maria
40 gr de açúcar
3 gemas de ovo
100 gr manteiga
125 gr de chocolate de culinária
40 gr de açúcar
3 gemas de ovo
100 gr manteiga
125 gr de chocolate de culinária
Modo
de Preparação Bimby:
Coloque as bolachas aos
bocados no copo e programe 10 seg, vel 3; Reserve à parte; Sem lavar o copo,
deite os restantes ingredientes e programe 3 min, 70º, vel 1; Junte as bolachas
reservadas e programe 10 seg, vel 3;
Deite o preparado em folha de alumínio, e forme um rolo apertado; Deixe refrigerar até que endureça.
Quando eu era miúda, a minha mãe embrulhava o salame em papel vegetal salpicado com vinho do porto e colocava no frigorífico. Depois de estar firme é que embrulhava em folha de alumínio. Ficava uma delícia.
Só mais uma coisa, não há foto porque não deu tempo. Mas melhor do que ver a foto, é fazer o salame e comê-lo. Boa ideia?
Deite o preparado em folha de alumínio, e forme um rolo apertado; Deixe refrigerar até que endureça.
Quando eu era miúda, a minha mãe embrulhava o salame em papel vegetal salpicado com vinho do porto e colocava no frigorífico. Depois de estar firme é que embrulhava em folha de alumínio. Ficava uma delícia.
Só mais uma coisa, não há foto porque não deu tempo. Mas melhor do que ver a foto, é fazer o salame e comê-lo. Boa ideia?
25 de outubro de 2012
O aniversário da princesa
E ainda não tinha mostrado o bolo que fiz para a minha princesa, que fez 3 anos em Junho!
Desta vez, e com calma, consegui desenhar uma Minnie que se parece com a Minnie.
Para ser diferente, fiz 2 bolos: o de baixo é Bolo de Natas e o de cima é Bolo de Mousse de Chocolate (a receita está aqui).
Para partilhar com os coleguinhas da creche, no dia seguinte, fiz outra vez o Bolo de Vinagre, recheado com leite condensado cozido. Enfeitei com natas vegetais às quais juntei um pouco de corante para ficar cor-de-rosa. O tema teve que ser a Minnie outra vez, com o Pluto. Havia um Mickey que ficou perdido em casa...
Para oferecer aos amigos, em vez dos habituais rebuçados e gomas, fiz umas bolachinhas de chocolate que os meus filhos adoram.
Aqui estão elas dentro de saquinhos para oferecer
Desta vez, e com calma, consegui desenhar uma Minnie que se parece com a Minnie.
Para ser diferente, fiz 2 bolos: o de baixo é Bolo de Natas e o de cima é Bolo de Mousse de Chocolate (a receita está aqui).
Para partilhar com os coleguinhas da creche, no dia seguinte, fiz outra vez o Bolo de Vinagre, recheado com leite condensado cozido. Enfeitei com natas vegetais às quais juntei um pouco de corante para ficar cor-de-rosa. O tema teve que ser a Minnie outra vez, com o Pluto. Havia um Mickey que ficou perdido em casa...
Para oferecer aos amigos, em vez dos habituais rebuçados e gomas, fiz umas bolachinhas de chocolate que os meus filhos adoram.
Aqui estão elas dentro de saquinhos para oferecer
Em breve coloco aqui as receitas do bolo de Natas e das bolachinhas, ok?
18 de outubro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)
















